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quinta-feira, 14 de novembro de 2013

CELESTE GOLEIA JORDÂNIA E GARANTE IDA AO BRASIL.


Passagem confirmada até o Brasil! Celeste visitou a Jordânia em seu primeiro compromisso pela repescagem à Copa de 2014 e já tratou de resolver a classificação no jogo de ida. Sem nenhum tipo de complicação, a seleção fez 5x0 sobre os locais e a chance de não estar no próximo Mundial é praticamente nula.

Querendo já confirmar a classificação neste jogo, Oscar Tabárez se aproveitou da enorme superioridade que tinha sobre os asiáticos e colocou em campo uma equipe bastante ofensiva. Apenas um homem na marcação, papel que era de Arévalo Ríos, e três meio-campistas com a dupla de ataque formada por Suárez e Cavani.

Sem a necessidade de se preocupar tanto com a parte defensiva, o Uruguai buscou pressionar seu adversário e ter bastante intensidade, querendo que os gols saíssem da forma mais rápida possível. E isso não foi algo difícil de se fazer. Com vinte minutos passados, Maxi Pereira aproveitou para completar o rebote do goleiro em cabeceio de Cavani e abriu a porta para a goleada.

Com o primeiro gol sendo feito, a pressão saiu dos ombros dos uruguaios. A abertura do placar dava uma maior tranquilidade para que as jogadas fossem feitas e que os gols fossem marcados. Além disso, a Jordânia também teria de sair um pouco mais e dava ainda mais espaços do que já vinha dando desde o início do jogo.

Sendo assim, com o passar do tempo, os gols foram feitos e a cada minuto a classificação já se mostrava garantida à Celeste. Stuani aumentou a vantagem no final do 1T, e Lodeiro, Cebolla e Cavani fecharam o placar e deram a vaga na próxima Copa.

Apesar do adversário ser extremamente inferior, não se sabia que a classificação seria tão fácil. Sem passar grande apuros e jogando tranquilamente, a goleada foi construída. A partida de volta é mera formalidade e servirá apenas para a festa ser feita pelos torcedores dentro do Centenário. E agora, depois de 64 anos, a Celeste garante a volta ao seu principal palco em Copas do Mundo.

Jordânia: Mohammad Shatnawi; Sharif Nassar, Tareq Khattab, Saeed Al Murjan e Odai Al Saify (8'′ Musab Allahham); Adnan Hasan, Ahmad Ibrahim, Oday Zahran (8'′ Thaer Bawab) e Khalil Bani Ateyah (20'′ Rakan Bani Khaled); Hatem Aquel e Ala Al Bashir.
Treinador: Houssan Hassan.

Uruguai: Martín Silva; Maximiliano Pereira, Diego Lugano, Diego Godín e Martín Cáceres; Arévalo Ríos; Christian Stuani (24'′ Gastón Ramírez), Nicolás Lodeiro (25'′ Alvaro Pereira) e Cristian Rodríguez; Luis Suárez (35'′ Diego Forlán) e Edinson Cavani.
Treinador: Oscar Tabárez.

Gols: Maximiliano Pereira aos 21 minutos, Christian Stuani aos 42, Nicolás Lodeiro aos 23 do 2T, Cristian Rodríguez aos 32 do 2T e Edinson Cavani no último minuto de jogo.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

URUGUAI VENCE ARGENTINA MAS ESTÁ NA REPESCAGEM.


Vitória mas que não mudou nada. Uruguai recebeu a Argentina dentro de Centenário e conseguiu vencer por 3x2 sua eterna arqui-rival. Mas a seleção ficou longe de bater o saldo de gols de Chile ou Equador e continuou na 5ª colocação. Como já era esperado, a Celeste enfrentará a Jordânia pela repescagem à Copa do Mundo de 2014.

Não precisando se defender muito já que ao menos repescagem estava garantida, o Uruguai foi á frente desde o início. Com Diego Pérez e Arévalo Ríos fixados como doble cinco, a seleção tinha poder pelos lados do campo com Christian Stuani pela direita e Cristian Rodríguez pela direita, além da dupla de ataque contendo Edinson Cavani e Luis Suárez.

Esse início de jogo foi muito bem executado e logo as primeiras oportunidades foram transformadas em gol. Cruzamento para a área em cobrança de falta e a bola sobrou para Cristian Rodríguez chutar cruzado e forte, sem chances de Sergio Romero conseguir deter o chute.

No entanto, a Celeste abaixou o ritmo e deixou a Argentina jogar. Apesar de estar com seu time reserva, por já estar classificada, os comandados de Alejandro Sabella demonstraram a mesma qualidade dos titulares e passaram a chegar com perigo. E a exemplo do que havia ocorrido com o Uruguai, em uma de suas primeiras oportunidades criadas o gol saiu. Falha de Diego Godín em cruzamento e Maxi Rodríguez deixou tudo igual aos 11 do 1T.

A Argentina continuava bem dentro de campo e o Uruguai tinha dificuldades na marcação. Parte ofensiva ia muito bem comandado por Rodrigo Palacios, um dos melhores em campo. Pelo outro lado, a solução era ter a paciência necessária para que a bola chegasse com qualidade nos homens de frente, já que eles teriam qualidade suficiente para que as jogadas de perigo surgissem.

Mas não foi dessa maneira que o segundo tento Celeste foi marcado. Árbitro viu penalty de Federico Fernández em cima de Luis Suárez. Na cobrança, o mesmo cobrou e colocou o Uruguai na frente do placar novamente, para a alegria de todos e fazendo o Centenário explodir.

Só que a defesa uruguaia não estava ajudando muito. Conhecido pelo seu forte poder de marcação e aplicação tática, a Celeste sofria no setor e deixava demasiados espaços. E como era de se esperar quando há grandes falhas, o gol novamente saiu para o lado argentino. Maxi Rodríguez ficou livre para cortar e chutar de fora da área rasteiro, fazendo seu segundo no jogo e o segunda de sua seleção aos 41 minutos.

Tendo apenas o empate no primeiro tempo, Oscar Tabárez colocou ainda mais ofensividade na equipe. Tirou um de seus volantes, Diego Pérez, e pôs em campo o meia Gastón Ramírez. Era o tudo ou nada se quisesse ao menos a vitória naquela noite dentro do estádio Centenário.

A alteração deu certo e o gol rapidamente veio, a exemplo do que acontecera anteriormente. Passe para Luis Suárez, arrancada de Edinson Cavani e passe para o atacante do Paris Saint-Germain definir cara-a-cara com o goleiro. Livre, ele não perdeu e fez o terceiro.

Argentina permaneceu atacando mas o Uruguai retornou melhor em sua parte defensiva. Os médios-alas em determinado momento do confronto tinham de retornar mais para marcar do que ajudar seus companheiros de ataque, muito por causa da saída de um dos volantes de contenção. No final, a vitória chegou, mas que não foi o suficiente. Agora tem a Jordânia pela frente, adversário não tão qualificado, mas que não pode ser desprezado. Celeste chega favorita aos confrontos dos dias 13 e 20 de novembro.

Uruguai: Fernando Muslera;Maximiliano Pereira, Diego Lugano, Diego Godín e Jorge Fucile; Christian Stuani (44'′ José María Giménez), Diego Pérez (46′ Gastón Ramírez), Arévalo Ríos e Cristian Rodríguez; Edinson Cavani e Luis Suárez.
Treinador: Oscar Tabárez.

Argentina: Sergio Romero; Hugo Campagnaro, Federico Fernández, Sebastián Domínguez e José Basanta; Augusto Fernández (37'′ Mauro Icardi) e Lucas Biglia; Ever Banega (23'′ Leandro Somoza), Maximiliano Rodríguez e Erik Lamela (30'′ José Sosa); Rodrigo Palacio.
Treinador: Alejandro Sabella.

Gols: Cristian Rodríguez aos 6 do 1T, Luis Suárez aos 34 e Edinson Cavani aos 4 minutos do 2T; Maximiliano Rodríguez aos 14 e aos 41 minutos do 1T.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

MUDANÇAS PARA JOGO CONTRA ARGENTINA.


Uruguai se prepara para a última partida nas Eliminatórias para Copa do Mundo de 2014 com a quase garantia de que irá ter que passar pela repescagem. Torcendo para um vencedor entre Equador e Chile, a Celeste terá a difícil missão de passar pela Argentina amanhã. Tabárez já planeja algumas mudanças e sinaliza com uma equipe mais ofensiva.

Precisando da vitória a qualquer custo, em tese a seleção não tem muito o que perder. Apenas uma goleada seria extremamente prejudicial no que poderia afetar os ânimos tanto dos jogadores quanto dos torcedores. Do contrário, uma derrota e empate continuam dando a vaga na repescagem. Por conta exatamente disso que el Maestro Tabárez abandona o esquema colocado em Quito. Tira o 3-5-2 e retoma o 4-4-2 que deu certo contra a Colômbia, no mesmo palco, o Centenário.

