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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

POUCAS DÚVIDAS DE BENGOECHEA ENTRE OS TITULARES.


Faltando um pouco mais de uma semana para se retomar as competições domésticas no Uruguai, o Peñarol vai se preparando pra mostrar uma cara diferente da que tinha apresentado no último semestre de 2014. Pablo Bengoechea chegou e já vem mostrando como quer que seu time chegue para a estreia do Clausura contra o Cerro.

São poucas as dúvidas que o ex-treinador da seleção peruana tem em seu time titular. O esquema é similar ao adotado por Diego Aguirre no vice-campeonato da América em 2011: uma linha de quatro na defesa, doble cinco, dois carrilleros, um enganche e por último, um atacante. A tática é totalmente diferente daquela em prática com Jorge Fossatti nos meses passados, que jogava em um 3-5-2/3-6-1.

No último treinamento realizado em Los Aromos, Bengoechea definiu o seguinte time: Pablo Migliore; Andrés Rodales, Joe Bizera, Emilio Mac Eachen, Diogo Silvestre; Jonathan Urretaviscaya, Sebastián Píriz, Jorge Rodríguez, Facundo Rodríguez; Antonio Pacheco; Marcelo Zalayeta.

Ao longo da prática, algumas mudanças foram feitas e que indicam posições com jogadores ainda não definidos. Carlos Valdez entrou no lugar de Joe Bizera e Luis Aguiar no de Facundo Rodríguez, esta última obrigando Japo Rodríguez a passar para a meia-esquerda. Além do mais, Jonathan Sandoval não treinou mais ainda briga com Píriz por uma vaga de doble cinco.

Maior destaque do treinamento que terminou com um empate entre reservas e titulares foi novamente Jonathan Urretaviscaya [foto]. Recém-chegado, o meia já garantiu sua vaga entre os onze que iniciarão a partida de estreia dia 14. Foi ele que marcou o gol de sua equipe, enquanto Cristian Palacios marcou aos reservas.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

PEÑAROL JOGA MAL NOVAMENTE E É DERROTADO FRENTE SANTOS LAGUNA.


A cada atuação que o Peñarol vem dando nesta temporada, vai dando a impressão de que a luta pelos títulos não irá acontecer. Na Copa Libertadores, mais uma atuação fraca, e o destino parece ser mesmo a eliminação já na fase de grupos. Recebendo o Santos Laguna no Centenário a equipe aurinegra não conseguiu ir bem mais uma vez e perdeu por 2x0.

A tentativa de mais uma vez colocar um time no esquema com 3-5-2 fracassou. Muito mal nos três setores, a equipe foi presa fácil para os mexicanos que se sentiam em casa. Mais tarde, Fossati alterou recuando um pouco mais Emiliano Albín e deslocando Darío Rodríguez pra lateral-esquerda, indo para o 4-2-3-1, que novamente não deu certo.

O gol do Santos era algo que já era esperado, mas que demorou um certo tempo para acontecer. Sem balançar as redes no primeiro tempo, os mexicanos deram uma chance ao Peñarol de voltar mais organizado para a segunda etapa. No entanto, isso não aconteceu e com 9 minutos, o uruguaio Jonathan Lacerda, com boa passagem pelo Wanderers, abriu o marcador.

A chance do empate só pôde ser pensada a partir da entrada de Jonathan Rodríguez. O juvenil entrou no lugar de Tony Pacheco e mais uma vez entrou muito bem. Se tornou de longe o jogador mais perigoso para o Peñarol e fez ótimas jogadas desde o momento em que entrou. Paolo Hurtado, outro que ingressou durante o jogo, teve as chances nos pés após assistência do atacante, mas desperdiçou.

Já nos minutos finais, o golpe final chegou para decretar a justa derrota dos manyas. Esperando na defesa, o Santos Laguna aproveitou bem o erro do Peñarol para iniciar um ótimo contra-golpe que parou nos pés de José Abella, que concluiu bem e garantiu os três pontos para sua equipe dentro do Copa Libertadores.

Peñarol: Juan Castillo; Damián Macaluso (28'′ Baltasar Silva), Carlos Valdez e Darío Rodríguez; Emiliano Albín, Sergio Orteman, Luis Aguiar e Jorge Rodríguez (13'′ Paolo Hurtado); Antonio Pacheco (19'′ Jonathan Rodríguez); Mauro Fernández e Marcelo Zalayeta.
Treinador: Jorge Fossati.

Santos Laguna: Oswaldo Sánchez; José Abella, Rafael Figueroa, Oswaldo Alanis e Jonathan Lacerda; Mauro Cejas (33'′ Sergio Ceballos), Ribair Rodríguez, Juan Pablo Rodríguez e Néstor Calderón; Darwin Quintero (39'′ Andrés Rentería) e Oribe Peralta (44'′ Néstor Araujo).
Treinador: Pedro Caixinha.

