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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

NACIONAL NÃO SEGURA E PALESTINO VENCE A PRIMEIRA.


Nacional viajou até o Chile para enfrentar o Palestino nesta quinta-feira pelo primeiro jogo da primeira fase da Copa Libertadores. Porém, o resultado não foi nada bom: derrota por 1x0 e vantagem dos chilenos para o jogo de volta em um Gran Parque Central de portões fechados.

Optando por mais velocidade no ataque e marcação no meio-de-campo, Nacional esperou o Palestino em seu campo de defesa, mas foi quem arriscou e teve a chance de abrir o marcador primeiro. Um chute de longa distância de Juan Manuel Díaz estourou o poste esquerdo do goleiro Darío Melo e quase deixou os tricolores em vantagem.

Palestino não arriscava como fora o previsto, e muitas vezes preferia jogar mais seguro e não tentava o ataque, enquanto Nacional seguia seu plano de jogo. Os primeiros chutes só vieram perto dos trinta minutos, mas sem nenhum perigo. Até que aos 34, o zagueiro Diego Polenta chegou forte pra afastar a bola e acabou por atingir Marcos Riquelme. O árbitro entendeu o lance como uma agressão e aplicou cartão vermelho direto no jogador.

Restando mais de um tempo a ser jogado e com um a menos, a estratégia foi se trancar ainda mais na defesa. Sebastián Fernández e Carlos de Pena passaram a auxiliar muito mais na marcação pelos lados do campo, deixando Iván Alonso solitário no comando do ataque. E para cobrir a ausência no miolo de zaga, Diego Arismendi foi recuado para o setor.

Com um a mais em campo, o Palestino passou a se soltar mais no jogo. Alternava os lados da jogada e abusava da velocidade e dos cruzamentos pra área. E foi aí que Gustavo Munúa começou a aparecer de fato. Os chutes de longa distância que também foram utilizados como arma dentro da partida exigiram bastante do goleiro, como em uma emendada de primeira após cruzamento em escanteio vinda da direita.

O que restava ao Bolso era a espera por um erro ou que pegasse a defesa adversário desprevenida. E quase que a oportunidade que apareceu resultou o gol. Lançamento largo ao campo de ataque encontrou Sebastián Fernández em velocidade rumo ao gol. Não restou outra ação ao goleiro Melo do que sair do gol e chegar quase ao meio-de-campo pra tentar tirar a bola. No entanto, a bola rebateu e sobrou ainda ao atacante tricolor, que mesmo após perder alguns segundos, encontrou Iván Alonso livre perto da área. O artilheiro da equipe buscou seu lado esquerdo do gol, mas a bola raspou a trave e acabou por não entrar.

Pouco tempo depois, o gol tão buscado pelos chilenos finalmente chegou. Cruzamento de Díaz, pivô de Chaves e remate de Diego Rosende no canto esquerdo de Gustavo Munúa, que não teve nenhuma chance de defesa. Depois de aguentar por um bom tempo com um jogador a menos e de ter quase aberto o placar, Nacional se via em desvantagem em todos os fatores dentro do jogo.

Palestino optou por não se jogar tanto ao ataque, mas ainda permanecia no campo de seu adversário buscando um segundo gol que dificultaria e muito a tarefa do Nacional na competição. Munúa seguiu sendo extremamente exigido e foi o responsável pelo seu time não retornar ao Uruguai com uma derrota mais pesada.

A exibição esperada de um time que passeou no Apertura passado não aconteceu. Derrota mínima e sem seu titular absoluto na zaga, posição carente desde a saída de Rafael García. Alvaro Gutiérrez deverá mudar a equipe para se quiser daqui uma semana, avançar de fase e seguir sonhando com algo a mais dentro da competição.

Palestino: Darío Melo; Paulo Díaz, Matías Escudero, Germán Lanaro (17'′ Felipe Campos), Agustín Farías; Diego Rosende (31'′ Jason Silva), Mathias Vidangossy (17'′ Esteban Carvajal), César Valenzuela, Leonardo Valencia; Marcos Riquelme, Diego Chaves.
Treinador: Pablo Guede.

Nacional: Gustavo Munúa; Santiago Romero, Diego Polenta, Guillemo de Los Santos, Juan Manuel Díaz; Nicolás Prieto (29'′ Ribair Rodríguez), Gonzalo Porras, Diego Arismendi; Sebastián Fernández (42'′ José Aja), Carlos de Pena, Iván Alonso (45'′ Gonzalo Bueno).
Treinador: Alvaro Gutiérrez.

Gol: Diego Rosende aos 25 minutos do segundo tempo.

Cartão vermelho: Diego Polenta aos 34 minutos de jogo.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

NACIONAL DIVULGA LISTA DE INSCRITOS PARA LIBERTADORES.

Alvaro Gutiérrez, el técnico de Nacional y Ribair Rodíguez, titular, el jueves en Los Céspedes.

Na tarde desta terça-feira foi lançada a relação de jogadores pelo Nacional para os dois jogos eliminatórios válidos pela primeira fase da Copa Libertadores da América contra o Palestino-CHI. A lista com 25 jogadores foi apresentada juntamente com a devida numeração de cada atleta e conta com todos os reforços já confirmados até então, casos de Gonzalo Bueno, Ribaír Rodríguez e Cristian Tabó.

A maior expectativa que ficava sobre a divulgação da lista era se o treinador Alvaro Gutiérrez iria ou não contar com os serviços de Sebastián Abreu, el Loco, que acabou por não inclui-lo na convocatória. Após ter quase rescindido o contrato no início do ano, o atacante segue treinando mas com a situação indefinida sobre sua permanência ou não em seu clube de coração.

Lista dos vinte e cinco jogadores inscritos para a primeira fase da Copa Libertadores:

Goleiros: 1. Gustavo Munúa, 12. Gabriel Araujo, 25. Jorge Bava.
Laterais: 3. Juan Manuel Díaz, 6. José Aja, 22. Alfonso Espino.
Zagueiros: 2. Sebastián Gorga, 4. Guillermo de Los Santos, 23. Diego Polenta.
Volantes: 5. Ribair Rodríguez, 8. Diego Arismendi, 14. Gonzalo Porras, 15. Nicolás Prieto, 19. Santiago Romero.
Meio-campistas: 10. Ignacio González, 13. Cristian Tabó, 16. Carlos de Pena, 17. Gonzalo Ramos, 20. Álvaro Recoba, 21. Gastón Pereiro.
Atacantes: 7. Gonzalo Bueno, 9. Sebastián Taborda, 11. Leandro Barcia, 18. Sebastián Fernández, 24. Iván Alonso.

ÚLTIMOS TREINOS ANTES DO JOGO.

Nacional vem se ajustando para a primeira partida contra o Palestino daqui dois dias. Álvaro Gutiérrez não vem tendo maiores problemas para a montagem dos titulares, apesar de que Diego Arismendi não treinou por um incômodo na coxa. No entanto, sua presença está confirmada no confronto.

Sem seu volante titular, Gutiérrez postou a seguinte equipe: Gustavo Munúa no gol; Santiago Romero, improvisado na lateral, Guillermo de Los Santos, Diego Polenta e Juan Manuel Díaz na defesa; Gonzalo Porras, Nicolás Prieto e Ribaír Rodríguez se fixam no meio-de-campo; Carlos de Pena e Sebastián Fernandez se alternam pelos flancos e centralizado, Iván Alonso.

CARLOS VALDES: FINAL FELIZ?

Após quase um mês de negociações entre o zagueiro colombiano e o Nacional, o desfecho parece ser feliz para os tricolores. Com o objetivo de retornar à seleção, o jogador aceitou reduzir sua pedida inicial e agora resta somente a assinatura do contrato por empréstimo.

Pertencente ao Philadelphia Union, equipe norte-americana, o jogador já era um desejo antigo do clube, que tentou sua contratação no início de 2013. Na ocasião, no entanto, sua preferência foi por retornar ao Santa Fe. No ano passada, esteve no San Lorenzo e participou da campanha do título inédito da Copa Libertadores, sendo titular absoluto no time de Edgardo Bauza.

sábado, 15 de fevereiro de 2014

NACIONAL É DERROTADO POR GRÊMIO NO PARQUE CENTRAL.


Dentro do Gran Parque Central, Nacional estreava na fase de grupos da Copa Libertadores. Após passar pelo Oriente Petrolero nas eliminatórias, o adversário agora seria de um nível muito mais acima. Grêmio chega com status para brigar nas fases finais, e o jogo desde o início não seria difícil para a equipe de Gerardo Pelusso.

Como um todo, Nacional apareceu melhor do que das outras vezes. Se nos jogos passados parecia um time sem entrosamento e jogo coletivo, isso acabou por mudar na quarta-feira. Time passou a jogar mais junto, além de melhorar defensivamente, muito devido a entrada de Nicolás Prieto como titular, sendo o volante frente a zaga. Carlos de Peña e Gastón Pereiro também foram bem e contaram com o bom auxilio de Rinaldo Cruzado.

Dentro do gramado os brasileiros começaram melhor. Tendo um meio-campo mais eficiente nos primeiros minutos e as decidas dos laterais, o Grêmio deu perigo para a defesa tricolor. No entanto, o Nacional conseguiu controlar com o tempo as investidas realizadas pelo seu adversário e ia pro ataque tentar abrir o placar.

Quem mais tentava para o Nacional era Carlos de Pena. Atuando mais pelo lado esquerdo do campo, o jovem jogador arriscava bastante de fora da área, onde apesar de algumas bolas passarem bem longe do gol defendido por Marcelo Grohe, outras tratativas quase tiraram o grito de gol da garganta dos torcedores bolsilludos.