José María Giménez, apesar de ter ido muito bem quando exigido, não terá lugar na equipe. Dá lugar para Christian Stuani, atacante do Espanyol-ESP. Outro que sai, mas por opção técnica, é Walter Gargano. O volante ficará no banco enquanto Diego Pérez volta a ser titular.

A equipe não deverá ter outras mudanças e entrará amanhã com: Fernando Muslera; Maximiliano Pereira, Diego Godín, Diego Lugano e Jorge Fucile; Christian Stuani, Diego Pérez, Arévalo Ríos e Cristian Rodríguez; Edinson Cavani e Luis Suárez.

domingo, 13 de outubro de 2013

URUGUAI PERDE PARA EQUADOR E DEVERÁ DISPUTAR REPESCAGEM.


Uruguai foi rumo à Quito enfrentar a seleção da casa com o objetivo de uma vitória para conseguir uma classificação de forma direta. No entanto, a Celeste não manteve o nível dos jogos anteriores e acabou por ser derrotada pelo placar mínimo. É quase certo que a repescagem será disputada mais uma vez, pela 4ª oportunidade seguida.

A estratégia traçada por Oscar Tabárez era de iniciar a partida na defesa. A altitude de Quito era um fator que atrapalhava e muito o Uruguai, e por isso, teria que ter cautela dentro de campo. Maxi Pereira e Jorge Fucile ficavam mais presos á zona defensiva e não se arriscavam muito ao ataque. Cristian Rodríguez fechava no meio-de-campo, fazendo companhia aos dois volantes, Gargano e Arévalo Ríos, enquanto Cavani ficava mais isolado com Suárez.

A marcação ocorria atrás da linha da bola, justamente para que não houvesse tanto desgasto físico. E quando tinha a posse de bola, não era preciso ter pressa. Teria que rodar bastante e tentar chegar aos mais avançados da frente que possibilitariam uma melhor presença na área e na criação de jogadas.

Equador ameaçou no início com uma bola cruzada na área onde ninguém apareceu pra concluir. A resposta veio poucos minutos depois em boa participação Maxi Pereira no campo ofensivo. O lateral-direito passou á Suárez e o atacante do Liverpool cruzou rasteiro para Cavani que não chegou por centímetros e não fez o gol.

Porém, as investidas dos Equador foram se tornando mais claras. Uruguai não ia ao campo de ataque e sofria com as bolas sempre rondando a área. Por algumas vezes situações claras de perigo não aconteceram graças a um desvio fatal, como foi de José María Giménez após cruzamento.

Lado direito do Equador, e esquerdo defensivo do Uruguai, era o mais explorado. Inúmeras jogadas aconteciam por ali e estava claro que caso o gol saísse, seria pelo setor. E aos 30 minutos, aconteceu o que já estava previsto há algum tempo dentro de campo. Falha de Godín, cruzamento de Valencia e gol de Jefferson Monteiro, para explodir o estádio.

Com o gol sofrido, Uruguai adiantou um pouco mais as linhas e deu maior liberdade aos laterais para que fossem ao ataque. A mudança em primeiro sentido não fez efeito, já que o Equador chegou outras duas vezes com perigo em que Muslera defendeu bem. Depois, a Celeste até que conseguiu tramar uma boa jogada, que terminou em Cavani que tentou buscar o penalty.

Para o segundo tempo, Tabárez fez apenas alterações no formato de jogo. Ao invés de ter uma linha de três, optou por colocar Giménez como lateral-direito, e empurrar Maxi Pereira para a meia-direita, transformando o time em um 4-4-2, completando com Cebolla Rodríguez na meia-esquerda. A tentativa era dar uma melhor proteção no lados do campo, mas sem perder a ofensividade.

Apesar do Equador ter chegado primeiro, e novamente pela esquerda, o Uruguai foi tendo o controle da segunda etapa, e colocando a seleção mandante, em alguns momentos, presa em sua própria zona defensiva. Suárez teve duas chances em cobranças de falta perto do gol, mas acabou por desperdiçar ambas.

Ainda acuado na defesa, quase que a vantagem foi ampliada ao Equador. Sempre pelo mesmo lado, Antonio Valencia cruzou para a área e contou com a falha de Muslera. O goleiro saiu mal e não defendeu a bola. E para sorte do arqueiro e de todos os uruguaios, estava José María Giménez para tirar a bola pra escanteio no momento certo.

Querendo ao menos o empate, Tabárez fez algumas modificações no time. Tirou Maxi Pereira e Walter Gargano e colocou Diego Forlán e Alejandro Silva. Com um enganche e um volante que sai mais para o jogo, o objetivo era ter o controle no meio-de-campo e chegar com maior qualidade ao ataque.

Com o passar dos minutos, Equador ia se preocupando apenas em ter o jogo na mão e não deixar a vitória escapar. Uruguai ia tentando alguma coisa, mas sempre pecava no último lance para que o gol saísse. No último minuto, Cavani teve a bola do jogo pra deixar tudo igual, mas chutou forte demais e não marcou.

No final, derrota fora-de-casa e que significa quase que certa mais uma participação nas Eliminatórias. Equador e Chile se enfrentam e um empate garante ambos de forma direta. Uruguai teria de torcer para um dos dois vencerem e fazer sua parte contra a Argentina. Caso isso não aconteça, que é o mais provável, o adversário na repescagem deverá ser a Jordânia.

Equador: Alexander Domínguez; Juan Carlos Paredes, Jorge Guagua, Frickson Erazo e Walter Ayoví; Segundo Castillo, Cristian Noboa, Antonio Valencia e Jefferson Montero (36'′ Renato Ibarra); Felipe Caicedo e Enner Valencia (25'′ João Rojas) (44'′ Alex Bolaños).
Treinador: Reinaldo Rueda.

Uruguai: Fernando Muslera; José María Giménez, Diego Lugano e Diego Godín; Maximiliano Pereira (19'′ Diego Forlán), Walter Gargano (26'′ Alejandro Silva), Arévalo Ríos e Jorge Fucile; Cristian Rodríguez (33'′ Gastón Ramírez), Edinson Cavani e Luis Suárez.
Treinador: Oscar Tabárez.

Gol: Jefferson Montero aos 30 minutos de jogo.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

MAESTRO TABÁREZ ANUNCIA LISTA DE CONVOCADOS.


Oscar Tabárez definiu todos os 26 convocados da Seleção Uruguaia que estarão disponíveis para os dois últimos jogos das Eliminatórias para a Copa de 2014, e que serão essenciais à Celeste caso queira garantir vaga direta. Equador e Argentina serão os próximos adversários e os jogos vão ser nos dias 11 e 15, respectivamente.

A única grande mudança da última convocação é a inclusão de Rodrigo Muñoz entre os três goleiros, saindo Juan Castillo. Popi Muñoz vinha sendo a quarta escolha de Tabárez, e com a má fase de Castillo no Peñarol, optou-se pelo atual arqueiro do Libertad. Outros que foram cortados são Gastón Silva e Gonzalo Castro.

Há de se lembrar também que Martín Cáceres está fora por suspensão e lesão ainda não recuperada da partida contra o Peru, de mais de um mês atrás.

Goleiros: Fernando Muslera (Galatasaray-TUR), Martín Sílva (Olimpia-PAR) e Rodrigo Muñoz (Libertad-PAR).

Laterais: Matías Aguirregaray (Estudiantes de La Plata-ARG), Jorge Fucile (Porto-POR), Alejandro Silva (Olimpia-PAR) e Maximiliano Pereira (Benfica-POR).

Zagueiros: Diego Lugano (West Bromwich-ING), Diego Godín (Atlético de Madrid-ESP), José María Giménez (Atlético de Madrid-ESP) e Andrés Scotti (Nacional-URU).

Volantes: Walter Gargano (Parma-ITA), Diego Pérez (Bologna-ITA) Arévalo Ríos (Chicago Fire-EUA), Sebastián Eguren (Palmeiras-BRA), Álvaro González (Lazio-ITA) e Álvaro Fernández (Nacional-URU).

Meio-campistas: Álvaro Pereira (Internazionale-ITA), Cristian Rodríguez (Atlético Madrid-ESP), Nicolás Lodeiro (Botafogo-BRA) e Gastón Ramírez (Southampton-ING).

Atacantes: Diego Forlán (Internacional-BRA), Luis Suárez (Liverpool-ING), Edinson Cavani (Paris Saint Germain-FRA), Cristhian Stuani (Espanyol-ESP) e Abel Hernández (Palermo-ITA).

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

GRANDE VITÓRIA CELESTE CONTRA A COLÔMBIA!


QUE VITÓRIA! Enfrentando uma das melhores seleções atualmente, a Celeste demonstrou o porque não pode ser considerada nunca fora de algo que não terminou. A seleção ressurgiu depois de estar morta para alguns dentro da Eliminatória e mostrou a todos que estavam errados, principalmente com uma vitória sobre a Colômbia dentro do Centenário, garantindo praticamente ao menos, uma vaga na repescagem.