Gols: Jonathan Lacerda aos 9 minutos do 2T e José Abella no último minuto de jogo.

sábado, 15 de fevereiro de 2014

PEÑAROL VOLTA DA VENEZUELA COM UM PONTO NA BAGAGEM.


Sem viver um bom momento técnico há algum tempo, Peñarol foi para a Venezuela defrontar o Deportivo Anzoátegui. Ainda sem ter um esquema tática ideal mas com Fossati apostando no sistema de três zagueiros, por boa parte durante o jogo os aurinegros foram inferiores a seus adversários. No entanto, em um lance isolado, Marcelo Zalayeta estava no momento certo para dar ao menos um ponto a sua equipe.

Primeiro tempo mostrou as falhas que a equipe tem, principalmente na defesa. Fossati aposta em um esquema com três zagueiros, mas todos já passaram do trinta e não tem a mesma velocidade. Com isso, qualquer um que vá apostar na velocidade, provavelmente irá ganhar. Além disso, a cobertura feita pelos volantes nas decidas dos alas não estão bem feitas, ocasionando em inúmeras jogadas feitas pelos lados do campo.

No ataque, Pablo Lima e Baltasar Silva se jogavam ao ataque para tentar alguma boa jogada. Na armação, Jorge Rodríguez fez companhia para Antonio Pacheco enquanto Marcelo Zalayeta era o único mais avançado. Ainda assim, as jogadas não saíam e o atacante ficava muitas vezes, isolado e preso entre os zagueiros venezuelanos.

A superioridade do Anzoátegui foi fácil de se conseguir e com isso, o gol saiu ainda na etapa inicial. Passe por trás da zaga manya - que ficou pedindo impedimento inexistente - e o atacante saiu na cara do gol de Castillo e marcou abertura do placar para os mandantes.

No segundo tempo o Peñarol voltou com o mesmo time, mas se propôs mais ao ataque, deixando a defesa ainda mais exposta, mas apostando na qualidade de Japo e Tony na armação, além da velocidade e no poder de apoio dos alas. Zalayeta perdeu um gol feito, assim como Baltasar Silva, que chegou na cara de Edixon González e errou o arremate. Do outro lado o Deportivo Anzoátegui respondia com bons ataques, onde Castillo apareceu muito bem.

Com o segundo tempo iniciado, Fossati mudou colocando Jonathan Rodríguez no lugar de Tony Pacheco, e pouco depois, com Emiliano Albín entrando para a saída de Baltasar Silva. A troca de alas pode não ter influenciado muito, mas a entrada de Jona Rodríguez melhorou e muito o ataque manya. Com a armação sendo responsável por Japo, o atacante encostava mais em Zalayeta e participava mais ativamente do jogo.

E foi com o jovem criado nas categorias de base do clube que o gol de empate saiu. Ótima jogada individual do garoto pelo lado direito da área, e após passar por alguns defensores adversário, ele cruzou rasteiro para Zalayeta desviar e marcar o gol que garantiu um ponto fora de casa para o Peñarol.

A atuação da equipe mirasol segue sendo decepcionante. A esperança dos torcedores é de que com o decorrer dos jogos na competição e no Clausura o time vá ganhando forma e melhorando como coletivo. Ao menos, conseguiu se recuperar de uma derrota e levou um ponto pra casa.

Deportivo Azoátegui: Edixon González; Jonny Mirabal, Ezequiel Parnisari, Alejandro Cichero e Carlos Lujano; Ricardo Cardoso Martins (26'′ Robert Hernández), Enmanuel Calzadilla, Evelio Hernández e Rolando Escobar; Edwin Aguilar (36'′ Jaime Moreno) e Framber Villegas (40'′ Ronald Ramírez).
Treinador: Juvencio Bentancourt.

Peñarol: Juan Castillo; Carlos Valdez, Darío Rodríguez e Damián Macaluso; Baltasar Silva (20'′ Emiliano Albín), Marcel Novick, Sergio Orteman e Pablo Lima; Jorge Rodríguez (41'′ Paolo Hurtado) e Antonio Pacheco (13'′ Jonathan Rodríguez); Marcelo Zalayeta.
Treinador: Jorge Fossati.

Gols: Framber Villegas aos 38 minutos; Marcelo Zalayeta aos 33 minutos do 2T.

Cartão vermelho: Evelio Hernández aos 35 minutos do 2T.

domingo, 9 de fevereiro de 2014

EM JOGO POLÊMICO, PEÑAROL E DEFENSOR FICAM IGUAIS.


Depois de se enfrentarem da final do Campeonato Uruguaio na temporada passada, Peñarol e Defensor Sporting decepcionaram no Apertura. Sem mostrar a mesma qualidade da temporada anterior, fizeram diversas mudanças com a esperança de retomar o trilho das vitórias. Agora, nessa segunda rodada. uma partida bem disputada mas que o resultado final não foi nada bom pra ninguém: 2x2.