Zé Roberto e Ramiro também arriscaram e chegaram com perigo. O experiente meia arriscou e exigiu boa defesa de Gustavo Munúa. Depois, foi a vez do volante gremista aparecer bem e quase marcar.

A resposta do Nacional foi rápida para as investidas do Grêmio. Aos 33 minutos, boa jogada trabalhada que terminou em Rinaldo Cruzado. O volante peruano, no entanto, pegou mal na bola dentro da área e desperdiçou uma das melhores oportunidades criadas pela equipe dentro do jogo.

Sem gols no primeiro tempo, a segunda etapa tinha um Grêmio seguindo o mesmo estilo de jogo proposto desde o início, que era de bastante marcação no meio-de-campo, mas com criação na parte ofensiva e velocidade nas pontas, além de uma ótima distribuição de jogo na meia-cancha. Nacional também não alterou muito, mas forçava mais o gol.

Porém, para infelicidade da torcida alba, o Grêmio foi melhorando progressivamente no jogo e ia chegando frequentemente ao ataque. Isso culminou, aos 23 minutos, na finalização de Cristian Riveros após cruzamento vindo da direita. Era o gol que dava a vitória aos brasileiros.

Nacional, atrás do placar, tinha de ir ao ataque. Pelusso colocou Juan Cruz Mascia, Álvaro Recoba e Hugo Dorrego e retirou Gastón Pereiro, Carlos de Pena e Rinaldo Cruzado, respectivamente, tentando dar mais ofensividade e profundidade a seu time. Aos 43, uma mão de Hernán Barcos na área resultou em muita reclamação de penalty, aonde o árbitro marcou fora da área. Fora isso, Nacional não fez por merecer e caiu diante de seus torcedores na rodada de estreia da Copa Libertadores.

Nacional: Gustavo Munúa; Pablo Álvarez, Jorge Curbelo, Andrés Scotti e Juan Manuel Díaz; Nicolás Prieto, Maximiliano Calzada e Rinaldo Cruzado (35'′ Hugo Dorrego); Gastón Pereiro (28'′ Juan Cruz Mascia); Carlos de Pena (28'′ Alvaro Recoba) e Iván Alonso.
Treinador: Gerardo Pelusso.

Grêmio: Marcelo Grohe; Pará, Werley, Rhodolfo e Wendell; Edinho, Ramiro (40'′ Leo Gago) e Cristian Riveros; Zé Roberto (45'′ Maximiliano Rodríguez) e Luan (45'′ Bressan); Hernán Barcos.
Treinador: Enderson Moreira.

Gol: Cristian Riveros aos 23 minutos do 2T.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

NACIONAL VENCE ORIENTE PETROLERO E SE CLASSIFICA NA LIBERTADORES.


Ainda sem um time que consiga um estilo coletivo, as atuações individuais definiram mais uma classificação do Nacional para a fase de grupos da Copa Libertadores. Tendo que reverter o placar mínimo sofrido na Bolívia semana passada, os tricolores tiveram que fazer um esforço para fazer 2x0 em Gran Parque Central, em grandes exibições de Carlos de Pena, Gustavo Munúa, e principalmente, Iván Alonso.

Principal medo dos torcedores de que algo desse errado era por causa da defesa. Agora com o ingresso de Jorge Curbelo no lugar de Guillermo de Los Santos, o setor voltou a apresentar problemas e que podem prejudicar e muito no andamento da campanha. A colocação de dois zagueiros já experientes pode facilitar em termos de posicionamento, mas a velocidade já não é a mesma e as jogadas de contra-ataque podem ser mortais em casos do tipo.

Do meio para a frente, Gerardo Pelusso mexeu bastante. O treinador apostou no 4-3-3, tendo dois jogadores bem abertos e uma trinca de volantes que era responsável pela armação e marcação no meio-de-campo. Para isso estreou como titular o peruano Rinaldo Cruzado, que vinha apenas entrando no decorrer dos jogos. Nicolás Prieto foi outro que começou jogando, junto de Maximiliano Calzada.

Na parte de ataque, Carlos de Pena foi um dos poucos que se salvou no jogo de ida e se mostrou uma boa alternativa sendo uma escapatória pelo lado esquerdo de ataque. Iván Alonso seguiu centralizado servindo de referência para as jogadas ofensivas, e na direita, Richard Porta.

A primeira etapa evidenciou o fraco desempenho do Nacional. Sem armação no meio-de-campo, a bola não chegava ao ataque. Com isso, tanto de Pena quanto Porta tiveram de voltar pra conseguir retê-la, mas também falharam. Sendo assim, Alonso novamente ficou bastante isolado e tendo que lutar contra uma defesa e uma marcação forte do Oriente Petrolero que buscava se defender o máximo possível.

Porém, o gol ainda veio nos quarenta e cinco minutos iniciais graças a uma bola parada. Escanteio cobrado da esquerda, desvio no meio da área e Iván Alonso testou firme para o fundo do gol, sem chances para Carlos Arias. Apesar do mau futebol apresentado, o Nacional ao menos igualava o placar sofrido anteriormente.

A segunda etapa seguiu o mesmo ritmo por volta dos vinte minutos, quando o zagueiro Mariano Brau foi expulso. Com um homem a menos, Oriente teve que se resguardar ainda mais na defesa, e o Nacional finalmente poderia aproveitar os espaços e a vantagem numérica dentro de campo. E dez minutos mais tarde, já com o ingresso de Chino Recoba, o gol da classificação chegou. Após desarme do defensor boliviano, a bola sobrou para de Pena, que arrematou fraco, mas contou com a enorme colaboração do goleiro adversário que deixou a bola entrar: 2x0.

Nacional com a vantagem conseguiu segurar bem o resultado frente aos bolivianos, que deram um susto no final do jogo, em que curiosamente foi o único ataque no último tempo. Ainda assim, Munúa fez grande defesa salvando os tricolores de uma catástrofe. Vitória, classificação e mais uma participação na Copa Libertadores.

Nacional: Gustavo Munúa; Pablo Álvarez, Andrés Scotti, Jorge Curbelo e Juan Manuel Díaz; Maximiliano Calzada (22'′ Alvaro Recoba), Nicolás Prieto e Rinaldo Cruzado (39'′ Rafael García); Richard Porta (46′ Gastón Pereiro), Carlos De Pena e Iván Alonso.
Treinador: Gerardo Pelusso.

Oriente Petrolero: Carlos Arias; Miguel Hoyos, Ronald Raldes, Mariano Brau e Wilder Zabala (46′ Alcides Peña);  Marvin Bejarano, Alejandro Meleán, Dany Bejarano, Gualberto Mojica e Juan Quero (16'′ Rodrigo Vargas); Yasmani Duk (20'′ Ronny Montero).
Treinador: Tabaré Silva.

Gols: Iván Alonso aos 18 minutos e Carlos de Pena aos 28 do 2T.

Cartão vermelho: Mariano Brau aos 18 minutos do 2T.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

COM EQUIPE MISTA, NACIONAL VENCE RACING NA ESTREIA DO CLAUSURA.


Com a cabeça no segundo jogo para decidir sua permanência na Copa Libertadores, o Nacional entrou em campo nesse sábado para estrear no Clausura. E tendo em campo um time alternativo, com reservas e jogadores da categoria de base, os tricolores não tiveram dificuldades em vencer o Racing por 2x0. 

Gerardo Pelusso optou por colocar em campo uma equipe mista para a partida. Sem a maioria dos jogadores que atuaram no meio de semana com o Oriente Petrolero-BOL, o treinador não quis desgastar ainda mais alguns atletas. Apenas quatro jogadores que estavam jogando na altitude estiveram em campo no final de semana: o goleiro Gustavo Munúa, o zagueiro Guillermo de Los Santos, o volante Maximiliano Calzada e o meia Gastón Pereiro.

Dentro de campo, as mudanças não ocasionaram nenhum tipo de dificuldade a equipe. Pelo contrário. O início do jogo foi muito bom para os tricolores, principalmente pelo lado esquerdo, onde estavam o juvenil Alfonso Espino e o recém-contratado Henry Giménez.

E foi pelo justamente pelo setor esquerdo que o primeiro gol saiu. Espino ganhou disputa de bola e cruzou para o meio da área. Após uma série de rebotes, a bola sobrou para Gastón Pereiro finalizar bem e abrir o marcador aos nove minutos dentro do Centenário.

A vantagem no placar fez com que o Nacional se acomodasse além da conta no jogo. Se aproveitando disso, o Racing se mandou ao ataque buscando o empate ainda na primeira etapa. No entanto, esbarrou em suas próprias deficiências e não chegou nem perto de seu objetivo. Com isso, primeiro tempo se encerrava com o time cervezero ativo, mas deficiente, enquanto Los Bolsos buscavam controlar o jogo.

Segundo tempo se iniciou mas as tratativas não mudaram em nada. Apesar de Rinaldo Cruzado entrar e ser um fator novo ao Nacional, a equipe não tinha profundidade e pouco ameaçava o adversário. Racing também seguia o mesmo estilo e, naquele momento, era improvável pensar na não manutenção do placar.

Porém, o gol derradeiro que acabou selando a vitória e, consequentemente, os três pontos ao Nacional acabou chegando. Escanteio cobrado vindo da direita e a bola foi na cabeça de Juan Cruz Mascia, que não deu chances a Jorge Contreras de defesa.

Jogo não foi bom, mas foi o suficiente pro Nacional. Com uma equipe mista, venceu e começou o Clausura com três pontos a mais. Agora o foco novamente se volta para o meio dessa semana no jogo de volta contra o Oriente Petrolero-BOL. No Racing, a mudança de técnico não foi o suficiente ainda. E apesar da maioria dos reforços não terem estreado (exceção feita a Damián Malrrechaufe e Angel Cayetano), a luta será constante para o não-rebaixamento.