Sem vários titulares, Oscar Tabárez teve de fazer algumas mudanças. José María Giménez e Andrés Scotti foram a dupla de zaga, enquanto Jorge Fucile substituiu Martín Cáceres no posto pela lateral-esquerda. Diego Forlán, sem estar 100%, não entrou como titular e deu seu lugar para Nicolás Lodeiro. Além disso, o treinador mexeu na meia-cancha, tirando Gargano para colocar Tata González.

No começo do jogo, a seleção colombiana não quis saber de ficar atrás e esperando o Uruguai dar uma resposta. Com jogadores de frente de extrema qualidade, tentou se aproveitar e colocou pressão. Muslera teve de trabalhar cedo em chute de média distância de James Rodríguez.

Colômbia ficava mais com a bola, tentava alguma armação de jogadas mas esbarrava na forte marcação no meio-de-campo e na barreira montada frente à área. Com isso, apesar de ter a posse da bola, não conseguia muita coisa. Uruguai tentava alguma coisa, mas a bola não chegava muito aos homens de ataque, que em muitas vezes recuavam até o campo defensivo para fazer a marcação.

O gol ainda assim quase saiu em cobrança de escanteio. Luis Suárez de pé trocado cruzou a bola no segundo pau e na cabeça de Andrés Scotti. O zagueiro do Nacional subiu bem mas não acertou o gol, colocando a bola por cima do gol de Ospina.

Principal alvo de marcação era Falcao García. Defesa não podia deixa-lo ganhar nenhuma bola se não o pior poderia acontecer. E por pouco não aconteceu. Falha na marcação e em um passe de profundidade, Falcao ficou na cara do gol e chutou rente á trave, arrancando suspiros da torcida presente no Centenário.

Sem ser superior ou ao menos dar muito perigo na parte ofensiva, o Uruguai voltou modificado para a segunda etapa, no que pode ter sido a chave para a vitória ter sido conquistada. Oscar Tabárez mexeu duas vezes no intervalo. Walter Gargano retomou seu lugar, saindo Álvaro González. Nico Lodeiro, apagado, também saiu, para a entrada de Christian Stuani, que já tinha entrado bem contra o Peru.

As mexidas deram muito certo. Gargano fez o meio-campo funcionar, ao contrário do que Tata tinha feito e produzido dentro de campo. E com Stuani, ganhou força pelo lado do campo e uma maior possibilidade de jogadas. Com Fucile e Cebolla atuando muito bem pela esquerda, e Maxi Pereira e Stuani pela direita, o Uruguai ia achando o caminho para a vitória.

Cavani teve a bola do gol em seus pés após grande enfiada de Gargano. Depois de dois cortes dentro da área, o agora atacante do Paris Saint-Germain acertou o travessão e quase marcou. Suárez foi outro que até arrancou gritos de gol da torcida. Pivô de Cavani pra um chute fortíssimo passar muito perto do gol adversário.

Essas oportunidades indicavam a superioridade que o Uruguai tinha na partida. E após algumas chances, o gol finalmente veio. Cruzamento da direita para a área, e Cavani cabeceou firme contra um Ospina que ficou fixo no chão. Finalmente, era o gol da Celeste.

E não deu nem tempo pra alguma reação colombiana. Uruguai novamente no ataque, e em um lateral até então despretensioso, o 2x0 foi feito. Gastón Ramírez recebeu bola jogada na área, fez o pivô, virou já batendo pro meio da área, e em uma desatenção da defesa colombiana, apareceu de surpresa Christian Stuani, fazendo o segundo gol. Decretada a vitória Celeste!

Ótimo triunfo conquistado dentro de casa. Seleção voltou a mostrar um ótimo futebol e que pode surpreender o mundo como havia acontecido na Copa passada. Classificação quase garantida, resta saber se direta ou indireta.

Uruguai: Fernando Muslera; Maximiliano Pereira, José María Giménez, Andrés Scotti e Jorge Fucile; Álvaro González (46′ Walter Gargano) e Arévalo Ríos; Edinson Cavani, Nicolás Lodeiro (46′ Christian Stuani) e Cristian Rodríguez (26'′ Gastón Ramírez); Luis Suárez.
Treinador: Oscar Tabárez.

Colômbia: David Ospina; Stefan Medina, Luis Perea, Mario Yepes (41'′ Jackson Martínez) e Camilo Zúñiga; Carlos Sánchez e Abel Aguilar (35'′ Aldo Ramírez); Fredy Guarín, James Rodríguez e Teófilo Gutiérrez (23'′ Juan Cuadrado); Falcao García.
Treinador: José Pekerman.

Gols: Edinson Cavani aos 32 do 2T e Christian Stuani aos 35 do 2T.

domingo, 8 de setembro de 2013

TABÁREZ REARRUMA EQUIPE E TEM OS ONZE TITULARES.


Nas vésperas da partida contra a Colômbia, uma das seleções mais fortes do mundo, a Celeste já está reorganizada e pronta para a confronto. Oscar Tabárez já definiu os onze titulares após algumas ausências forçadas, seja por lesão ou por suspensão.

Quatro baixas na equipes fizeram essas substituições ocorrerem. No setor defensivo, são três as baixas, sobrando apenas o lateral-direito Maximiliano Pereira. Sem Diego Lugano e Diego Godín, suspensos pelo terceiro cartão amarelo, a dupla de zaga terá uma mescla com um veterano e um bastante jovem: Andrés Scotti, de 37 anos, e José María Giménez, com 18 anos, formarão a zaga.

Outra mudança que irá ocorrer será na lateral-esquerdo, Martín Cáceres sentiu lesão já no final do jogo e teve de ser substituído. E após uma série de exames logo no dia seguinte ao jogo, foi constatado algo mais grave e que não teria condições de atuar. Em seu lugar, Jorge Fucile e Álvaro Pereira eram as opções de Tabárez. O escolhido será o lateral do Porto, que retorna após algum tempo à seleção, já que sofreu com lesões.

Diego Forlán, que saiu com uma lesão no tornozelo no início do 1T ainda contra o Peru, não será titular ainda que fica no banco. Em seu lugar entra o mesmo do jogo de alguns dias atrás. Christian Stuani (foto) agradou na atuação, sendo bastante voluntarioso como médio-ala e segue no time.

Sendo assim, a equipe está definida. Esquema não será o mesmo do início do jogo passado, mas sim, o desenho tático que formou após a modificação com a entrada de Stuani no time

(4-4-2) Fernando Muslera; Maximiliano Pereira, José María Giménez, Andrés Scotti e Jorge Fucile; Christian Stuani, Arévalo Ríos, Walter Gargano e Cristian Rodríguez; Edinson Cavani e Luis Suárez.

VELAZQUEZ E SILVA SÃO OS SUBSTITUTOS ESCOLHIDOS.


A vitória sobre o Peru está tendo conseqüências ainda à Celeste. Dentro do decorrer da partida, Diego Lugano e Diego Godín receberam cartão amarelo e, como já estavam pendurados, não poderão enfrentar a Colômbia dia 9. Martín Cáceres também não estará disponível para o jogo e é outra baixa importantíssima ao Maestro Tabárez. Como resultado disso, dois novos atletas foram convocados e completarão a equipe.

A zaga titular não estará em campo devido ao terceiro cartão amarelo. Tabárez deverá colocar Andrés Scotti e José María Giménez como titulares, mas ainda precisa de substitutos a estes. Com isso, dois jogadores para a posição foram chamados. Emiliano Velazquez (foto), do Danubio, e Gastón Silva, do Defensor Sporting, já se juntam aos selecionados e concentrarão para a partida de segunda.

Tabárez vem dando prioridade aos jogadores jovens e que estão passando pelas seleções de base nestes casos. Apesar de terem outros atletas que poderiam substitui-los, esse fator fez com que o treinador desse chance aos dois jovens, que integraram a seleção vice-campeã no Mundial sub-20.

Já com Martín Cáceres, que após lesão no joelho não terá condições de jogo, não haverá um substituto. Jorge Fucile e Álvaro Pereira são naturais da posição e um dos dois deverá ser quem entrará como titular.

sábado, 7 de setembro de 2013

COPERO Y PELEADOR! URUGUAI VENCE PERU!


URUGUAY QUE NO NI NO! Uruguai foi até Lima enfrentar a seleção da casa e mesmo após um início ruim, venceu um confronto importantíssimo para seguir o sonho de chegar ao Brasil em 2014. Nome do jogo foi, mais uma vez, Luis Suárez, que marcou os dois gols da vitória e agora é o artilheiro das Eliminatórias.

Peru iniciou melhor o jogo contra a Celeste. Jogando dentro de seus domínios, objetivo era afogar o Uruguai, marcando forte e não dando chance para que fiquem com a bola. A estratégia deu resultado nos primeiros minutos, no que ocasionou em uma bela chance criada por Paolo Guerrero e que terminou em um chute de Claudio Pizarro mas defendido por Fernando Muslera na cara do gol.