Primeiro tempo foi o mais movimentado do confronto. Peñarol começou atacando e já reclamou de penalty logo no início em uma jogada envolvendo Sebastián Píriz. Árbitro não marcou e no lance, o volante aurinegro se lesionou e teve de sair prematuramente. Em seu lugar entrou Marcel Novick, que não foi bem e errou no que seria o gol de abertura do Defensor Sporting.

Novick quis sair jogando e acabou por perder a bola no campo de defesa. Contra-ataque mortal e que foi muito bem executado pelos violetas. Mario Regueiro, que começava pela primeira vez como titular no Defensor, chutou forte e cruzado, onde Juan Castillo não teve muito o que fazer.

O gol tomado não deixou o Peñarol cabisbaixo que seguiu pressionando. Tendo Luis Aguiar como o homem na meia-cancha, os manyas permaneceram no campo de ataque. Jonathan Rodríguez quase deixou o seu, mas quem realmente balançou as redes foi Marcelo Zalayeta. Após ótima jogada individual de Jorge Rodríguez, o atacante só teve o trabalho de concluir a jogada e deixar tudo igual.

Para o segundo tempo o ritmo não diminuiu e o jogo continuou com muitas idas e vindas. E logo no início teve a maior polêmica do confronto. Darío Rodríguez disputou jogada com Nicolás Correa e conseguiu o desarme limpo. No entanto, o juiz Roberto Silvera acreditou na queda do jogador violeta e marcou a penalidade máxima. Nico Olivera cobrou bem e colocou o Defensor novamente em vantagem.

Em desvantagem, Fossati colocou em campo Tony Pacheco no lugar de Jona Rodríguez. Atuando mais como um armador e tendo a responsabilidade de encostar em Marcelo Zalayeta. E logo quando entrou, o experiente meia acertou o travessão de Martín Campaña. Mais tarde, no entanto, ele não desperdiçou quando teve a oportunidade. Em outra cobrança de penalty assinalada, só que desta vez para o Peñarol, e em mais um lance em que não houve o penal. Chute e mais uma vez, tudo igual.

Jogo seguiu do mesmo jeito e terminou sem mais alterações. Peñarol soma um ponto após a agônica vitória sobre o River Plate. Enquanto isso, Defensor pontua pela primeira vez, já que foi derrotada na primeira rodada para o Liverpool.

Peñarol: Juan Castillo; Carlos Valdez, Gonzalo Viera e Darío Rodríguez; Baltasar Silva, Sebastián Piriz (8′ Marcel Novick), Luis Aguiar (35'′ Sergio Orteman) e Pablo Lima; Jorge Rodríguez; Jonathan Rodríguez (16'′ Antonio Pacheco) e Marcelo Zalayeta.
Treinador: Jorge Fossati.

Defensor Sporting: Martín Campaña; Pablo Pintos, Nicolás Correa, Matías Malvino e Robert Herrera; Leonardo Pais, Andrés Fleurquin e Federico Gino (38'′ Giorgian de Arrascaeta); Nicolás Olivera; Mario Regueiro (45'' Ramón Arias) e Ignacio Risso (29'′ Matías Alonso).
Treinador: Fernando Curutchet.

Gols:  Mario Regueiro aos 21 do 1T e Nicolás Olivera aos 9 do 2T; Marcelo Zalayeta aos 41 minutos e Antonio Pacheco aos 30 minutos do 2T.

Cartão vermelho: Nicolás Olivera aos 43 do 2T.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

FALECE CARLOS BORGES, AUTOR DO PRIMEIRO GOL DA LIBERTADORES.


Na quarta-feira (5) desta semana mais um grande nome da história do futebol uruguaio deu adeus. Carlos Ariel Borges, el Lucho, faleceu aos 82 anos de idade. Um dos maiores ídolos da história do Peñarol, o jogador foi o responsável por ser o autor do primeiro gol da história da Copa Libertadores, no ano de 1960.

Atacante como poucos já visto em terras cisplatinas, Lucho está, certamente, entre um dos maiores mitos da história do Peñarol, e consequentemente, do futebol uruguaio. Revelado pelo clube em 1946, atuou defendendo as cores carboneras por 15 temporadas, sendo interrompidas apenas uma vez quando se transferiu ao Racing-ARG, já perto de encerrar sua carreira.

Além disso, foi ele que balançou as redes pela primeira vez na maior competição de clubes da América do Sul. Em 16 de abril de 1960, Peñarol goleou o Jorge Wilsterman-BOL por 7x1, e o placar foi aberto pelo atacante. Esse também foi o pontapé para a campanha do título do clube, que seria o primeiro vencedor do torneio.