Racing: Jorge Contreras; Gonzalo Aguilar, Damián Malrrechaufe, Pablo Lacoste e Jesús Trindade; Ernesto Dudok, Carlos Díaz e Agustín Gutiérrez; Diego Zabala (20'′ Angel Cayetano); Cristian Tabó e Luis Gorocito.
Treinador: Mauricio Larriera.

Nacional: Gustavo Munúa; Guillermo de Los Santos, Jorge Curbelo, Ismael Benegas e Alfonso Espino; Maximiliano Calzada e Nicolás Prieto; Renato César (46′ Rinaldo Cruzado), Gastón Pereiro (34'′ Álvaro Recoba) e Henry Giménez (20'′ Carlos de Pena); Juan Cruz Mascia.
Treinador: Gerardo Pelusso.

Gols: Gastón Pereiro aos nove minutos de jogo e Juan Cruz Mascia aos 26 do 2T.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

ESCALAÇÕES E HORÁRIOS DA PRIMEIRA RODADA DO CLAUSURA 2014.


SÁBADO, 01 DE FEVEREIRO.
18h00
Defensor Sporting: Martín Campaña; Pablo Pintos, Nicolás Correa, Gastón Silva e Robert Herrera; Mathías Cardaccio e Andrés Fleurquin; Adrián Luna, Nicolás Olivera e Leonardo Pais; Matías Alonso.  

Liverpool: Guillermo de Amores; Caué Fernandes, Gonzalo Godoy e Cristian Almeida; Agustin Peña, Raúl Ferro, Gonzalo Freitas, Iván Moreno y Fabianesi e Gastón Filgueira; Paulo Pezzolano; Rodrigo Aguirre.

18h00
Sud América: Javier Irazún; Antonio Fernández, Diego Viotti, Santiago Carrera e Maximiliano Pereiro; Juan Ramón Alsina, Adrián Argachá, Emanuel Centurión e Federico Gallego; Santiago Biglieri e Gonzalo Malán.

Juventud de Las Piedras: Martín Góngora; Marcelo Rodríguez, Darío Flores, Diego Rodríguez e Maximiliano Moreira; Alejandro Reyes, Renzo Pozzi, Cristian Latorre e Jonathan Blanes; Matías Porcari e José María Franco.

20h30
Racing: Jorge Contreras; Gonzalo Aguilar, Damián Malrrechaufe, Pablo Lacoste e Jesús Trindade; Ernesto Dudok, Angel Cayetano e Carlos Díaz; Diego Zabala/Cristian Tabó; Agustín Gutiérrez e Luis Gorocito.

Nacional: Jorge Bava; Santiago Pereira, Jorge Curbelo, Ismael Benegas e Alfonso Espino; Nicolás Prieto e Hugo Dorrego; Renato César, Gastón Pereiro e Henry Giménez; Juan Cruz Mascia.

DOMINGO, 02 DE FEVEREIRO.
18h00
El Tanque Sisley: Nicola Pérez; Esteban Maga, Martín Galain, Joaquín Aguirre, Juan Pablo Fagúndez e Yefferson Moreira; Andrés Aparicio, Gastón Martínez e Gastón Machado; Junior Arias e Álvaro Mello.

Fénix: Luis Mejía; Juan Alvez, Maximiliano Perg, Ignacio Pallas e Zaspe; Gonzalo Papa e Andrés Schettino; Maximiliano Pérez/Marcos Mansulino, Aníbal Hernández e Lucas Cavallini; José María Franco.

18h00
Wanderers: Federico Cristóforo; Mauricio Gómez, Gastón Bueno, Martín Díaz e Maximiliano Olivera; Guzmán Pereira e Santiago Martínez; Matías Santos, Gastón Rodríguez e Rodrigo Pastorini; Sergio Blanco.

Cerro: Rodrigo Odriozola; Mitchel Duarte, Pablo Melo, Maximiliano Pereira e Daniel Leites; Javier Méndez, Jonathan Rodríguez, Mauricio Alonso e Carlos Grosmüller; Matías Masiero e Hugo Silveira.

20h30
River Plate: Damián Frascarelli; Claudio Herrera, Williams Martínez, Cristian González e Luis Torrecilla; Claudio Inella, Hamilton Pereira, Fernando Gorriarán e Martín Alaniz; Jonathan Ramírez/Michael Santos e Sebastián Taborda.

Peñarol: Juan Castillo; Carlos Valdez, Darío Rodríguez e Gonzalo Viera; Baltasar Silva, Sebastián Piriz, Luis Aguiar e Pablo Lima; Antonio Pacheco; Jonathan Rodríguez e Marcelo Zalayeta.

TERÇA-FEIRA, 4 DE FEVEREIRO.
18h00
Danubio: Salvador Ichazo; Matías de Los Santos, Jadson Viera, Emiliano Velázquez e Federico Ricca; Camilo Mayada, Gonzalo Porras, Hugo Soria e Ignacio González; Jonathan Alvez e Diego Martiñones.

Cerro Largo: indefinido.

18h00
Rentistas: indefinido.

Miramar Misiones: indefinido.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

NACIONAL VOLTA DA BOLÍVIA COM DERROTA POR 1-0.


A partida que abriu os trabalhos para a Copa Libertadores da América não foi nada boa ao Nacional. Jogando fora-de-casa, a equipe tricolor não se portou adequadamente se viu dominada a maior parte do jogo pelos mandantes do Oriente Petrolero. Ainda sem o entrosamento ideal, o time mostrou que para o jogo de volta terá que fazer por muito mais se não quiser ficar de fora já na eliminatória. De consolo serve a pequena margem de vantagem, feita por Mojica.

Com dois jogadores abertos no lado do campo, papel efetuado por de Pena pela esquerda e Porta pela direita, Gerardo Pelusso mais uma vez implantou seu habitual 4-2-3-1. Porém, sem a profundidade necessária e aproximação dos jogadores, a ideia de ter uma equipe que defendesse e atacasse da mesma forma não teve sucesso. Enquanto isso, Oriente Petrolero tomava conta da parte de meio-de-campo, levando a melhor tanto numericamente quanto tecnicamente.

A primeira chance que apareceu para o time boliviano veio em um erro crasso de Guillermo de Los Santos. O zagueiro que estava substituindo Jorge Curbelo, que sentira uma lesão horas antes do confronto, se posicionou mal e escorregou em uma bola facilmente dominada. Ele tentou se recuperar mas Duk levou a melhor sobre o zagueiro. Coube á Gustavo Munúa aparecer pela primeira vez e salvar a pátria bolsilluda.

Melhorando um pouco no jogo, algumas boas jogadas surgiram ao Nacional. Carlos de Pena era a peça mais interessante a ser explorada pela equipe de Pelusso. Ganhando quase todas na velocidade e cruzando na cabeça de Iván Alonso, ele passou a ser constantemente acionado. Porém, as oportunidade não foram aproveitadas e para piorar, foi rapidamente apagada através do gol marcado pelos bolivianos.

Aos trinta e três minutos do primeiro tempo, o tento que marcaria a vitória chegaria. Em um rebote de um escanteio vindo da direita, Duk enxergou bem o lance e entregou a bola no pé de Mojica. Rafa García não acompanhou o meio-campista que acertou um chute forte. Munúa não alcançou e teve de busca-la no fundo das redes.

Para a segunda etapa, Pelusso colocou em campo o recém-contratado Rinaldo Cruzado. O meio-campista de muito boa passagem pelo Newell's Old Boys substituía o apagado Gonzalo Ramos. E apesar do peruano não ser um enganche, ficou com uma função de se desprender dos volantes e ser o principal homem da criação.

E sem muita coisa acontecer, quase que o segundo gol do Oriente Petrolero acontece. Um toque errado buscando Munúa teve de fazer o goleiro se mexer para não levar o gol. Com tudo arrumado, Nacional ainda não conseguia ser melhor no confronto. Tendo agora uma troca de função entre Rafa García e Andrés Scotti e abusando de buscar Iván Alonso, poucas chances de perigo eram realmente criadas.

Aos 16 minutos, Alonso inclusive teve a chance de fazer o empate que no momento seria de extrema importância ao seu time. Em um bom cruzamento vindo da esquerda, no entanto, o centroavante cabeceou mal e na segunda tentativa, errou o chute. Era uma chance boa e que fora desperdiçada por um dos referenciais do Nacional.

Duk era o único homem de frente e mesmo assim, ganhava muitas das jogadas em que participava, tanto no alto quanto na velocidade. Com a parte defensiva muito mal, o atacante não precisava de muito para arrancar em direção ao gol ou armar uma boa jogada em potencial à sua equipe.

No final, vitória simples, mas justa, do Oriente Petrolero. Nacional demonstra ter que melhorar muito nesse início de temporada se quiser almejar algo realmente grande. Para o jogo de volta, mais uma semana de treinamentos para Gerardo Pelusso ajustar o time titular. E o mais importante: terá a torcida lotando o Centenário almejando a classificação.

Oriente Petrolero: Carlos Arias; Miguel Hoyos, Ronald Raldes, Mariano Brau e Marvin Bejarano; Wilder Zabala (23'′ Rodrigo Vargas), Gualberto Mojica, Dany Bejarano e Alejandro Meleán (38'′ Ronald García); Juan Quero; Yasmani Duk (28'′ Fernando Saucedo).
Treinador: Tabaré Silva.

Nacional: Gustavo Munúa; Pablo Alvarez, Andrés Scotti, Guillermo de Los Santos e Juan Manuel Díaz; Maximiliano Calzada (38'′ Álvaro Recoba) e Rafael García; Richard Porta, Gonzalo Ramos (46′ Rinaldo Cruzado) e Carlos de Pena (18'′ Gastón Pereiro); Iván Alonso.
Treinador: Gerardo Pelusso.