Meio-campo dava muito espaço para o Peru jogar e com Luis Ramírez começando muito bem o jogo e tendo um trio de ataque muito perigoso, era claro que as jogadas iriam acontecer. Gargano e Arévalo Ríos não iam tendo muito sucesso em proteger a zaga, e viram Guerrero sair na cara do gol após passe em profundidade e Muslera abafar bem o chute, salvando no que poderia ter sido facilmente o gol dos peruanos.

Para piorar ainda mais, em uma dividida ainda no começo do jogo, Diego Forlán sentiu fortes dores no tornozelo. Pediu para continuar, mas com 21 minutos, não aguentou e pediu para ser substituído. Em seu lugar entrou Christian Stuani, uma das novidades nas últimas convocatórias. Atacante, joga no Espanyol-ESP, e entrou no lugar de uma das maiores figuras da seleção.

A alteração inesperada, já que poderia se esperar talvez o ingresso de Tata González ou de Nico Lodeiro, melhorou a seleção dentro de campo. Tabárez mudou o sistema de jogo, do 4-2-3-1 que estava sendo executado, para um 4-4-2 em linha, com Stuani sendo médio-ala pela direita enquanto Cavani e Luis Suárez formavam a dupla de ataque.

Sendo assim, a Celeste preencheu um pouco mais o meio-de-campo e as jogadas pelas laterais não tinham tanta facilidade em ser criadas. Seleção ia recuperando mais a bola e tinha a posse da mesma por um maior período de tempo, conseguindo ficar no campo de ataque. Ainda assim, isso não impediu que Muslera fizesse outro milagre, desta vez em cabeceio do mesmo Pizarro.

Peru teve três chances ótimas de marcar no 1T e não aproveitou. E faltando cinco minutos, o Uruguai, em seu primeiro lance com perigo, chegou ao gol. Jogada individual sensacional de Luis Suárez dentro da área, e o atacante do Liverpool foi empurrado pelas costas. Penalty claro e marcado pelo árbitro. Na cobrança, o mesmo Luisito bateu bem e fez 1x0.

Melhor no jogo, Uruguai havia conseguido abrir o placar. E ainda ia ter mais uma vantagem no final do 1T. Falta em Suárez no finalzinho do tempo e Yoshimar Yotún resolveu brigar com o atacante. Jogou a bola em Luisito e resolveu agarrá-lo para levantar. Começou-se um princípio de uma briga que no final não ocorreu de uma maior forma. No entanto, os peruanos saíram no prejuízo com Yotún sendo expulso e, para a Celeste, apenas o cartão amarelo á Diego Godín, que fica fora contra Colômbia.

Na segunda etapa, o treinador da seleção peruana, Sergio Markarian, colocou Juan Manuel Vargas no lugar de Josepmir Ballón, tentando recompor a defesa. Mas isso não aconteceu, e no início do tempo complementar, só deu Uruguai. Com três minutos, passe de Suárez em contra-golpe puxado pelo mesmo, e Cristian Rodríguez ficou na cara. El Cebolla, no entanto, errou chutando em cima do goleiro e desperdiçou uma chance muito boa para que o segundo gol já fosse concluído.

Cavani também tentou em alguns lances. No primeiro, arriscou de fora da área uma remate forte, mas rasteiro, que foi fácil para Raúl Fernández defender. Mas um minuto depois, fez ótima jogada, invadindo a área depois de driblar um defensor peruano, e na hora do chute, jogou por cima do gol.

As oportunidades perdidas foram extremamente lamentadas a partida o momento em que o Peru resolveu arriscar tudo no jogo. Foi ao ataque e colocava bola dentro da área em todo momento, ou a rondava sempre. Uruguai, que estava mandando no jogo, começou a ter que conviver com o perigo da bola sempre estar perto de Muslera.

Depois de tantos gols perdidos, a próxima chance criada tinha de ser fatal. O segundo era o que a seleção precisava para dar um alívio dentro do jogo. E foi exatamente isso que aconteceu. Jogada puxada por Stuani pela direita, passa mais atrás para Suárez e um chute fortíssimo matou o arqueiro peruano e aumentou a vantagem para a Celeste.

Com tranquilidade pra jogar, seleção uruguaia começou a não ter tanta preocupação para atacar. Deixava o Peru chegar, e como tinham um homem a menos, iam deixar muitos espaços para contra-ataque. Cebolla Rodríguez acertou o travessão faltando quase dez minutos pro final, e que poderia garantir a vitória já à Celeste.

No entanto, o final do jogo ainda reservava muito. Aos 39 minutos, falta para o Peru perto da área e cobrança perfeita de Jefferson Farfán e desconto aos mandantes. Era o gol que precisavam para retomar com tudo ao ataque e tentar pelo menos o gol de empate, com o fim de não sair no prejuízo.

Mas Uruguai conseguiu se fechar bem. Não deixou o Peru chegar como já tinha ameaçado e garantiu o 2x1. Triunfo celeste fora-de-casa e que retoma o sonho de voltar a mais uma Copa do Mundo. Próximo adversário agora é a forte Colômbia, praticamente classificada. Tabárez tem problemas, como as possíveis ausências de Martín Cáceres e Diego Forlán, ambos por lesão, e da dupla de zaga titular, formada por Diego Lugano e Diego Godín, já que ambos receberam terceiro cartão amarelo.

ARRIBA CELESTE!

Peru: Raúl Fernández; Luis Advíncula (65′ Jhoel Herrera), Christian Ramos, Alberto Rodríguez e Yoshimar Yotún; Josepmir Ballón (45′ Juan Manuel Vargas) e Rinaldo Cruzado; Paolo Guerrero, Luis Ramírez (65′ Paolo Hurtado) e Jefferson Farfán; Claudio Pizarro.
Treinador: Sergio Markarian.

Uruguai: Fernando Muslera; Maximiliano Pereira, Diego Lugano, Diego Godín e Martín Cáceres (36'′ Jorge Fucile); Walter Gargano (24'′ Alvaro González) e Arévalo Ríos; Edinson Cavani, Diego Forlán (25′ Christian Stuani) e Cristian Rodríguez; Luis Suárez.
Treinador: Oscar Tabárez.

Gols: Luis Suárez aos 42 do 1T e aos 21 do 2T; Jefferson Farfán ais 39 do 2T.

Cartão vermelho: Yoshimar Yotún aos 45 minutos do 1T.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

DADOS GERAIS: PERU x URUGUAI.


SEXTA-FEIRA, 06 DE SETEMBRO DE 2013

PERU x URUGUAI

Local: Estadio Nacional de Lima-PER.
Horário: 23h30m.
Árbitro: Patricio Loustau. Auxiliares: Hernán Maidana e Juan Belatti. Quarto árbitro: Mauro Vigliano.

Peru: Raúl Fernández; Luis Advíncula, Christian Ramos, Alberto Rodríguez e Yoshimar Yotún; Luis Ramírez, Josemir Ballón, Rinaldo Cruzado; Jefferson Farfán, Claudio Pizarro e Paolo Guerrero.
Treinador: Sergio Markarian.

Uruguai: Fernando Muslera; Maximiliano Pereira, Diego Lugano, Diego Godín e Martín Cáceres; Walter Gargano e Arévalo Ríos; Cristian Rodríguez, Diego Forlán e Edinson Cavani; Luis Suárez.
Treinador: Oscar Tabárez.

Último jogo entre as seleções: Uruguai 4x2 Peru.
Último jogo de cada nas Eliminatórias: Colômbia 2x1 Peru e Venezuela 0x1 Uruguai.
Classificação das seleções: Peru 7º e Uruguai 5º.
Artilheiros: Luis Suárez (8 gols) e Jefferson Farfán (4 gols).

HISTÓRICO DA CELESTE EM LIMA.


Uruguai enfrentará o Peru nessa retomada das Eliminatórias para a Copa 2014. A atual seleção é considerada favorita para o confronto, e pelo história, também pode-se considerar assim. Jogando fora-de-casa, em Lima, foram por sete oportunidades com três vitórias, dois empates e duas derrotas.

A última vez em que venceu na casa do rival foi há mais de dez anos. Em 2001, com gols de Darío Silva e Álvaro Recoba, a Celeste derrotou o Peru por 2x0

De lá pra cá, no entanto, não houveram vitórias. Em 2005 e em 2009 foram as outras duas partidas realizadas, com empate sem gols no primeiro, e no último jogo, derrota nos minutos finais com gol de Hernán Rengifo.

Histórico de partidas Uruguai x Peru em Lima:

03/06/1965: Peru 0x1 Uruguai.
Gols: José Urruzmendi aos 30 do 2T.
Treinador: Rafael Milans.

06/09/1981: Peru 0x0 Uruguai.
Treinador: Roque Máspoli.