''Tenho a honra de ter convertido o primeiro gol da história da Copa Libertadores. Fiz no gol da Colombes (setor da arquibancada do estádio Centenário) logo em seguida do jogo ter sido iniciado, e me lembro de levantei do gramado pra gritar de feilicidade. É um orgulho pessoal, para que meus netos saibam que fui.'' - conta Lucho em uma entrevista passada sobre seu gol.

''Foi um avanço feito por Hohberg, que deu um grande passe para Cubilla, que avançou e chutou a bola que explodiu no travessão. No rebote eu emendei um chute forte mas que também foi rebatido pelo boliviano Rocabado. Pela segunda vez e bola sobrou pra mim, que chutei à meia-altura e consegui marcar. É uma alegria ter feito um gol que com o passar dos anos passou a ter um significado especial.'' - completou.

Ao todo foram nada mais nada menos do que dez títulos ao longo de 17 anos de carreira. Sete campeonatos uruguaios, um campeonato argentino, a Copa América de 1956 e uma Copa Libertadores. Participou ainda de mais uma Copa América, agora da de 1959, e da Copa do Mundo de 1954.

Mas se dentro de campo Borges foi uma referência a muitos, fora dela também foi um exemplo. No último ano de sua carreira, em 1963, o jogador estava no barco Vapor de La Carrera, que acabou naufragando após se chocar com outro barco em pleno mar. Na ocasião, Lucho se salvou graças a um pedaço de madeira que se prendeu a ele, e junto segurou um garoto que estava preso na parte interna.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

AGONIZANTE VIRADA DO PEÑAROL SOBRE RIVER PLATE.


Tudo indicava para mais um início fraco do Peñarol em um campeonato nacional. A exemplo do Apertura, o placar mostrava até os últimos minutos a vantagem posta e justamente adquirida pelo River Plate ao longo do jogo. No entanto, não é apenas de atuação dos onze homens de cada lado que se faz um jogo de futebol. Em um intervalo de cinco minutos, os manyas conseguiram uma virada inimaginável e venceram os darseneros dentro do Centenário.

A grande parte do jogo foi dominada pelo River. Assim como no semestre passado, os darseneros apresentaram um estilo de jogo já adotado há algum tempo, além de terem um entrosamento claro e adição de jogadores importantes como o retorno de Jonathan Ramírez ao seu clube de origem.

E indo na contra-mão, estava o Peñarol. Com pouco tempo preparando a equipe, Jorge Fossati teve que fazer algo com o que tinha. Adotou o esquema com três zagueiros aproveitando a ofensividade dos laterais e tendo como referência na armação Tony Pacheco. Mas se na teoria a coisa poderia funcionar, a prática mostrou algo totalmente diferente. Sem conseguir infiltração e profundidade, a equipe ainda sofria na lentidão da parte defensiva. No ataque, a dupla formada por Jona Rodríguez e Zalayeta se prendia em meio a zaga adversária.

A superioridade dos mandantes foi mostrada logo de início. Cruzamento de Martín Alaniz pela esquerda, falha monumental de Juan Castillo e Sebastián Taborda, em seu papel característico de centro-avante, vence o arqueiro adversário e marca ao River Plate.

Sem ver uma resposta de seu time em campo, Fossati colocou em campo Japo Rodríguez no lugar de Pablo Lima, apagado no jogo. Improvisando o meia na ala-esquerda, buscava mais ofensividade aproveitar as descidas do lateral-direito. Mas a má fase do jogador, principalmente, influenciou em mais uma atuação ruim do atleta ex-River.

Castillo buscou se redimir da falha ao fazer uma ótima defesa em uma jogada que foi repetida do gol. Passe de Alaniz e conclusão de Taborda. Peñarol estava atordoado e não dava sinais de melhora. Pior, mostrava que se fosse para sair gol de alguém, seria do River Plate.

Com o passar do tempo, River mais e mais parava e pressionar e buscava aproveitar o erro do Peñarol para sair em velocidade no contra-ataque e matar o jogo ao fazer mais um gol. Por diversas vezes isso quase aconteceu, no que se demonstrou ser extremamente determinante ao final do jogo. Do outro lado, Mauro Fernández era a última cartada de Fossati para que o gol saísse.

Até que aos 40 minutos, em um lance mal concluído por Antonio Pacheco, o ataque que o River desejava saiu. Cristian Techera teve a bola que daria a vitória nos pés, mas incrivelmente acabou desperdiçando. No contra-golpe, o erro do atacante foi fatal: Pacheco para Mauro Fernández e o gol do empate do Peñarol, tão desejado, finalmente saia.

Os últimos minutos prometiam de tudo. Logo depois, Sebastián Taborda acabou sendo expulso e deixou o River com um homem a menos, inflamando a ''hinchada'' manya presente em sua maioria no estádio. E para completar a festa dos que estavam ali, penalty marcado e Tony Pacheco tratou de dar a agonizante vitória ao Peñarol. 