Gol: Gualberto Mojica aos 33 minutos de jogo.

domingo, 26 de janeiro de 2014

NACIONAL VIAJA PRO PRIMEIRO TESTE NO ANO.


O percurso na Copa Libertadores já vai se iniciar para o Nacional. A delegação da equipe viaja hoje rumo a Bolívia, mais precisamente para a cidade de Santa Cruz de La Sierra, onde se prepara para enfrentar o Oriente Petrolero. Com todos os selecionados definidos já para a primeira fase da competição, Gerardo Pelusso já se prepara para reestrear oficialmente no comando da equipe, e tem certo o time que iniciará a partida.

Sem Leonardo Burián, Morro García, Ignacio González e Diego Arismendi, suspensos após a briga no clássico contra o Peñarol, vinte jogadores formaram a delegação tricolor. Os reforços Gustavo Munúa, Jorge Curbelo e Rinaldo Cruzado já estão presentes. Dos novos jogadores, apenas está ausente o meio-campista Henry Giménez, ainda se tratando fisicamente.

Relacionados:

Goleiros: Gabriel Araújo, Gustavo Munúa e Jorge Bava.
Laterais: Pablo Álvarez e Juan Manuel Díaz.
Zagueiros: Andrés Scotti, Guillermo de Los Santos e Jorge Curbelo.
Volantes: Maximiliano Calzada, Nicolás Prieto, Rafael García e Rinaldo Cruzado.
Meio-campistas: Álvaro Recoba, Carlos de Pena, Gastón Pereiro e Gonzalo Ramos.
Atacantes: Iván Alonso, Juan Cruz Mascia, Renato César e Richard Porta.

Pelusso vem treinando em Los Céspedes o time ideal e também vai testando a equipe nos jogos realizados no início do ano. O treinador já tem praticamente tudo definido entre os titulares para o próximo jogo. A principal dúvida fica no gol, onde não se sabe se reestreia Gustavo Munúa, ou se retorna Jorge Bava.

Titulares: Jorge Bava/Gustavo Munúa; Pablo Álvarez, Jorge Curbelo, Andrés Scotti e Juan Manuel Díaz; Rafael García e Maximiliano Calzada; Richard Porta, Gastón Pereiro e Carlos de Pena; Iván Alonso.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

REFORÇANDO PARA A LIBERTADORES.


Com várias mudanças, Nacional tem que ir se ajustando visando um confronto extremamente importante e que irá definir o seguimento da temporada. No final do mês a equipe enfrentará o Oriente Petrolero-BOL pela fase preliminar da Copa Libertadores. E para isso, o time vem se mexendo a fim de passar pelo seu adversário, além de lutar pelo título nacional.

Agora com o comando de Gerardo Pelusso, responsável pela melhor campanha da equipe desde o título de 1988, onde os tricolores alcançaram as semi-finais da Copa em 2009, a meta era reforçar o plantel. A irregularidade e falta de opções ficou clara durante todo o Apertura, e com isso, teve de se procurar rapidamente jogadores para cobrirem posições.

Defesa e meio-de-campo eram os setores mais prejudicados e que via-se uma fragilidade. Como resultado, chegaram Jorge Curbelo, Rinaldo Cruzado e Henry Giménez. Com experiência e bagagem, são a esperança de uma mudança de atitude e de um melhor desempenho dentro de campo. Muito provavelmente todos os três serão titulares no esquema montado por Pelusso.

Além desses, outro reforço que está muito perto de chegar é o do zagueiro Sebastián Coates. Depois de fazer muito sucesso pelo clube em que foi revelado, ele foi vendido ao Liverpool-ING, onde teve poucas oportunidades. Para piorar, se lesionou gravemente jogando pela seleção, e com isso ficou fora dos planos do clube inglês. A fim de tê-lo na melhor forma, ele será emprestado por seis meses ao Nacional, onde irá realizar o final de seu tratamento e terá ritmo de jogo.

Gustavo Munúa também retorna a uma posição já coberta por Jorge Bava e Leonardo Burián, que deverá sair. O goleiro volta após 11 anos ausente, onde teve boas passagens pelo futebol europeu, principalmente na Espanha, onde defendeu, Deportivo La Coruña, Málaga e Levante. Estava na Fiorentina-ITA.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

NACIONAL VENCE PEÑAROL NAS PENALIDADES MÁXIMAS.


No primeiro teste na temporada, ambos os times mostraram equivalência. Nenhum se sobressaiu sobre o outro e como era de se esperar, o empate era o resultado mais justo, no que realmente aconteceu. A decisão, nas cobranças de penaltis, tinha de colocar um vencedor no confronto que acabou sendo o Nacional após a cobrança de Paolo Hurtado em que arqueiro tricolor defendeu.

Do lado aurinegro, muita intensidade e velocidade, mas tinha um meio-de-campo frágil na armação. Japo Rodríguez mais uma vez demonstrou fraqueza e Lolo Estoyanoff tentava muito, mas pouco conseguia dentro de campo. Por muitas vezes, tanto Nuñez quanto Jona Rodríguez retornavam pra fazer essa bola chegar mais facilmente ao gol de Leonardo Burián.

Na criação, ficava Luis Aguiar, que se desprendia da parte defensiva e ia ao apoio pra atuar muitas vezes como um enganche. Muito bom na distribuição dos passes, era o jogador criativo do time. No entanto, com apenas trinta minutos de jogo, foi expulso, tirando toda as possibilidades de jogadas do time além de deixar sua equipe com um jogador a menos.

Pelos tricolores, um esquema também clássico. Dois jogadores de lado, um no centro como enganche, e a referência na frente. Sem os principais do elenco, a solução para Gerardo Pelusso era a garotada. Rafael García, Renato César, Gonzalo Ramos e Carlos de Pena tiveram uma chance de demonstrar qualidade nesse clássico.

Outro que tinha chance era Morro García, pouquíssimo utilizado por Rodolfo Arruabarrena, e que ganhou uma nova chance nesse início de ano. Apesar de estar acima do peso, conseguiu ter uma mobilidade aceitável, mas pecou nas finalizações. Deixou de abrir o marcador por três vezes na primeira parte da partida.

Na segunda etapa, Peñarol se preocupou mais em não levar gols do que se arriscar no ataque. Com um jogador a menos, tinha de ter a velocidade como principal recurso. No entanto, a expectativa de forma de jogo não deu certo e Jonathan Rodríguez ficou muito isolado no ataque, sendo presa fácil pra defesa bolsilluda.

Agora com Medina como centroavante, Nacional melhorou seu nível de atuação na segunda etapa e por diversas vezes ameaçou o gol de Lerda. Porém, o gol não saiu e o vencedor tinha de ser definido nas cobranças de penaltis. E foi aí, que os tricolores levaram a melhor. Renato César errou, mas Ignacio Nicolli logo em seguida, e mais tarde, Paolo Hurtado, também desperdiçaram suas cobranças fazendo com que a vitória ficasse para os Bolsos.

Agora, pela Copa Bandes, haverá a final. Sporting Cristal e Vélez Sarsfield fizeram a prévia do clássico e também terminaram empatados. Nos penaltis, 3x0 para os peruanos que enfrentam o Nacional, enquanto o Peñarol novamente se defronta contra os Liniers.

Nacional: Leonardo Burián; Pablo Alvarez, Guillermo de Los Santos, Ismael Benegas e Juan Manuel Díaz; Maximiliano Calzada (30'´Hugo Dorrego) e Rafael García; Renato César, Gonzalo Ramos e Carlos de Pena (46′ Gastón Pereiro); Santiago García (46′ Alexander Medina).
Treinador: Gerardo Pelusso.

Peñarol: Danilo Lerda; Baltasar Silva, Damián Macaluso, Gonzalo Viera e Pablo Lima (6'′ Nicolás Raguso); Fabián Estoyanoff (31'´Hernán Novick), Luis Aguiar, Sebastián Piriz e Jorge Rodríguez (46′ Mauro Fernández); Jonathan Rodríguez (20'′ Paolo Hurtado) e Carlos Núñez (35′ Ignacio Nicolini).
Treinador: Jorge Gonçalves.

Cartão vermelho: Luis Aguiar aos 30 minutos de jogo.

Decisão por penaltis: Convertidos - Alexander Medina (Nacional), Marcel Novick (Peñarol), Gastón Pereiro (Nacional), Mauro Fernández (Peñarol), Hugo Dorrego (Nacional), Nicolás Raguso (Peñarol) e Ismael Benegas (Nacional).

Desperdiçados - Renato César (Nacional), Ignacio Nicolini (Peñarol) e Paolo Hurtado (Peñarol).

sábado, 11 de janeiro de 2014

CLÁSSICO DE VERÃO COM RIVAIS NA MESMA BUSCA.


Como sempre, o início do ano é reservado para os torneios preparatórios e aos clássicos. Desta vez, as equipes chegam para este jogo após viverem momentos turbulentos, e esperam que o restante da temporada seja bem diferente de como o início se apresentou.

Sem vencer seu maior rival há quase dois anos, Nacional se apresenta com diversas mudanças. A trágica perda do Apertura na última rodada culminou na saída de Rodolfo Arruabarrena, e consequentemente, no retorno de Gerardo Pelusso ao clube tricolor. Com ele, também chega uma nova mentalidade de futebol e várias alterações no time titular foram feitas para a partida desta noite.

Apenas quatro jogadores que terminaram jogando em 2013 iniciarão o confronto desta tarde. Sem poder contar com jogadores importantes e referências dentro do plantel como Andrés Scotti, Ignacio González e Iván Alonso, Pelusso colocará em campo um time mais jovem e rápido dentro de seu sistema de jogo.