27/08/1989: Peru 0x2 Uruguai.
Gols: Rúben Sosa no primeiro minuto do 2T e Antonio Alzamendi aos 24 do 2T.
Treinador: Oscar Tabárez.

10/09/1997: Peru 2x1 Uruguai.
Gols: Álvaro Recoba aos 43 do 1T; Roberto Palacios aos 12 do 2T e Germán Carty aos 15 do 2T.
Treinador: Roque Máspoli.

04/09/2001: Peru 0x2 Uruguai.
Gols: Darío Silva aos 12 e Álvaro Recoba aos 45, ambos no 1T.
Treinador: Víctor Púa.

07/06/2005: Peru 0x0 Uruguai.
Treinador: Jorge Fossati.

05/09/2009: Peru 1x0 Uruguai.
Gols: Hernán Rengifo aos 41 do 2T.
Treinador: Oscar Tabárez.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

URUGUAI JÁ DEFINIDO CONTRA O PERU.


Celeste Olímpica viaja esta noite rumo à Lima para enfrentar a seleção da casa. E diferentemente de outras vezes, Oscar Tabárez já tem definida seu sistema de jogo e sua equipe titular que entrará em campo no dia 06, sexta-feira. 

A seleção não será muito diferente do que se vê há algum tempo. No entanto, a formação parece ter alterado um pouco, já que antes se parecia mais com um 3-4-3 e desta vez, el Maestro Tabárez colocou em campo algo semelhante à tática bastante utilizado nos dias de hoje 4-2-3-1.

Fernando Muslera no gol; Maximiliano Pereira, Diego Godín, Diego Lugano e Martín Cáceres formando a defesa; Arévalo Ríos e Walter Gargano como doble cinco; linha de três contém Edinson Cavani, Diego Forlán e Cristian Rodríguez; Luis Suárez é o único atacante.

Apesar do sistema ser diferente, as tarefas dos jogadores não se altera muito. Maxi Pereira tem um pouco mais de liberdade para apoiar na direita enquanto Martín Cáceres fica mais preso. Cacha e Gargano atuarão bem fixos frente à defesa, enquanto à frente deles, dois pontas e um enganche. Forlán não deve ter de voltar muito, mas Cavani pela direita e Cebolla pela esquerda vão acompanhar bastante os adversários. Suárez fica como centroavante, mais isoladão e na defesa, também sem ter muito a marcar.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

TABÁREZ CONVOCA SELEÇÃO PARA JOGOS CONTRA PERU E COLÔMBIA.


Depois da vitória no amistoso contra o japão, a Celeste retorna a disputar jogos oficiais e extremamente decisivos. Seleção irá enfrentar Peru (06/09) e Colômbia (10/09) pela Eliminatórias da Copa de 2014 e não pode nem pensar em perder quaisquer um dos dois cortejos que vai jogar. Para isso Oscar Tabárez já selecionou e divulgou todos os 29 convocados que contém algumas surpresas.

A maior novidade na lista é a inclusão do zagueiro José María Giménez (foto). Recém contratado pelo Atlético Madrid-ESP após um Clausura fantástico com a camisa do Danubio, o jogador ainda não chegou a estrear com a camisa do clube espanhol tendo apenas aparecido no Mundial sub-20 depois de sua aparição em terras uruguaias.

Outras novidades são a inclusão de quatro arqueiros e a convocação de Alejandro Silva, lateral e volante de grande Copa Libertadores com a camisa do Olimpia que terminou vice-campeão da competição. O jogador já atuou com a camisa do Fénix dentro do Uruguai.

Goleiros: Fernando Muslera (Galatasaray-TUR), Martín Silva (Olimpia-PAR), Juan Castillo (Peñarol) e Rodrigo Muñoz (Libertad-PAR).

Laterais: Matías Aguirregaray (Estudiantes de La Plata-ARG), Jorge Fucile (Porto-POR), Alejandro Silva (Olimpia-PAR) e Maximiliano Pereira (Benfica-POR).

Zagueiros: Diego Lugano (West Bromwich-ING), Diego Godín (Atlético Madrid-ESP), Martín Cáceres (Juventus-ITA), José María Giménez (Atlético Madrid-ESP) e Andrés Scotti (Nacional).

Volantes: Walter Gargano (Napoli-ITA), Álvaro Fernández (Nacional), Diego Pérez (Bologna-ITA), Arévalo Ríos (Chicago Fire), Álvaro González (Lazio-ITA) e Sebastián Eguren (Palmeiras-BRA).

Meio-campistas: Álvaro Pereira (Internazionale-ITA), Cristian Rodríguez (Atlético Madrid-ESP), Nicolás Lodeiro (Botafogo-BRA), Gonzalo Castro (Real Sociedad-ESP) e Gastón Ramírez (Southampton-ING).

Atacantes: Diego Forlán (Internacional-BRA), Luis Suárez (Liverpool-ING), Edinson Cavani (Paris Saint Germain-FRA), Christian Stuani (Espanyol-ESP) e Abel Hernández (Palermo-ITA).

domingo, 14 de julho de 2013

CELESTE É VICE-CAMPEÃ DO MUNDIAL SUB-20.


A safra de bons jogadores nascidos nos Uruguai nunca acabam. E a atual geração de jogadores jovens prometem seguir realizando o bom trabalho no time de cima levando a lugares altos tanto quanto uma quarta colocação em Copa do Mundo ou o título de uma Copa América. Celeste Olímpica chegou até a final contra a França pelo Mundial sub-20 caindo apenas nas penalidades máximas, no que não apaga em nada o bom desempenho dos atletas.

Em uma fase de grupos com seleções equilibradas, a seleção comandada por Juan Verzeri terminou na segunda colocação com seis pontos conquistados ao vencer a Nova Zelândia por 2x0 e o Uzbequistão por 4x0, perdendo somente para a Croácia na primeira rodada por 1x0, seleção que terminou na primeira colocação do grupo.

Passando para as oitavas-de-finais, enfrentou a Nigéria onde com dois gols de Nico López, a vitória e classificação vieram. Nas quartas o rival era o grande favorito. A seleção espanhola é conhecida por sua revelação de jogadores e seu estilo de jogo ser igual ao da seleção principal que é a melhor do mundo. Porém, Celeste mostrou seu potencial e na prorrogação bateu La Roja com gol de Felipe Avenatti.

As semi-finais, em tese, seriam contra um adversário mais fraco. O Iraque foi a surpresa da competição chegando longe no torneio. Os asiáticos mostraram seu poder abrindo o placare perdendo a vantagem apenas nos minutos finais com o empate de Gonzalo Bueno. A vaga na decisão foi tomada na decisão por penaltis onde terminou 7x6 a favor dos charrúas. 

Na final, veio uma França que tinha suas estrelas em seu grupo. Paul Pogba era o mais conhecido, já que atua regularmente pela Juventus-ITA. Yaya Sanogo é outro que adquiriu uma popularidade grande. Mas a Celeste não facilitou. Como sempre, dificultou para o seu adversário e fez jogo duro. Além disso, tinha uma desvantagem, já que vinha de uma exaustiva prorrogação e cobrança de penaltis da semi-final, ao contrário dos franceses que bateram Gana no tempo normal.

Em um jogo bastante disputado, o ataque de nenhuma das seleções se sobressaiu. Ambos os setores defensivos foram muito bem no que resultou em mais uma decisão por penaltis. Infelizmente, Emiliano Velazquez e Giorgian de Arrascaeta erraram, tendo apenas Lucas Olaza convertido sua cobrança. Guillermo de Amores não teve a mesma sorte do goleiro adversário, e não impediu a conquista francesa.

Grande torneio do Uruguai. Mostra a força do país no futebol, que nunca vai deixar de existir. Inúmeros jovens jogadores mostraram que são capazes de integrar a seleção de cima dando seguimento ao atual trabalho. Juan Verzeri é outro que vem colhendo os frutos de uma seleção que ele vem treinando há muito tempo. O vice-campeonato não apaga o ótima trabalho realizado.

Uruguai: Guillermo de Amores; José María Giménez (38'′ Guilllermo Varela), Emiliano Velázquez, Gastón Silva e Gianni Rodríguez (10''′ Lucas Olaza); Leonardo País, Federico Gino e Sebastián Cristóforo; Diego Laxalt (25'′ Giorgian De Arrascaeta); Nicolás López e Felipe Avenatti.
Treinador: Juan Verzeri.

França: Alphonse Areola; Dimitri Foulquier, Jourt Zouma, Mouhamadou Sarr e Lucas Digne (11'''′ Pierre Palomat); Paul Pogba, Geoffrey Kondogbia e Yaya Sanogo; Jordan Veretout, Jean Bahebeck (64′ Alexy Bosetti) (7'''′ Axel Ngando) e Florian Thauvin.
Treinador: Pierre Mankowski.