River Plate: Damián Frascarelli; Claudio Herrera, Williams Martinez, Cristian González e Luis Torrecilla; Claudio Inella (20'′ Gabriel Marques), Hamilton Pereira, Claudio Gorriarán (36'′ Cristian Techera) e Martín Alaniz; Jonathan Ramírez (30′ Michel Santos) e Sebastián Taborda.
Treinador: Guillermo Almada.

Peñarol: Juan Castillo; Damián Macaluso, Carlos Valdez e Darío Rodríguez; Baltasar Silva, Sebastián Piriz (6'′ Sergio Orteman), Luis Aguiar e Pablo Lima (45′ Jorge Rodríguez); Antonio Pacheco; Jonathan Rodríguez (20'′ Mauro Fernández) e Marcelo Zalayeta.
Treinador: Jorge Fossati.

Gols: Sebastián Taborda aos oito minutos de jogo; Mauro Fernández aos 41 do 2T e Antonio Pacheco no último minuto de jogo.

Cartão vermelho: Sebastián Taborda aos 42 minutos do 2T.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

ESCALAÇÕES E HORÁRIOS DA PRIMEIRA RODADA DO CLAUSURA 2014.


SÁBADO, 01 DE FEVEREIRO.
18h00
Defensor Sporting: Martín Campaña; Pablo Pintos, Nicolás Correa, Gastón Silva e Robert Herrera; Mathías Cardaccio e Andrés Fleurquin; Adrián Luna, Nicolás Olivera e Leonardo Pais; Matías Alonso.  

Liverpool: Guillermo de Amores; Caué Fernandes, Gonzalo Godoy e Cristian Almeida; Agustin Peña, Raúl Ferro, Gonzalo Freitas, Iván Moreno y Fabianesi e Gastón Filgueira; Paulo Pezzolano; Rodrigo Aguirre.

18h00
Sud América: Javier Irazún; Antonio Fernández, Diego Viotti, Santiago Carrera e Maximiliano Pereiro; Juan Ramón Alsina, Adrián Argachá, Emanuel Centurión e Federico Gallego; Santiago Biglieri e Gonzalo Malán.

Juventud de Las Piedras: Martín Góngora; Marcelo Rodríguez, Darío Flores, Diego Rodríguez e Maximiliano Moreira; Alejandro Reyes, Renzo Pozzi, Cristian Latorre e Jonathan Blanes; Matías Porcari e José María Franco.

20h30
Racing: Jorge Contreras; Gonzalo Aguilar, Damián Malrrechaufe, Pablo Lacoste e Jesús Trindade; Ernesto Dudok, Angel Cayetano e Carlos Díaz; Diego Zabala/Cristian Tabó; Agustín Gutiérrez e Luis Gorocito.

Nacional: Jorge Bava; Santiago Pereira, Jorge Curbelo, Ismael Benegas e Alfonso Espino; Nicolás Prieto e Hugo Dorrego; Renato César, Gastón Pereiro e Henry Giménez; Juan Cruz Mascia.

DOMINGO, 02 DE FEVEREIRO.
18h00
El Tanque Sisley: Nicola Pérez; Esteban Maga, Martín Galain, Joaquín Aguirre, Juan Pablo Fagúndez e Yefferson Moreira; Andrés Aparicio, Gastón Martínez e Gastón Machado; Junior Arias e Álvaro Mello.

Fénix: Luis Mejía; Juan Alvez, Maximiliano Perg, Ignacio Pallas e Zaspe; Gonzalo Papa e Andrés Schettino; Maximiliano Pérez/Marcos Mansulino, Aníbal Hernández e Lucas Cavallini; José María Franco.

18h00
Wanderers: Federico Cristóforo; Mauricio Gómez, Gastón Bueno, Martín Díaz e Maximiliano Olivera; Guzmán Pereira e Santiago Martínez; Matías Santos, Gastón Rodríguez e Rodrigo Pastorini; Sergio Blanco.

Cerro: Rodrigo Odriozola; Mitchel Duarte, Pablo Melo, Maximiliano Pereira e Daniel Leites; Javier Méndez, Jonathan Rodríguez, Mauricio Alonso e Carlos Grosmüller; Matías Masiero e Hugo Silveira.

20h30
River Plate: Damián Frascarelli; Claudio Herrera, Williams Martínez, Cristian González e Luis Torrecilla; Claudio Inella, Hamilton Pereira, Fernando Gorriarán e Martín Alaniz; Jonathan Ramírez/Michael Santos e Sebastián Taborda.

Peñarol: Juan Castillo; Carlos Valdez, Darío Rodríguez e Gonzalo Viera; Baltasar Silva, Sebastián Piriz, Luis Aguiar e Pablo Lima; Antonio Pacheco; Jonathan Rodríguez e Marcelo Zalayeta.