Time titular: Leonardo Burián; Pablo Alvarez, Guillermo de Los Santos, Ismael Benegas e Juan Manuel Díaz; Rafael García e Maximiliano Calzada; Renato César, Gonzalo Ramos e Carlos de Pena; Santiago García.

No Peñarol, a esperança é por um novo início em 2014. Após a conquista do Campeonato Uruguaio a equipe aurinegra não conseguiu manter o mesmo nível e acabou tendo um Apertura desastroso. Agora no comando de Jorge Gonçalves e com novas contratações, a luta continua pelo bi-campeonato, além de uma boa campanha na Copa Libertadores.

E se nos tricolores a opção foi por um time mais veloz e dinâmico, a situação não foi diferente do outro lado. Gonçalves opta por uma dupla de ataque sem um referente na frente, tendo Carlos Nuñez e Jonathan Rodríguez se movimentando bastante. Mais atrás ainda há as saídas pelos flancos com Japo Rodríguez e Fabián Estoyanoff. Por último, será ainda a estreia de Pablo Lima com a camiseta mirasol.

Time titular: Danilo Lerda; Baltasar Silva, Damián Macaluso, Gonzalo Viera e Pablo Lima; Fabián Estoyanoff, Sebastián Píriz, Luis Aguiar e Jorge Rodríguez; Carlos Nuñez e Jonathan Rodríguez.

Data: 11/01/2014.
Local: Estádio Centenário.
Horário: 22h.
Arbitragem: Andrés Cunha, Mauricio Espinosa e Sebastián Silveira.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

VÁRIOS NOMES NA PAUTA DOS TRICOLORES.


Buscando o título perdido no final de semana passado, Nacional busca fazer algumas mudanças em seu plantel. Gerardo Pelusso já chegou após a renúncia de Rodolfo Arruabarrena, e o novo treinador tem a missão juntamente com a diretoria de reorganizar os jogadores para o primeiro semestre de 2013.

Os primeiros nomes já estão sendo especulados. Jorge Fucile já acertou seu contrato com os tricolores e tenta uma desvinculação junto ao Porto-POR, algo que não deverá ser tão difícil devido a sua não-utilização. Com isso, o lateral-direito tem grandes chances de ser o primeiro apresentado em Los Céspedes.

Ainda na parte da lateral, o argentino Matías Rodríguez também é especulado. Atualmente na Sampdoria-ITA, o jogador não está satisfeito e deseja sair. Nacional se manifesta como único interessado, e o atleta não descartou a chegada, mas tem como preferência dar seguimento na carreira no futebol europeu.

Passando ao miolo de zaga está quem a diretoria mais foca para fechar rapidamente a contratação. Sebastián Coates pode ser uma das estrelas do time para a Copa Libertadores elevando o nível da equipe. Se recuperando de uma lesão grave, o zagueiro pretende ter continuidade e ritmo de jogo após estar apto a jogar, algo que considera difícil em sua equipe atual, Liverpool-ING. O clube inglês sinaliza em positivo com um empréstimo até o final da temporada, restando a maior dúvida que corresponde a quem paga determinada quantidade do alto salário do zagueiro.

Já no meio-de-campo, o atual campeão, Gonzalo Porras, chamou o interesse da diretoria. Seu contrato termina em seis meses e os tricolores buscam uma definição juntamente com os diretores do Danubio para a liberação do volante. E ao setor ofensivo, volta a se falar de Mario Regueiro. Insatisfeito no futebol argentino, rescindirá com o Racing-ARG e tem como objetivo o retorno ao Uruguai.

Na parte de renovações e saídas, pouca coisa a ser manejada. Os volantes Diego Arismendi e Álvaro Fernández tem seus contratos se encerrando no final do ano e dependem de um novo acordo. Com o primeiro, praticamente tudo resolvido restando apenas o aval de Pelusso que já trabalhou com o jogador em sua última passagem. Com el Flaco, terá que se analisar visto o ruim desempenho nesta temporada, além de ter de negociar a prorrogação do empréstimo com o clube detentor do passe do jogador, Chicago Fire-EUA.

Por último, quem tem maior possibilidades de sair é o volante Maximiliano Calzada. Assediado há um bom tempo por diversos clubes de diferentes partes do mundo, o futuro do Pochola deverá ser o futebol mexicano. Santos Laguna está perto de acertar sua transferência no que seria a primeira baixa dos tricolores para 2014.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

GERARDO PELUSSO ACERTA RETORNO AO NACIONAL.


A surpreendente derrota na última rodada do Apertura frente ao Fénix e que custou o título do torneio também ocasionou mudanças internas. Logo após o revés, ainda no vestiário, Rodolfo Arruabarrena comunicou sua saída e que acreditava que seu ciclo havia se encerrado. Pois bem, em menos de um dia após seu pedido de renúncia, a diretoria do Nacional já achou seu substituto. Campeão uruguaio e semi-finalista da Copa Libertadores 2009, Gerardo Pelusso retorna com objetivo de sempre: vencer.

O sonho de ter Pelusso comandando a equipe novamente era algo que torcedores e dirigentes sempre procuravam. A cada saída no comando técnico se especulava seu retorno que por muitas vezes acabou sendo frustrado. No entanto, agora o treinador acabou por aceitar o novo convite vindo da diretoria e assinará um contrato de um ano e meio.

''Dirigir um clube como Nacional é sempre um desafio transcendente, e que faz automaticamente o treinador correr riscos. Isso é implícito, mas não nos preocupamos.'' - disse Pelusso hoje, quando entrevistado sobre sua chegada.

PASSADO TRICOLOR.

A história do treinador dentro da casamata do clube começou no segundo semestre de 2007. Um mau início de temporada fez Daniel Carreño ser demitido, e a primeira opção foi a do recém campeão uruguaio com Danubio e que estava dirigindo Alianza Lima-PER, time que também havia conquistado o título nacional em seu comando.

Após uma estreia perdendo por 2x0 enfrentando justamente o Danubio, Pelusso fez o time crescer e não perdeu mais no ano. No entanto, o restante foi decepcionante com um mediano 5º lugar no Clausura. As coisas começariam a mudar ainda naquela temporada com a conquista da Liguilla frente ao Defensor Sporting, dando vaga na Copa Libertadores do ano seguinte. Depois conseguiu outro Campeonato Uruguaio, e a gloriosa campanha em 2009 onde a equipe parou somente nas semi-finais, sendo batida pelo campeão Estudiantes de La Plata-ARG.

O saldo da passagem de Pelusso foi extremamente positivo. 38 vitórias, 13 empates e 12 derrotas, tendo um aproveitamento total de 67% e somando 127 pontos de 189 possíveis. Agora, a expectativa é que isso se repita a partir do início de 2014, e que o treinador lidere a equipe como já fez.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

PEÑAROL VENCE NACIONAL E IMPEDE LIDERANÇA DO RIVAL.


Clássico não há favorito. Por pior que esteja uma equipe ou outra, não tem como se apontar quem vai ganhar. Nacional vinha de uma goleada sobre o Cerro Largo e se caso vencesse agora, iria atingir a liderança do campeonato faltando somente três rodadas para o término. Peñarol faz um Apertura medíocre para quem foi campeão há pouco tempo, e até o momento ocupava a 13ª colocação. Um fácil diagnóstico poderia ser feito, com os tricolores mandando no jogo e podendo vencer a hora que quiser. Porém, quando se trata de um jogo feito esse, o clássico mais antigo do mundo fora da Grã-Bretanha, não pode se apontar um ganhador assim. Em campo, no que poderia se pensar em um massacre Bolsilludo, se transformou em mais uma vitória do Peñarol no duelo, e que de alguma forma, ''salva'' o tenebroso segundo semestre do ano.

Rodolfo Arruabarrena resolveu não inventar na hora da escalação e colocou sua equipe de costume. Com Juan Manuel Díaz suspenso, o jovem Maximiliano Moreira assumiu a posição. De resto, os mesmos que estão atuando desde o início da competição. Já pelo lado aurinegro, Jorge Gonçalves retornou com Tony Pacheco entre os onze, e devolveu a lateral-esquerda para Nicolás Raguso.

Dentro do jogo, as ações eram bastante claras. Nacional tinha mais a posse de bola e ditava o ritmo do jogo, enquanto o Peñarol buscava se fechar bem pra poder sair no contra-ataque, principalmente com Mauro Fernández, e buscando os dois mais avançados: Pacheco e Rodríguez. Sem pressa pra fazer o gol, os manyas esperavam apenas o erro de seu rival para as oportunidades aparecerem.

E apesar de ter o domínio no jogo nos primeiros minutos, as falhas do Nacional começaram a aparecer muito cedo. As contantes bolas longas buscando Iván Alonso passavam pela má saída de bola no meio-de-campo, que além de pecar nesse quesito, ainda era falho tanto no apoio como na marcação, com Álvaro Fernández e Maximiliano Calzada sumidos durante todo o jogo.

Com isso, achar espaço pra poder jogar no erro do Nacional se tornou algo bem mais fácil do que o imaginado. Por isso que com apenas dezesseis minutos jogados, Jonathan Rodríguez se desprendeu, arrancou pro gol e tocou na saída de Bava, onde a bola ainda encostou na trave antes de entrar. Peñarol mostrava que do jeito em que jogava, poderia ser mortal frente ao seu inimigo.

A abertura do marcador para os aurinegros mexeu com seu adversário. Nacional sentiu o gol sofrido e passou a ter ainda menos paciência pra conseguir o seu gol. Mas, depois de tanto insistir, achou o empate da única forma que se apresentava. Cobrança de falta na área e Iván Alonso testou pro gol de Castillo e colocou novamente os tricolores no jogo.