Resultados da campanha:

Uruguai 0x1 Croácia
Uruguai 2x0 Nova Zelândia - Giorgian de Arrascaeta e Nicolás López.
Uruguai 4x0 Uzbequistão - Federico Gino, Nicolás López, Giorgian de Arrascaeta e Rúben Bentancourt.

Uruguai 2x1 Nigéria - Nicolás López 2x
Uruguai 1x0 Espanha - Felipe Avenatti
Uruguai 1(7)x(6)1 Iraque - Gonzalo Bueno
Uruguai 0x0 França

Conquistas pessoais:

Guillermo de Amores - Melhor goleiro da competição.
Nicolás López - Segundo melhor jogador da competição.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

URUGUAI É SUPERIOR MAS CAI DIANTE DOS ANFITRIÕES.


Que partida da Celeste, senhores! A atuação do Uruguai no Mineirão nesta tarde de quarta-feira foi uma prova de que a seleção está longe de estar morta. Apesar da derrota injusta, o sentimento charrúa é de grandeza pela grande partida que fez. A delegação retorna ao país de forma honrada.

Se o futebol fosse justo, o Uruguai tinha saído de Minas Gerais com a vaga na final. Apesar da grande desconfiança que se tinha, principalmente após a terrível atuação contra a Espanha, a Celeste mostrou o porquê de ser campeã da Copa América e ter ido às semi-finais da Copa do Mundo de 2010. Começou o jogo marcando muito bem o Brasil, deixando a defesa sair com a bola para ter maior quantidade de jogadores em seu campo defensivo, auxiliando na marcação.

Seleção anfitriã não conseguia apoiar com qualidade e o Uruguai roubava a bola fácil, saindo para o contra-ataque e conseguindo jogadas de perigo. E foi assim que a primeira boa oportunidade de abrir o placar aconteceu. Após uma boa jogada ofensiva, escanteio e penalty cometido por David Luiz em cima de Diego Lugano. Na cobrança, Diego Forlán bateu mal e Júlio César defendeu.

A defesa de Júlio fez com que o Brasil crescesse na partida. Foi ganhando terreno dentro de campo e o Uruguai foi deixando, a fim de fechar os espaços perto da área. Celeste permaneceu explorando os contra-golpes em um jogo que foi se tornando bastante truncado. Cebolla Rodríguez conseguiu dar uma ótima escapada pela esquerda, onde achou Forlán pelo meio, e o atacante do Internacional chutou forte e perto do gol adversário.

E mesmo sem conseguir jogadas que oferecessem perigo, quem abriu o marcador foi o Brasil. Grande lançamento de Paulinho, ajeitada de Neymar, chute defendido por Muslera, e no rebote, Fred aproveitou o gol livre e marcou, para a felicidade da maioria dos 56 mil torcedores presentes no Mineirão.

Na volta do intervalo, Celeste seguiu o mesmo ritmo de jogo e novamente conseguiu ser superior ao Brasil. E foi nesses minutos iniciais do segundo tempo, que o gol de empate saiu. Boa troca de passes, bate-rebate na área brasileira até que a bola parou nos pés de Cavani, e em uma chance tão clara o atacante do Napoli não iria perder. Arremate no canto esquerdo, sem chances para Júlio César. Empate justíssimo para o Uruguai.

A partir do gol de empate, a partida retornou a ficar muito concentrada no meio-de-campo e a marcação se sobressaindo. Uruguai sempre tinha vantagem em seu setor defensivo e o Brasil encontrava muita dificuldade para fazer uma boa jogada. No ataque a Celeste ia pior do que no primeiro tempo, com apenas Cavani brilhando e Suárez e Forlán apagados.

As principais chances vieram da Celeste. Aos vinte minutos, em falta cobrada por Forlán, a bola foi até a cabeça de Suárez que cabeceou forte e deu um susto nos torcedores brasileiros. E pouco mais de dez minutos mais tarde, grande jogada de Cavani dentro da área. O chute passou raspando a trave de Júlio César, graças a um desvio de Luiz Gustavo. Era gol certo da quase virada charrúa.

Com a partida se encaminhando para o final, Uruguai foi se resguardando na defesa, no que foi uma tática de Oscar Tabárez. O treinador admitiu para a imprensa antes do jogo que não encarava a prorrogação um mau caminho, já que a seleção estava muito bem fisicamente e estaria mais preparada para o tempo extra do que o Brasil. E esse pensamento de el Maestro foi visto claramente no jogo, já que a primeira alteração foi feita apenas no final do jogo com Álvaro González saindo, e Walter Gargano entrando. Volante por volante.

A ideia de Tabárez acabou se tornando ruim no final. Isso porque em um escanteio de Neymar pela esquerda, Muslera saiu mal e Paulinho cabeceou pro gol, fazendo o segundo gol e dando a vitória e a classificação para a final ao Brasil. Uruguai até tentou uma reação mas era muito pouco tempo pra algo.

Celeste acabou caindo nas semis, mas caiu de pé. Grande partida da seleção que mostrou sua qualidade e o porquê de ser uma das melhore seleções do mundo. E apresentou um futebol que se seguir da mesma maneira, com certeza assegura sua volta ao Brasil em 2014, e definitivamente irá longe na competição.

Brasil: Julio César; Daniel Alves, Thiago Silva, David Luiz e Marcelo, Luis Gustavo e Paulinho; Hulk (19'′ Bernard), Oscar (27'′ Hernanes) e Neymar (45'′ Dante); Fred.
Treinador: Luiz Felipe Scolari.

Uruguai: Fernando Muslera; Maximiliano Pereira, Diego Lugano, Diego Godín e Martín Cáceres; Arévalo Ríos, Álvaro González (38'′ Walter Gargano) e Cristian Rodríguez; Diego Forlán, Luis Suárez e Edinson Cavani.
Treinador: Oscar Tabárez.

Gols: Fred aos 40 e Paulinho aos 41 do 2T; Edinson Cavani aos 3 minutos do 2T.

terça-feira, 25 de junho de 2013

URUGUAI GOLEIA TAITI COM QUATRO DE HERNÁNDEZ.


Tabárez colocou os reservas para enfrentar o Taiti e tudo ocorreu como o esperado. Goleada, sem qualquer risco aparente, e a vaga foi assegurada facilmente. No que foi praticamente um treino, quem se destacou foi o ex-carbonero Abel Hernandez, que atualmente atua no Palermo e que fez quatro gols, sendo o goleador da partida.

A abertura do placar já era esperada ainda no primeiro tempo, devido a grande fragilidade do adversário. Mas Hernandez foi mais rápido do que se pensavam. Em menos de um minuto, o atacante cabeceou após desvio no meio da área e já garantiu vantagem a Celeste. Este foi o gol mais rápido da história da Copa das Confederações.

Celeste soube administrar muito bem o jogo e terminou os primeiros quarenta e cinco minutos já com uma bela vantagem de quatro gols de diferença. Hernandez fez outros dois, onde definiu bem em ambos, e em um inclusive com direito a chapéu no marcador. Outro que deixou sua marca dentro do jogo foi o volante Diego Pérez, que chutou pro gol em cima da linha, após seu próprio cabeceio ter batido na trave.

A segunda etapa também não destoou muito da primeira. O único ponto negativo foi logo aos quatro, onde Andrés Scotti perdeu penalty defendido por Meriel, e ainda foi expulso um minuto mais tarde. Mas mesmo assim, a Celeste chegava fácil ao ataque e conseguiu outros quatro gols. Nico Lodeiro foi oportunista e deixou o dele aos 15. Em outra cobrança de penalty, Hernandez fez o seu quarto. Por último, Suarez entrou em campo e guardou dois.

Partida fácil e vitória esperada. Agora é enfrentar o Brasil, anfitrião e que obteve 100% de aproveitamento em seu grupo. Será que o Uruguai incorporá a mística de 1950 e retornará a bater os brasileiros em sua própria casa? Celeste assim espera.

Uruguai: Martín Silva; Matías Aguirregaray, Andrés Scotti, Sebastián Coates e Alvaro Pereira; Diego Pérez, Walter Gargano e Sebastián Eguren; Gastón Ramírez (24'′ Luis Suárez); Nicolás Lodeiro e Abel Hernández. Treinador: Oscar Tabárez.

Taiti: Gilbert Meriel; Teheivarii Ludivion, Henri Caroine, Nicolás Vallar e Vincent Simon; Ricky Aitamai (7'′ Edson Lemaire), Jonahan Tehau, Marama Varihua, Lorenzo Tehau (26'′ Stanley Attani) e Steevy Chong Hue; Samuel Hnanyine (42'′ Yohann Tihoni).
Treinador: Eddy Etaeta.

Gols: Abel Hernández nos minutos 1, 24 e 45 do 1T e 22 do 2T, Diego Pérez aos 26, Nicolás Lodeiro aos 16 do 2T e Luis Suárez aos 37 e 44 do 2T.