TERÇA-FEIRA, 4 DE FEVEREIRO.
18h00
Danubio: Salvador Ichazo; Matías de Los Santos, Jadson Viera, Emiliano Velázquez e Federico Ricca; Camilo Mayada, Gonzalo Porras, Hugo Soria e Ignacio González; Jonathan Alvez e Diego Martiñones.

Cerro Largo: indefinido.

18h00
Rentistas: indefinido.

Miramar Misiones: indefinido.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

TROCA NO COMANDO MANYA: SAI GONÇALVES, ENTRA FOSSATI.


Perto de se iniciar a temporada, Peñarol se preparava para o primeiro semestre de 2014 onde tentaria buscar o título do Clausura e consequentemente, a chance pelo bi-campeonato uruguaio, além da Copa Libertadores. Porém, o presidente do clube resolveu tomar as rédeas e mexer no comando da equipe. Jorge Gonçalves, o então treinador, foi demitido, e em seu lugar, entra Jorge Fossati.

Quando assumiu o cargo do clube na metade do Apertura após a saída de Diego Alonso, Jorge Gonçalves viu uma oportunidade de ouro para demonstrar seu potencial. Ex-zagueiro criado no clube e até então auxiliar técnico, el Tito foi efetivado para o cargo principal na comissão técnica. Apesar de não aumentar muito o fraco nível da equipe, conseguiu algumas vitórias e, principalmente, bater seu maior rival e o prejudicar na luta pelo título.

Passado 2013 e se iniciando um novo ano, a esperança de Gonçalves era guiar a equipe para um rumo melhor. Com novos jogadores e aumentando o nível, poderia lutar pelos objetivos traçados. Porém, o que ele não contava era com a ideia de Juan Pedro Damiani. O mesmo responsável por lhe efetivar meses atrás, entendeu que o caminho que se estava tomando não era o certo. Para isso, fez uma mudança de última hora, colocando Jorge Fossati, já campeão com Peñarol nos anos 90 e mais experiente que o seu antecessor.

Apesar da decisão não ser oficial, tanto da saída de Tito quanto da entrada de Fossati, já está claro que a troca irá ocorrer. No treinamento de hoje Gonçalves já não apareceu no clube, e quem ficou responsável pela função no dia de hoje foi Paolo Montero, treinador das categorias de base.

A principal questão feita pelos torcedores, jornalistas e até membros da diretoria é: por que não fazer mais cedo? Tão perto de se iniciar a temporada se troca de treinador, e com isso, nova mentalidade, métodos e tudo mais que compõe o seu trabalho. Depois de quase um mês de iniciado os trabalhos, irá começar tudo do zero em Los Aromos.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

NACIONAL VENCE PEÑAROL NAS PENALIDADES MÁXIMAS.


No primeiro teste na temporada, ambos os times mostraram equivalência. Nenhum se sobressaiu sobre o outro e como era de se esperar, o empate era o resultado mais justo, no que realmente aconteceu. A decisão, nas cobranças de penaltis, tinha de colocar um vencedor no confronto que acabou sendo o Nacional após a cobrança de Paolo Hurtado em que arqueiro tricolor defendeu.

Do lado aurinegro, muita intensidade e velocidade, mas tinha um meio-de-campo frágil na armação. Japo Rodríguez mais uma vez demonstrou fraqueza e Lolo Estoyanoff tentava muito, mas pouco conseguia dentro de campo. Por muitas vezes, tanto Nuñez quanto Jona Rodríguez retornavam pra fazer essa bola chegar mais facilmente ao gol de Leonardo Burián.

Na criação, ficava Luis Aguiar, que se desprendia da parte defensiva e ia ao apoio pra atuar muitas vezes como um enganche. Muito bom na distribuição dos passes, era o jogador criativo do time. No entanto, com apenas trinta minutos de jogo, foi expulso, tirando toda as possibilidades de jogadas do time além de deixar sua equipe com um jogador a menos.

Pelos tricolores, um esquema também clássico. Dois jogadores de lado, um no centro como enganche, e a referência na frente. Sem os principais do elenco, a solução para Gerardo Pelusso era a garotada. Rafael García, Renato César, Gonzalo Ramos e Carlos de Pena tiveram uma chance de demonstrar qualidade nesse clássico.

Outro que tinha chance era Morro García, pouquíssimo utilizado por Rodolfo Arruabarrena, e que ganhou uma nova chance nesse início de ano. Apesar de estar acima do peso, conseguiu ter uma mobilidade aceitável, mas pecou nas finalizações. Deixou de abrir o marcador por três vezes na primeira parte da partida.