Mas o gol de Alonso, que poderia dar um novo ânimo à equipe no jogo, não valeu de nada. E menos de dois minutos, falha geral no setor defensivo do Nacional, Luis Aguiar faz tabela com Jonathan Rodríguez, Diego Arismendi não acompanha o volante aurinegro e como no primeiro gol, outra boa definição feita na saída de Jorge Bava. Resposta imediata do Peñarol que estava mais uma vez na frente do marcador.

Já no vestiário, Arruabarrena tinha de fazer sua equipe conseguir novos jeitos de se conseguir a virada, não apostando apenas no chutão. Mas em poucos segundos a conversa que o argentino teve com a sua equipe pareceu não surtir efeito. E menos de um minuto, novamente aparece Jonathan Rodríguez se desprendendo da defesa tricolor pra aumentar a vantagem.

Sem ver uma mudança de seu time e com um gol saindo tão cedo, Arruabarrena se viu pressionado a mexer no seu time. E de uma vez só, fez as três alterações a que tinha direito. Trocou Maximiliano Moreira por Ismael Benegas, Ignacio González por Álvaro Recoba e Richard Porta por Alexander Medina. O treinador tirou dois jogadores que estavam sumidos na parte ofensiva, e mudou o esquema de jogo, colocando mais um zagueiro e puxando Álvaro Fernández pra ala-direita e Pablo Álvarez pra ala-esquerda.

As mudanças melhoraram um pouco o time, mas não o suficiente. Peñarol se mantinha atrás e não dava espaços. Nacional buscava a velocidade pelas alas e tinha uma melhor saída de bola com os três zagueiros, além de Recoba ter entrado bem melhor do que Ignacio González desde o início do jogo. Mas ainda tinha como maior objetivo sempre cruzar para Alonso e agora, Medina, no ataque, no que resultava em muito pouco.

Com a paralisação por causa de briga envolvendo a torcida do Peñarol e a polícia, o jogo ficou parado por dez minutos, e na volta, a tônica seguiu a mesma. Recoba arriscou de fora da área e deu um lindo passe para Álvarez, mas ambos os lances não resultaram em gol.

Os tricolores só voltaram a balançar as redes faltando pouco mais de cinco minutos pro jogo terminar. Após bate-rebate na área e tentativa de chute de Álvarez em duas vezes, Recoba deu lindo passe pra Arismendi tirar do goleiro e diminuir a vantagem, dando nova esperança dentro do jogo.

O gol, no entanto, não serviu de nada. Vitória do Peñarol que salva um Apertura péssimo com uma vitória no clássico. Nacional, que até pouco tempo não perdia pro seu rival, já convive há 1 ano e meio sem vencê-lo, além de perder outra chance de ser líder do torneio faltando pouco para o término.

Nacional: Jorge Bava; Pablo Alvarez, Andrés Scotti, Guillermo de Los Santos e Maximiliano Moreira (8'' Ismael Benegas); Maximiliano Calzada, Diego Arismendi e Álvaro Fernández; Ignacio González (8'′ Alvaro Recoba); Richard Porta (8'′ Alexander Medina) e Iván Alonso.
Treinador: Rodolfo Arruabarrena.

Peñarol: Juan Castillo; Baltasar Silva, Joe Bizera (8'′ Gonzalo Viera), Damián Macaluso e Nicolás Raguso; Marcel Novick e Sebastián Piriz; Mauro Fernández, Antonio Pacheco (42'′ Marcelo Zalayeta) e Luis Aguiar; Jonathan Rodríguez (12'′ Fabián Estoyanoff).
Treinador: Jorge Gonçalves.

Gols: Jonathan Rodríguez aos 16 e no primeiro minuto do 2T e Luis Aguiar aos 28; Iván Alonso aos 26 e Diego Arismendi aos 39 do 2T.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

RESUMO DA 11ª RODADA DO APERTURA 2013.


Torneio Apertura vai chegando a sua reta final e as decisões estão se aproximando. Com isso, quem está na frente não quer perder a posição que adquiriu, e quem está atrás busca o mais rápido possível a reviravolta. Nesta 11ª rodada, o maior beneficiado foi o Danubio. Manteve sua liderança, viu o River Plate se descolar, e mostra qualidade o suficiente para retomar o caminho dos títulos.

Peñarol enfrentou Fénix dentro do Centenário querendo uma vitória para respirar bons ares em uma semana antes do clássico. Sem lutar por mais nada no torneio, ainda assim os três pontos eram uma obrigação. O adversário não era dos mais fortes, já que os albivioletas lutam contra o descenso. Ainda sem mostrar algo de bom e sofrendo um pouco, os aurinegros contaram com os gols de Carlos Nuñez e Jonathan Rodríguez para vencer o confronto.

Frequentemente nas finais do campeonato, Defensor Sporting mostra uma irregularidade impressionante nesse primeiro semestre da temporada. A impressionante e movimentada vitória sobre o nacional dentro do Franzini na rodada passada poderia dar um novo ânimos aos violetas. Se esperava uma nova vitória, dessa vez frente ao El Tanque Sisley. No entanto, os verdinegros dirigidos por Raúl Möller mostraram sua força e com um gol solitário de Santiago Lamanna, arrancaram mais três pontos em uma incrível campanha no torneio.

Com alguns tropeços, o desejo do River Plate era voltar a atormentar o líder. Sempre na parte de cima da tabela, uma vitória deixaria os darseneros na briga pelo título. O adversário seria o Sud América, até então em uma campanha normal para seus padrões. Guillermo Almada viu um bom time dentro de campo e que abriu 2x0 ainda no primeiro tempo. Porém, nos últimos dois minutos de jogo, Ángel Luna e Adrián Argachá empataram o confronto e enterraram o sonho de seu rival.

Outro jogo que terminou em 2x2 foi entre Liverpool e Juventud de Las Piedras. Com ambos querendo a vitória, partida foi bastante movimentada. Juventud esteve na frente por duas vezes, mas viu o empate surgir de dois penalties marcados. No final, ninguém saiu satisfeito com o resultado obtido.

A maior surpresa no campeonato veio do Tróccoli. Até então sem ter nenhuma vitória, Miramar Misiones tinha a expectativa de uma boa exibição e talvez um empate contra o Cerro, principalmente por estar atuando fora de casa. No entanto, os liderados por Gonzalo de Los Santos reagiram á péssima colocação e conseguiram sua primeira vitória, após 11 rodadas. Ignacio Christophersen e Pablo Pallante marcaram.

Dentro de seu campo, Wanderers bateu o Rentistas por 1x0. Sem grande movimentação, partida teve apenas o gol solitário marcado por Sergio ''Chapita'' Blanco, aos 34 minutos, em cobrança de penalty.

A incrível derrota contra o Defensor fez com que o Nacional perdesse a liderança para o Danubio. E para recuperá-la, tinha de visitar o Cerro Largo na cidade de Melo e vencer de qualquer jeito. A tarefa não era difícil, e a prática só reforçou a previsão. Partida magnífica de Iván Alonso que foi autor de três gols. O outro foi de Alexander Medina, retornando ao time titular após um longo tempo afastado. Enzo Borges descontou ao time arachán.

Por último, vem o líder. Mais perto do título a cada rodada, Danubio teve pela frente o Racing dentro do Jardines del Hipódromo. Sem forçar muito, a vitória veio, para a alegria da hinchada franjeada que esteve no estádio. Jonathan Alvez abriu o marcador no início da segunda etapa enquanto Líber Quiñones mostrou seu faro de artilheiro ao fechar a conta.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

NACIONAL SAI NA FRENTE MAS LIVERPOOL VIRA NO FINAL.


No melhor jogo da rodada, o líder Nacional enfrentou o embalado Liverpool dentro do Gran Parque Central. Partida foi extremamente movimentada, com lances para ambos os lados e bastante polêmica também. Nacional saiu na frente, mas com gols de Martín Bonjour e Rodrigo Aguirre, esse já na parte final, os negriazules conseguiram uma importante vitória para a sequência do campeonato.

Primeiro tempo começou alucinante. Primeiros quinze minutos foram de total domínio do Liverpool, que dominava a meia-cancha e atacava de forma muito bem organizada. Gonzalo Freitas iniciou muito bem o jogo, realizando vários desarmes e sendo essencial para seu time. Paulo Pezzolano foi o que esteve mais próximo de fazer o primeiro, mas acabou por acertar a trave esquerda do gol de Jorge Bava.

Sem conseguir o gol, Liverpool deu a impressão de recuar um pouco, e começou a sofrer pressão do Nacional. Se antes os tricolores ficaram acuados na defesa, agora a equipe passou a atuar praticamente por inteira no campo de ataque para tentar o gol. 

Restante do primeiro tempo passou a ser tricolor, que tentava mais pelos lados e nas jogadas altas. A equipe ganhou mais do que perdeu no quesito, mas não esteve com perigo perto de abrir o marcador. Sem ninguém balançar as redes, a primeira etapa acabou em um 0x0.

Ao segundo tempo, ritmo seguiu o mesmo, mas com o porém dos gols começarem a sair. Passe em profundidade pela esquerda á Iván Alonso, cruzamento rasteiro do atacante e gol contra de Andrés Lamas a favor do Nacional. Mais líder do que nunca, parecia que não havia chances do time perder o jogo.

No entanto, Liverpool demonstrou toda sua qualidade para conseguir reverter o resultado. Sem se desesperar, permaneceu no seu estilo de jogo que estava funcionando até então. E com pouco menos de dez minutos, o empate novamente aparecia no placar. Com Raúl Ferro cruzando, Martín Bonjour fez a função de centroavante e chutou bem, colocando a igualdade no jogo.