Cartões vermelhos: Andrés Scotti aos 5 do 2T; Teheivarii Ludivion aos 15 do 2T.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

URUGUAI VENCE NIGÉRIA E ESTÁ PERTO DAS SEMI-FINAIS.


Depois de jogar muito mal frente á Espanha, o Uruguai retornou a campo ontem no Estádio da Fonte Nova para enfrentar a Nigéria que era a seleção que mais ameaçava a Celeste para passar de fase. E em um jogo equilibrado, o golaço de Diego Forlán decidiu e os três pontos foram aos selecionados de Oscar Tabárez, assim colocando um pé nas semi-finais da Copa das Confederações.

A exibição contra a seleção espanhola rendeu críticas para o Uruguai. Tabárez também não ficou feliz com o que o time apresentou em campo e decidiu alterar a escalação para este jogo. Ao todo foram três mudanças. Alterando o time do 3-4-3 para o 4-3-3, el Maestro tirou sua dupla de volantes que era formada por Diego Pérez e Walter Gargano, e colocou Arévalo Ríos e Álvaro González. Também tirou Gastón Ramírez para a entrada de Diego Forlán, formando um poderoso tridente ofensivo com Cavani e Suárez.

As mudanças pareciam ter dado quando o jogo começou. Uruguai começou pressionando a Nigéria no campo ofensivo e passou a efetuar diversos desarmes na zona de meio-de-campo que viraram ótimos contra-ataques. Contudo, esse ritmo acelerado foi se apagando e os africanos passaram a ganhar espaço em campo, dando perigo para a Celeste.

Porém, para o azar dos nigerianos, quando iam equilibrando mais e mais o jogo, o Uruguai se pôs a frente no marcador. Após um escanteio mal-sucedido, a bola voltou a Forlán que cruzou rasteiro. A bola passou por Cavani, mas não por Lugano que mesmo desajeitado, conseguiu chutar pro gol, fazendo 1x0 aos dezenove minutos de jogo.

Com um 1x0 no placar, a sensação que o Uruguai passou foi de acomodação. Nigéria continuou pressionando assim como estava antes de levar o gol e ficava cada minuto mais perto do empate. E depois de algumas tentativas falhas, ótima jogada coletiva que terminou nos pés de John Obi Mikel, onde driblou Lugano e chutou forte, sem chances para Fernando Muslera.

Se com a vantagem no placar o Uruguai não conseguiu jogar bem, depois de levar o empate a situação ficou pior. Com mais dez minutos, a Nigéria permanecia ameaçando e em alguns momentos dava a clara impressão de que a virada iria acontecer ainda no primeiro tempo. Quando o árbitro Bjon Kulpers decretou o fim dos quarenta e cinco minutos iniciais, Celeste saiu aliviada para o vestiário onde tinha de voltar bem melhor para conseguir a vitória.

Para o segundo tempo, Tabárez pareceu ter ajustado o time. Uruguai retornou a campo melhor do que terminara anteriormente. Arévalo Ríos fechou muito bem a meia-cancha, dando bastante proteção á zaga, além de Martín Cacéres que se mostrou intransponível pelo lado esquerdo da Celeste. Nigéria, que sobrava em boa parte do primeiro tempo, passou a ter mais dificuldades em atacar e chegar ao gol.

Além disso, a parte ofensiva também começou a melhorar. E no primeiro contra-ataque que surgiu, o trio ofensivo mostrou porque é um dos melhores do mundo. Suárez arrancou pela direita, passou para Cavani no meio, que encontrou Forlán pela esquerda, e mesmo não estando no seu auge, o jogador que mais vestiu a camisa celeste não poderia perder. Chute forte e um golaço que colocava o Uruguai novamente na frente.

Atrás do placar, a Nigéria necessitava atacar e deixava espaços pro Uruguai novamente explorar muito bem os contra-ataques. Por duas vezes, Cavani esteve muito perto de fazer o terceiro, liquidando de vez a partida, mas perdeu as chances que teve. Enquanto isso, a defesa ia se garantindo contra a correria dos nigerianos.

Tabárez, vendo a pressão que a Nigéria exercia, resolveu reforçar o sistema defensiva colocando Sebastián Coates e tirando seu companheiro de Liverpool, Luis Suárez. Mais tarde, tirou Cristian Rodríguez e colocou Álvaro Pereira, para dar outro gás pra equipe e ajudar na defesa. No final, a vitória veio e que foi um alívio para a Celeste. Atuação do segundo tempo tem que ser repetida e não baixar o ritmo como aconteceu na primeira etapa, se quiser avançar até uma possível final.

Uruguai: Fernando Muslera; Maximiliano Pereira, Diego Godín, Diego Lugano e Martín Cáceres; Egidio Arévalo Ríos, Álvaro González e Cristian Rodríguez (42'′ Alvaro Pereira); Diego Forlán, Edinson Cavani e Luis Suárez (36'′ Sebastián Coates).
Treinador: Oscar Tabárez.

Nigéria: Vincent Enyeama; Efe Ambrose, Godfrey Oboabona, Kenneth Omeruo e Uwa Echiejile; Jhon Ogu, Fegor Ogude (20'′ Sunday Mba) e John Obi Mikel; Nnamdi Oduamadi (44′ Michael Babatunde), Ahmed Musa e Browne Ideye (28'′ Joseph Apkala).
Treinador: Stephen Keshi.

Gols: Diego Lugano aos 19 minutos e Diego Forlán aos 6 minutos do 2T; John Obi Mikel aos 37 minutos.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

URUGUAI TOMA BANHO DE BOLA E PERDE PARA ESPANHA.


Jogar contra uma seleção campeã do mundo nunca é fácil. E com a atual Espanha, menos ainda. Uruguai estreou na Copa das Confederações enfrentando um dos melhores selecionados de todos os tempos e fez o que pôde para poder para-los. No entanto, isso não foi nem de perto uma ameaça aos adversários que deram um banho de bola na Celeste. O resultado final ainda pode ser considerado bom aos comandados de Maestro Tabárez que se saísse com uma goleada história iria condizer à exibição dentro de campo.

Mesmo inferior tecnicamente, Uruguai iria tentar colocar seu plano de jogo para parar os espanhois. A ideia iniciar era deixar eles saírem com a bola na defesa e marcar forte e homem-a-homem no meio-de-campo para não deixar espaço para a troca de passes. No entanto, o que se viu em campo foi a Espanha conseguindo se livrar facilmente dos marcadores uruguaios e chegando fácil ao campo de ataque.

As principais jogadas da Espanha saíam pelo lado-direito do campo. Maxi Pereira é um lateral mais ofensivo do que defensivo e não era sua especialidade a marcação. A cobertura dos volantes pelo lado também foi muito deficiente com Gargano atuando muito mal e deixando inúmeros buracos em seu setor da equipe.

Para piorar ainda mais, quando o Uruguai retinha a bola para partir ao contra-ataque, não ficava por muito tempo com ela. Isso porque a falta de aproximação entre os jogadores era enorme e sempre havia ao menos dois jogadores marcando pressão e não deixando a Celeste sair tocando, recuperando-a ainda no campo ofensivo e voltando a atacar.

Com todos esses fatores, a Espanha sobrava no primeiro tempo e era claro que o primeiro gol era questão de tempo para sair. E ele veio logo aos 20 minutos. Cobrança de escanteio e rebote para fora da área. Pedro pegou de primeira e contou com desvio de Diego Lugano para tirar Fernando Muslera do lance e coloca-la para o fundo das redes.

O gol não fez o Uruguai acordar, tampouco fez a Espanha diminuir o ritmo. La Roja permaneceu atacando e forçando o gol enquanto a Celeste não sabia o que fazer, além de marcar muito mal e perder a bola recuperada em questão de segundos. Doze minutos mais tarde da abertura do placar, ótima jogada iniciada por Andrés Iniesta no campo de defesa, enfiada de bola de Cesc Fábregas para Roberto Soldado, e o atacante do Valencia não desperdiçou estando frente a frente com Muslera.

A superioridade espanhola era algo absurdo ao final do primeiro tempo. Um total de 84% de posse de bola foi registrado contra pobre 26% do lado uruguaio. No intervalo, Oscar Tabárez fez apenas uma alteração, tirando Gastón Ramírez para a entrada de Álvaro Gonzalez. A modificação não mudou em nada o jeito da Celeste jogar, enquanto a Espanha retornou impondo seu estilo de jogo da mesma forma.

No decorrer do segundo tempo, a Espanha foi diminuindo a pressão no campo de ataque e administrou bem o jogo que já estava ganho. Uruguai mexeu colocando Nicolás Lodeiro no lugar de Walter Gargano, e depois com Diego Forlán para a saída de Diego Pérez, alterando todo o sistema de jogo e colocando o time mais pra frente, em uma tentativa desesperada de gol, que só veio em um lance isolado, através de uma linda cobrança de falta de Luis Suárez aos 44 do segundo tempo. Vitória merecida e atuação assustadoramente fraca do Uruguai que necessita e muito melhorar em relação ao jogo de domingo.