Na segunda etapa, Peñarol se preocupou mais em não levar gols do que se arriscar no ataque. Com um jogador a menos, tinha de ter a velocidade como principal recurso. No entanto, a expectativa de forma de jogo não deu certo e Jonathan Rodríguez ficou muito isolado no ataque, sendo presa fácil pra defesa bolsilluda.

Agora com Medina como centroavante, Nacional melhorou seu nível de atuação na segunda etapa e por diversas vezes ameaçou o gol de Lerda. Porém, o gol não saiu e o vencedor tinha de ser definido nas cobranças de penaltis. E foi aí, que os tricolores levaram a melhor. Renato César errou, mas Ignacio Nicolli logo em seguida, e mais tarde, Paolo Hurtado, também desperdiçaram suas cobranças fazendo com que a vitória ficasse para os Bolsos.

Agora, pela Copa Bandes, haverá a final. Sporting Cristal e Vélez Sarsfield fizeram a prévia do clássico e também terminaram empatados. Nos penaltis, 3x0 para os peruanos que enfrentam o Nacional, enquanto o Peñarol novamente se defronta contra os Liniers.

Nacional: Leonardo Burián; Pablo Alvarez, Guillermo de Los Santos, Ismael Benegas e Juan Manuel Díaz; Maximiliano Calzada (30'´Hugo Dorrego) e Rafael García; Renato César, Gonzalo Ramos e Carlos de Pena (46′ Gastón Pereiro); Santiago García (46′ Alexander Medina).
Treinador: Gerardo Pelusso.

Peñarol: Danilo Lerda; Baltasar Silva, Damián Macaluso, Gonzalo Viera e Pablo Lima (6'′ Nicolás Raguso); Fabián Estoyanoff (31'´Hernán Novick), Luis Aguiar, Sebastián Piriz e Jorge Rodríguez (46′ Mauro Fernández); Jonathan Rodríguez (20'′ Paolo Hurtado) e Carlos Núñez (35′ Ignacio Nicolini).
Treinador: Jorge Gonçalves.

Cartão vermelho: Luis Aguiar aos 30 minutos de jogo.

Decisão por penaltis: Convertidos - Alexander Medina (Nacional), Marcel Novick (Peñarol), Gastón Pereiro (Nacional), Mauro Fernández (Peñarol), Hugo Dorrego (Nacional), Nicolás Raguso (Peñarol) e Ismael Benegas (Nacional).

Desperdiçados - Renato César (Nacional), Ignacio Nicolini (Peñarol) e Paolo Hurtado (Peñarol).

sábado, 11 de janeiro de 2014

CLÁSSICO DE VERÃO COM RIVAIS NA MESMA BUSCA.


Como sempre, o início do ano é reservado para os torneios preparatórios e aos clássicos. Desta vez, as equipes chegam para este jogo após viverem momentos turbulentos, e esperam que o restante da temporada seja bem diferente de como o início se apresentou.

Sem vencer seu maior rival há quase dois anos, Nacional se apresenta com diversas mudanças. A trágica perda do Apertura na última rodada culminou na saída de Rodolfo Arruabarrena, e consequentemente, no retorno de Gerardo Pelusso ao clube tricolor. Com ele, também chega uma nova mentalidade de futebol e várias alterações no time titular foram feitas para a partida desta noite.

Apenas quatro jogadores que terminaram jogando em 2013 iniciarão o confronto desta tarde. Sem poder contar com jogadores importantes e referências dentro do plantel como Andrés Scotti, Ignacio González e Iván Alonso, Pelusso colocará em campo um time mais jovem e rápido dentro de seu sistema de jogo.

Time titular: Leonardo Burián; Pablo Alvarez, Guillermo de Los Santos, Ismael Benegas e Juan Manuel Díaz; Rafael García e Maximiliano Calzada; Renato César, Gonzalo Ramos e Carlos de Pena; Santiago García.

No Peñarol, a esperança é por um novo início em 2014. Após a conquista do Campeonato Uruguaio a equipe aurinegra não conseguiu manter o mesmo nível e acabou tendo um Apertura desastroso. Agora no comando de Jorge Gonçalves e com novas contratações, a luta continua pelo bi-campeonato, além de uma boa campanha na Copa Libertadores.

E se nos tricolores a opção foi por um time mais veloz e dinâmico, a situação não foi diferente do outro lado. Gonçalves opta por uma dupla de ataque sem um referente na frente, tendo Carlos Nuñez e Jonathan Rodríguez se movimentando bastante. Mais atrás ainda há as saídas pelos flancos com Japo Rodríguez e Fabián Estoyanoff. Por último, será ainda a estreia de Pablo Lima com a camiseta mirasol.

Time titular: Danilo Lerda; Baltasar Silva, Damián Macaluso, Gonzalo Viera e Pablo Lima; Fabián Estoyanoff, Sebastián Píriz, Luis Aguiar e Jorge Rodríguez; Carlos Nuñez e Jonathan Rodríguez.