Sem a qualidade necessária no meio-de-campo, Rodolfo Arruabarrena tirou Gonzalo Ramos e colocou Álvaro Recoba. Liverpool, então, optou por esperar o adversário e sair em velocidade ao contra-ataque. Arriscado, já que Chino mostrou toda sua qualidade e por várias vezes deixou os atacantes na cara do gol. As oportunidades, no entanto, foram desperdiçadas.

E como já dizia o ditado, ''quem não faz, toma'', o Nacional viu as chances que perdeu serem extremamente lamentadas no final do jogo. Jorge Bava conseguiu defender o chute de Andrés Ravecca, mas quatro minutos depois, não conseguiu deter o arremate de Rodrigo Aguirre que deu a vitória ao Liverpool, a quarta seguida, e que trava a boa sequência do Nacional no campeonato, ainda que é líder.

Nacional: Jorge Bava; Pablo Álvarez, Guillermo de Los Santos, Andrés Scotti e Juan Manuel Díaz; Maximiliano Calzada, Diego Arismendi e Álvaro Fernández; Gonzalo Ramos (19'′ Álvaro Recoba); Richard Porta (10′ Lucas Cavallini (33'′ Santiago García)) e Iván Alonso.
Treinador: Rodolfo Arruabarrena.

Liverpool: Guillermo de Amores; Agustín Peña, Martín Bonjour, Andrés Lamas e Christian Almeida; Gonzalo Sena, Gonzalo Freitas e Raúl Ferro (76′ Lucas Tamareo); Paulo Pezzolano (87′ Andrés Ravecca); Facundo Barceló (64′ Miguel Puglia) e Rodrigo Aguirre.
Treinador: Eduardo Favaro.

Gols: Andrés Lamas, contra, aos 10 do 2T; Martín Bonjour aos 16 do 2T e Rodrigo Aguirre aos 40 do 2T.

Cartões vermelhos: Agustín Pena aos 41 do 2T e Gonzalo Freitas aos 43 do 2T.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

ESCALAÇÕES E HORÁRIOS DA NONA RODADA DO APERTURA.


SÁBADO, 02 DE NOVEMBRO.
17h00
Racing: Jorge Contreras; Gonzalo Aguilar, Rodrigo Brasesco, Mauricio Fernández e Enzo Ruíz; Carlos Díaz, Ernesto Dudok e Agústin Gutiérrez (Carlos Acosta); Diego Zabala; Luis Gorocito e Cristian Tabó.

Defensor Sporting: Martín Campaña; Emilio Zeballos, Ramón Arias, Mario Risso e Lucas Morales; Juan Carlos Amado e Andrés Fleurquín; Felipe Gedoz, Nicolás Olivera e Adrián Luna; Ignacio Risso.

17h00
River Plate: Damián Frascarelli; Luis Torrecilla, Cristian González, Flavio Córdoba e Lucas Olaza; Gabriel Marques, Hamilton Pereira, Martín Alaniz e Cristian Techera; Leandro Rodríguez e Diego Casas.

Rentistas: Guillermo Reyes; Sebastián Ramírez, Ignacio Ithurralde, Sebastián Sellanes e Andrés Silva; Gabriel Costa, Gonzalo Bazallo, Rodrigo Sebastián Vázquez e Gonzalo Camargo; Danilo Cóccaro e Guillermo Maidana.

17h00
Nacional: Jorge Bava; Pablo Alvarez, Andrés Scotti, Guillermo de Los Santos e Juan Manuel Díaz; Maximiliano Calzada, Diego Arismendi e Álvaro Fernández; Gonzalo Ramos; Iván Alonso e Richard Porta.

Liverpool: Guillermo de Amores; Agústin Peña, Martín Bonjour, Andrés Lamas e Christian Almeida; Gonzalo Sena, Gonzalo Freitas e Jonathan Barboza; Paulo Pezzolano; Facundo Barceló e Rodrigo Aguirre.

DOMINGO, 03 DE NOVEMBRO.
10h15
Danubio: Salvador Ichazo; Hugo Soria, Fabricio Formiliano, Emiliano Velázquez e Federico Ricca; Gonzalo Porras, Pablo Míguez, Camilo Mayada e Ignacio González; Jonathan Alvez e Líber Quiñones.

Wanderers: Federico Cristóforo; Mauricio Gómez, Gastón Bueno, Martín Díaz e Martín Rivas; Santiago Martínez, Adrián Colombino, Gastón Rodríguez e Diego Riolfo; Rodrigo Pastorini e Sergio Blanco.

17h00
El Tanque Sisley: Nicola Pérez; Juan Pablo Fagúndez, Bruno Piano, Carlos Santucho e Yefferson Moreira; Jonathan Iglesias, Pablo Lima e Gastón Martínez; Juan Ignacio Marcarié; Santiago Lamanna e Gastón Puerari (Álvaro Mello).

Sud América: Javier Irazún; Maximiliano Pereiro, Jorge Viotti e Rodrigo Mieres (Adrián Argachá); Richard Pellejero, Fernando Pascual, Ángel Luna (Santiago Biglieri) e Ángelo Paleso; Federico Gallego, Santiago González e Juan Manuel Cobelli.

17h00
Fénix: Luís Mejía; Juan Alvez, Maximiliano Perg, Fabricio Silva e Rodrigo Rojo; Christian Silveira, Gonzalo Papa e Marcos Mansulino; Hernán Novick; Leonardo Melazzi e Maximiliano Pérez.

Juventud de Las Piedras: Martín Góngora; Alejandro Reyes, Rodrigo Cabrera, Darwin Torres e Mario Soto; Cristian Latorre e Silvio Dorrego; Gastón Otreras, Nestór Silva e Marco Antônio.

17h00
Cerro Largo: Ramiro Bentancur; Raúl Echandía, Marcos Otegui, Jonathan Souza Motta e Alejandro Acosta; Guillermo Moretti, Bruno Silva e Maximiliano Cantera; Adolfo Lima; Rino Lucas e Fabricio Nuñez.

Cerro: Rodrigo Odriozola; Gabriel de León, Pablo Melo, Alejandro Lago e Daniel Leites; Juan Ramón Curbelo, Javier Méndez, Matías Abisab e Gustavo Varela; Héctor Acuña e Hugo Silveira.

17h00
Peñarol: Juan Castillo; Emiliano Albín, Damián Macaluso, Gonzalo Viera e Maximiliano Gómez; Sebástian Píriz e Luis Aguiar; Mauro Fernández, Antonio Pacheco e Jorge Rodríguez; Jonathan Rodríguez.

Miramar Misiones: Adrián Berbia (Alberto Eiralde); Cristian Colman, Pablo Pallante, Luis Maldonado e Facundo Tealde (Martín Cardozo); Sebastián Pérez, Marcelo Broli, Jonathan Ríos e Ignacio Christophersen; Ignacio Colombini e Federico Fernández.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

NACIONAL VENCE JUVENTUD E É O NOVO LÍDER DO APERTURA.


De volta á liderança! Se na temporada passada a equipe tricolor praticamente não teve o gostinho de ser líder ao menos uma vez no campeonato, agora já pode se dizer que tem. Com o tropeço do River Plate, Nacional agora é o primeiro colocado do Apertura depois de vencer sem contestações o Juventud de Las Piedras.

Se Rodolfo Arruabarrena continuava com seu esquema habitual tendo dois volantes que saem muito ao jogo, Mario Saralegui resolveu alterar seu esquema de jogo. Sabendo da maior qualidade de seu adversário, o treinador deixou cinco jogadores na defesa e outros quatro na meia-cancha, tentando não dar espaços ao Nacional e apostar na velocidade.

No entanto, a estratégia durou muito pouco e nem foi testada de fato. Isso porquê com apenas cinco minutos de jogo, Nacional abria o marcador. Tabela de Juan Manuel Díaz e chute forte e cruzado do lateral que colocava os tricolores na frente do marcador bem no início do jogo.

A abertura do placar transformou o jogo em mais fácil do que já se previa. Juventud teve de sair e não estava preparado para jogar no ataque. Nacional neutralizou muito bem qualquer jogada ofensiva que era produzida e saia tranquilo para jogar no campo ofensivo. Sem Nacho González, lesionado, Gonzalo Ramos entrou e cumpriu o papel á altura. Abrindo espaços, ótimo controle de bola e grande visão de jogo.

Sem pressa pra fazer o segundo, Nacional ia trabalhando a bola e chegando ao ataque cada vez mais. Já no segundo tempo, conseguiu fazer mais um. Cruzamento, ajeitada de Ramos e finalização precisa de Iván Alonso no canto de Góngora.

Juventud não mostrava reação e o empate era algo impossível de acontecer. Principalmente após Maximiliano Calzada enxergar Richard Porta e entregar um grande passe ao atacante que chutou bem cara-a-cara com o arqueiro.

Alejandro Reyes descontou minutos depois mas nada que pudesse animar os pedrenses. Vitória incontestável do Nacional que chega a liderança e que promete lutar muito para não deixa-la escapar. Ainda tem jogos duros no restante do torneio, como contra Defensor e Peñarol, mas mostrou que pode passar pelas adversidades.

Juventud de Las Piedras: Martín Góngora; Marcelo Rodríguez (46′ Jaime Báez), Darío Flores (35′ Matías Soto), Rodrigo Cabrera, Silvio Dorrego e Alejandro Reyes; Emiliano Romero, Cristian Latorre, Rodrigo Viega e Gastón Otreras; Marco Antônio (14'′ José María Franco).
Treinador: Mario Saralegui.