Uruguai: Fernando Muslera; Maximiliano Pereira, Diego Lugano, Diego Godín e Martín Cáceres; Diego Pérez (23'′ Diego Forlán), Walter Gargano (17'′ Nicolás Lodeiro), Cristian Rodríguez e Gastón Ramírez (45′ Alvaro González); Luis Suárez e Edinson Cavani.
Treinador: Oscar Tabárez.

Espanha: Iker Casillas; Álvaro Arbeloa, Gerard Piqué, Sergio Ramos e Jordi Alba; Sergio Busquets, Xavi (30'′ Javier Martínez), Andrés Iniesta e Cesc Fábregas (19'′ Santiago Cazorla); Pedro Rodríguez (36'′ Juan Mata) e Roberto Soldado.
Treinador: Vicente del Bosque.

Gols: Pedro aos 20 e Roberto Soldado aos 32; Luis Suárez aos 44 minutos do 2T.

domingo, 16 de junho de 2013

URUGUAI INICIA TRAJETÓRIA NA COPA DAS CONFEDERAÇÕES CONTRA ESPANHA.


Neste domingo o Uruguai inicia sua trajetória na Copa das Confederações de 2013. A Celeste enfrenta na cidade em Recife nada mais nada menos do que a atual campeã do mundo, a toda poderosa Espanha. Ainda não garantido na próxima copa, o Uruguai deixa de lado as Eliminatórias por um momento e foca em um torneio ainda não conquistado pela seleção.

Oscar Tabárez teve pouco tempo para treinar sua seleção e ainda teve alguns problemas na chegada ao Brasil. Desentendimentos com a organização atrapalharam os trabalhos da equipe que não mal conseguiu treinar quando chegou à Recife. No entanto, el Maestro já definiu o time titular que jogará às 19h na Arena Pernambuco.

Os onze iniciais são praticamente os mesmos que enfrentaram e venceram a Venezuela na semana passada. A única mudança promovida pelo técnico é a entrada de Luis Suárez no lugar de Diego Forlán. El Conejo havia cumprido suspensão nas Eliminatórias e retorna a sua posição de titular.

A Espanha, dirigida por Vicente del Bosque, ao contrário da Celeste já não tem definida sua equipe titular. Quatro posições não estão definidas e podem ocorrer mudanças nelas. Pra começar, no gol não se sabe se entra Iker Casillas ou Victor Valdés. O arqueiro madrileño é titular absoluto mas sofreu com uma lesão e está desde janeiro sem jogar. A falta de ritmo pode colocar o barcelonista como titular. Mais á frente, Pedro e Jesús Navas disputam uma vaga, assim como David Silva e Cesc Fábregas, além de Roberto Soldado e David Villa.

Esta partida será o décimo confronto entre as duas seleções contando partidas oficiais e amistosos. O histórico é bastante favorável aos espanhóis que venceram quatro vezes. Celeste não venceu nenhuma, tendo empatado as outras cinco. Fato interessante é que a primeira vez que se enfrentaram foi justamente no Brasil, pela Copa do Mundo de 1950, que terminou com o Uruguai vencedor.

Histórico de partidas entre Espanha x Uruguai:

Copa do Mundo de 1950, Brasil. - Uruguai 2x2 Espanha.
Amistoso em 1966, La Coruña. - Espanha 1x1 Uruguai.
Amistoso em 1972, Madrid. - Espanha 2x0 Uruguai.
Amistoso em 1978, Montevidéu. - Uruguai 0x0 Espanha.
Copa do Mundo de 1990, Itália. - Uruguai 0x0 Espanha.
Amistoso em 1991, Oviedo. - Espanha 2x1 Uruguai.
Amistoso em 1995, La Coruña. - Uruguai 2x2 Espanha.
Amistoso em 2005, Gijón. - Espanha 2x0 Uruguai.
Amistoso em 2013, Catar. - Espanha 3x1 Uruguai.

Uruguai: Fernando Muslera; Maximiliano Pereira, Diego Lugano, Diego Godín e Martín Cáceres; Diego Pérez, Walter Gargano, Cristian Rodríguez e Gastón Ramírez; Luis Suárez e Edinson Cavani.
Treinador: Oscar Tabárez.

Espanha: Víctor Valdés/Iker Casillas; Álvaro Arbeloa, Gerard Piqué, Sergio Ramos e Jordi Alba; Sergio Busquets, Xavi Hernandez e Andrés Iniesta; David Silva/Cesc Fábregas, Pedro/Jesús Navas e Roberto Soldado/David Villa.
Treinador: Vicente del Bosque.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

U-RU-GUAI! CELESTE VENCE VENEZUELA E SE RECUPERA NAS ELIMINATÓRIAS.


A esperança continua e aumentou muito depois de ontem. Uruguai entrou em campo ontem a noite precisando desesperadamente de uma vitória e jogou como há muito tempo não se via. Uma partida séria que os comandados do Maestro Tabárez acabaram por realizar, sendo superiores ao time da casa. Cavani foi o autor do gol que faz com que a Celeste chegue perto da classificação a Copa do Mundo de 2014.

Jogadores entraram na cancha sabendo da seriedade da partida. E colocaram tudo de si em campo. Sistema defensivo teve de atuar muito nos primeiros minutos de jogo já que a Venezuela partiu ao ataque. No entanto, esbarrou em um verdadeira paredão tendo Diego Perez e Walter Gargano na volância e fazendo muito bem a proteção para a zaga.

Sem conseguir infiltrar dentro da defesa uruguaia, restou para a Venezuela lances de bola parada e os arremates de fora da área. Em três lances os vinotintos conseguiram tirar algum suspiro dos torcedores ali presentes no estádio, mas nada que assustasse ou que gerasse algum perigo contra o Uruguai.

Trabalhando muito bem na defesa, o Uruguai passou a tentar mais as jogadas de ataque, mas sem muita pressa, contando com a habilidade e categoria de seus jogadores de frente. E foi a partir destes que no primeiro lance bem executado, o gol saiu. Passe para a direita que encontra Cavani, e o atacante do Napoli em uma ótima jogada deixando pra trás dois defensores vinotintos, chutou no canto e abriu o placar.

A abertura do marcador fez muito bem ao Uruguai que se sentiu muito mais á vontade dentro de campo do que a Venezuela. Ficando na mesma tática desde o início do jogo, viu os contra-ataques como uma oportunidade perfeita pra vantagem aumentar. E ela quase aconteceu por duas vezes em uma aula de contra-golpe. O primeiro foi puxado por Cristian Rodríguez que abriu na esquerda pra Cavani, mas que errou o alvo, chutando perto da trave esquerda. Já no segundo, uma grande arrancada de Gastón Ramírez, passando por alguns defensores da Venezuela, e que passou para a esquerda onde estava Forlán, mas que chutou em cima do goleiro Dani Hernandez.

Para o segundo tempo, a tática exercida continuou sendo a mesma, mas tendo ainda mais atenção no setor defensivo para que não ocorresse qualquer erro e que poderia ocasionar no gol de empate da seleção anfitriã. No ataque, posse de bola e muita movimentação, além dos contra-ataques já mencionados anteriormente.

Tabárez, no começo do segundo tempo, teve sua primeira baixa ao ver Gastón Ramírez, um dos melhores dentro de campo, se lesionar após um lance de arrancada. Colocou Álvaro Gonzalez que apesar de não ter a qualidade técnica do meia do Southampton, tem bastante velocidade e cruza muito bem, além de ajudar demais na marcação.

Venezuela bem que tentou o gol, mas não conseguiu passar pela defesa Celeste, que foi administrando bem a vantagem até o final da partida, onde inclusive até contou com a expulsão de Tomás Rincón no término do confronto, deixando o time adversário em desvantagem. Vitória de uma importância monumental ao Uruguai, que além da vitória, jogou bem fora-de-casa, encerrando um jejum de três anos e meio sem triunfar fora de solo charrúa. Segue o ritmo e rumo á Copa!

Venezuela: Dani Hernández; Roberto Rosales, Oswaldo Vizcarrondo, Andrés Túñez e Gabriel Cichero (12'′ Luis Manuel Seijas); Tomás Rincón, Franklin Lucena e Juan Arango; César González; Frank Feltscher (11'′ Fernando Aristeguieta) e Salomón Rondón.
Treinador: César Farías

Uruguai: Fernando Muslera; Maximiliano Pereira, Diego Lugano, Diego Godín e Martín Cáceres; Gastón Ramírez (14'′ Alvaro González), Diego Pérez (30'′ Sebastián Eguren), Walter Gargano e Cristian Rodríguez (39'′ Alvaro Pereira); Diego Forlán e Edinson Cavani.
Treinador: Oscar Tabárez.

Gol: Edinson Cavani aos 27 minutos do 1T.

Cartão vermelho: Tomás Rincón aos 39 do 2T.