Nacional: Jorge Bava; Pablo Álvarez, Guillermo de Los Santos, Andrés Scotti e Juan Manuel Díaz; Maximiliano Calzada, Diego Arismendi (36'′ Rafael García) e Álvaro Fernández (27'′ Carlos de Pena); Gonzalo Ramos (18'′ Alvaro Recoba); Richard Porta e Iván Alonso.
Treinador: Rodolfo Arruabarrena.

Gols: Juan Manuel Díaz aos 5 minutos, Iván Alonso aos 7 do 2T e Richard Porta aos 26 do 2T; Alejandro Reyes aos 34 minutos do 2T.

sábado, 26 de outubro de 2013

TRAJETÓRIA DO NACIONAL TRI-CAMPEÃO DA AMÉRICA.


''El Hugo, el Hugo, el Hugo, GOOOOOOL!!!'' Carlos Muñoz, narrava assim há exatos 25 anos, o gol de penalty marcado pelo eterno capitão tricolor, Hugo de León. Terceiro e derradeiro gol, que dava ao Nacional sua terceira Copa Libertadores da América, e levava alegria ao seu torcedor após quatro anos sem nenhum título conquistado.

Anos anteriores a 1988 haviam sido difíceis ao Nacional. Dois vice-campeonatos uruguaios e a recém conquista do Peñarol um ano antes mostravam que a torcida estava impaciente e queria ver os resultados aparecerem em campo. Mas estava claro que a simples conquista de um torneio nacional não seria o suficiente. Tanto o clube quanto seus aficionados queriam mais, e para ser assim, o único método era a conquista de mais uma Copa Libertadores.

A montagem do grupo que depois se tornaria campeão da América passava pela chegada de um treinador vencedor e com capacidade para lideram um elenco a uma conquista de tanta magnitude. A escolha foi pro Roberto Fleitas, que mesmo sem muita experiência, havia montado a base do Central Español que seria campeão uruguaio um ano mais tarde, em 1984. Depois fora escolhido como treinador da Celeste e levou a seleção a conquista de mais uma Copa América, em 1987.

Juntamente com Fleitas, a diretoria passou a trabalhar no plantel. Da base campeã, poucos estavam no clube há mais de um ano. O volante Santiago Ostolaza e o lateral José Luis Pintos foram os únicos que ficaram. Todo o resto foi reformulado e várias contratações tiveram de ser feitas. Goleiro titular foi Jorge Seré, contratado do Danubio. Felipe Relevez e William Castro vinham do Bella Vista, Jorge Cardaccio chegava do futebol venezuelano, Ernesto Vargas fora vendido do rival Peñarol e Juan Carlos de Lima estava no Botafogo.

Mas ainda assim, faltava alguém. Um líder, um ídolo, precisava estra naquele grupo. E para o elenco ficar completo, chegava Hugo de León. Cria do clube e ícone, vinha de uma fantástica passagem pelo futebol brasileiro, onde tinha ganhado tudo com o Grêmio. Saiu em 1980 do Nacional deixando ao clube a conquista da América, e chegava novamente com a promessa de mais uma.

Na fase de grupos os tricolores caíram junto de seu companheiro uruguaio, Wanderers, e com os colombianos América de Cali e Millonarios. Início não foi o esperado, conquistando apenas um empate de 0x0 com os boêmios. Mas os jogos seguintes indicavam que a primeira rodada tinha sido apenas um tropeço. Nas três partidas seguintes, três vitórias: 2x0 no América de Cali, 4x1 no Millonarios e 1x0 sobre o Wanderers, todas em Montevidéu.

Sem perder com quatro rodadas e líder do grupo, Nacional já estava praticamente classificado e se deixou relaxar nos jogo seguintes. Relaxou tanto que sofreu uma goleada do Millonarios por 6x1 na Colômbia em um jogo totalmente atípico. A derrota causou certa desconfiança mas não custou a vaga na fase seguinte, assegurando a segunda colocação depois de empatar sem gols contra o América.

Na segunda fase, o adversário seria o chileno Universidad Católica. Em um sistema de cinco chaves com os outros nove times classificados, o Nacional poderia até cair com o Peñarol na classificatória seguinte, já que o campeão tinha vantagem entrando mais tarde na competição. Em dois jogos, dois empates: 1x1 no Chile e 0x0 dentro do estádio Centenário. Pelo critério adotado de gols fora-de-casa, os tricolores se aproveitaram a avançaram de fase junto do América-COL, Oriente Petrolero-BOL, San Lorenzo-ARG e Newell's Old Boys-ARG.

A terceira fase continha os times classificados mais o Peñarol. Adversário tricolor seria o Newell's Old Boys que acabou sendo um adversário extremamente complicado. Em Rosário, primeiro confronto terminou em 1x1, com Juan Carlos de Lima abrindo o marcador ao Nacional, mas tendo o empate no decorrer do tempo. Em Montevidéu, vitória por 2x1, com gols de Santiago Ostolaza e Yubert Lemos. Los Bolsilludos se classificavam para as semi-finais e a cada partida reafirmavam seu poderio.

Com o regulamento prevendo que o melhor derrotado da terceira fase passava para as semi-finais, o Newell's também fora classificado. Uma disputa entre argentinos envolvendo La Lepra e o San Lorenzo, que derrotou o Peñarol. Rival do Nacional seria seu velho conhecido na competição, América de Cali, que se classificou junto com o clube na primeira fase. No retrospecto do torneio, uma vitória a favor dos uruguayos e um empate.

Em dois jogos duríssimos, Nacional repetiu o que havia feito. Vitória magra com gol de Yubert Lemos em Montevidéu, e um empate por 1x1 em Cali, conquistado apenas pelo gol salvado de Juan Carlos de Lima nos minutos finais, em uma partida que envolveu briga dentro e fora do estádio.

Após um longo trajeto, Nacional estava muito perto de conquistar a América mais uma vez. Clube chegava novamente a uma final, oito anos mais tarde de ter vencido pela segunda vez. Faltavam apenas dois jogos para que pudesse ser realizado novamente o sonho. Mas na final, não seria tão fácil. Newell's Old Boys estava novamente no caminho, e estava disposto a reverter o placar que havia ocorrido na terceira fase.

Os argentinos tinham uma equipe que podia lutar de igual pra igual com o Nacional. Liderados por José Yudica, campeão da América anos antes com o pequeno Argentinos Juniors e detentor de dois títulos argentinos, Newell's tinha grandes valores. Noberto Scoponi, grande ídolo leproso, estava no gol. Roberto Sensini era o xerife da zaga, e Gerardo Martino comandava de forma brilhante o meio-campo. No ataque, um trio poderoso: Roque Alfaro, que havia voltado após um tempo atuando fora, Sergio Almirón, retornando de uma curta passagem pela França, e um jovem que estava surgindo e encatado a todos: Gabriel Batistuta.

Como já tinha sido na terceira fase, o primeiro jogo da decisão não foi fácil. 45 mil se fizeram presentes no Gigante de Arroyito para apoiar o Newell's no que poderia ser sua primeira conquista de Libertadores. O gol de Jorge Gabrich aos 15 minutos do 2T fez o estádio explodir e deixar os argentinos mais perto do título.

Na partida de volta, a torcida tricolor fez o mesmo que seus adversários fizeram. Encheram o Centenário com mais de 75 mil pessoas presentes, e transformaram as arquibancadas em um caldeirão. E em um jogo perfeito de seus 11 homens em campo, o Nacional não deu nenhuma chance ao Newell's. Ernesto Vargas com apenas 13 minutos igualou tudo. Ainda no primeiro tempo, Santiago Ostolaza fez o segundo, e já na parte final, Hugo de León na marca do cal sacramentou a vitória e a terceira conquista da América aos tricolores.


1º jogo: Newell's Old Boys 1x0 Nacional. Estádio: Gigante de Arroyito, Rosário.

Newell's Old Boys: 1. Norberto Scoponi; 19. Darío Franco, 2. Jorge Theiler, 3. Roberto Sensini e 6. Jorge Pautasso; 5. Juan Manuel Llop, 8. Gerardo Martino (36'' 13. Miguel Fullana) e 10. Juan José Rossi; 9. Roque Alfaro, 11. Sergio Omar Almirón (46' 16. Jorge Gabrich) e 7. Gabriel Batistuta.
Treinador: José Yudica.

Nacional: 1. Jorge Seré; 20. José Luis Pintos Saldanha; 19. Hugo De León; 4. Felipe Revelez; 23. Carlos Soca; 14. Santiago Ostolaza, 5. Jorge Cardaccio e 8. Yubert Lemos; 9. Ernesto Vargas (44'' 21. Daniel Carreño), 6. Juan Carlos de Lima e 10. William Castro.
Treinador: Roberto Fleitas.

2º jogo: Nacional 3x0 Newell's Old Boys. Estádio: Centenário, Montevidéu.

Nacional: 1. Jorge Seré; 20. José Luis Pintos Saldanha; 19. Hugo De León; 4. Felipe Revelez; 23. Carlos Soca; 14. Santiago Ostolaza, 5. Jorge Cardaccio e 8. Yubert Lemos; 9. Ernesto Vargas (10'''' 21. Daniel Carreño), 6. Juan Carlos de Lima e 10. William Castro (9''' 7. Héctor Morán)
Treinador: Roberto Fleitas.

Newell's Old Boys: 1. Norberto Scoponi; 19. Darío Franco, 2. Jorge Theiler, 3. Roberto Sensini e 6. Jorge Pautasso; 5. Juan Manuel Llop (45'' 15. Victor Ramos), 8. Gerardo Martino e 10. Juan José Rossi; 9. Roque Alfaro, 16. Jorge Gabrich (46' 11. Sergio Omar Almirón) e 7. Gabriel Batistuta.
Treinador: José Yudica.