Data: 11/01/2014.
Local: Estádio Centenário.
Horário: 22h.
Arbitragem: Andrés Cunha, Mauricio Espinosa e Sebastián Silveira.

sábado, 21 de dezembro de 2013

PABLO LIMA RESCINDE COM DANUBIO E É O NOVO REFORÇO MANYA.


Peñarol conseguiu fechar rapidamente uma das contratações mais impactantes para o final da temporada 2013/14. Autor do gol do título do Danubio e ídolo da equipe franja, o lateral Pablo Lima assinou sua rescisão e assinou um contrato com os manyas, se tornando o segundo reforço para esta temporada.

O interesse da diretoria pelo jogador se deu logo após o Apertura estar finalizado. De cara já se sabia que havia uma negociação envolvendo uma possível chegada do lateral-direito a Los Aromos, mas o acerto seria um tanto quanto complicado devido ao contrato do jogador que acabava apenas no final da temporada, ou seja, em junho de 2014.

Não era de desejo da diretoria do Danubio se desfazer do jogador. Ídolo e cria do clube, Lima retornou em grande estilo ao clube, sendo essencial no título do Apertura que acabou sendo determinante através de seu gol na última rodada. Oscar Curutchet, presidente do clube, já tinha um acordo de palavra para que se renovasse por mais um ano e tinha certeza que ele permaneceria no clube.

No entanto, Pablo Lima em pouco tempo em que esteve reunido com os diretores manyas, já finalizou um acordo que era melhor para sua carreira, ganhando um salário mais alto e que o Danubio certamente não suportaria. Pediu a rescisão de contrato ao agora seu antigo clube e na madrugada do dia de hoje, se tornava oficialmente o novo jogador do Peñarol.

A saída de Pablo Lima é uma perda enorme para o Danubio. Perder seu lateral titular e, mais que isso, um ídolo para um rival e da forma que foi, é um grande baque a um clube que sofreu a mesma coisa com a ida de Ignacio González ao Nacional há seis meses atrás. Além dele, Líber Quiñones também está saindo, rumo ao Veracruz-MEZ.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

HERNÁN NOVICK É O NOVO CONTRATADO DO PEÑAROL.


Segundo semestre de 2013 foi para esquecer ao Peñarol. Se no início do ano a equipe conquistou o Campeonato Uruguaio, o seguimento foi terrível: uma medíocre 9ª colocação no Apertura e um time que nem de longe demonstrava em campo as tradições do clube. Pra isso, mudanças aconteceram e irão acontecer. E como uma forma de mudar isso, logicamente está a contratação de novos jogadores.
Pensando justamente nisso, a diretoria já buscou o primeiro jogador pra 2014. Meia-armador, ou o famoso 'enganche', foi buscado. Atuando pelo Fénix e que desde cedo já chamava atenção, Hernán Novick fechou com o clube e deve chegar para ser titular do time de Jorge Gonçalves. E assim como já tinha acontecido quando estava no El Tanque Sisley e Villa Española, o jogador terá a chance de atuar com seu irmão, o volante Marcel Novick.

A negociação para a sua chegada foi bastante rápida. Terminada a última rodada que determinou o Danubio campeão, a notícia da contratação do meia já se circulava. Mandatário mirasol, Juan Pedro Damiani, fechou o reforço de forma muito rápida. Em questão de pouquíssimos dias, o Fénix aceitou os termos propostos pelo clube, restando apenas o acerto com o jogador que também foi finalizado de forma breve.

''Esse negócio foi uma surpresa pra mim. Pelo visto, ajudei o Peñarol ao tirar o título do Nacional (Novick fez o gol da virada do Fénix). A alegria é em dobro: fechar com um clube como este e ainda tirar o título do maior rival com um gol. Nunca esquecerei destes momentos.'' - disse o meia.

Sendo assim, chega o primeiro reforço do Peñarol para 2014. No entanto, Novick não irá ser o salvador da pátria no clube. Ainda há muita a coisa a se fazer se quiserem fazer um bom papel na Copa Libertadores e lutar, como sempre, para vencer o título uruguaio.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

PEÑAROL VENCE NACIONAL E IMPEDE LIDERANÇA DO RIVAL.


Clássico não há favorito. Por pior que esteja uma equipe ou outra, não tem como se apontar quem vai ganhar. Nacional vinha de uma goleada sobre o Cerro Largo e se caso vencesse agora, iria atingir a liderança do campeonato faltando somente três rodadas para o término. Peñarol faz um Apertura medíocre para quem foi campeão há pouco tempo, e até o momento ocupava a 13ª colocação. Um fácil diagnóstico poderia ser feito, com os tricolores mandando no jogo e podendo vencer a hora que quiser. Porém, quando se trata de um jogo feito esse, o clássico mais antigo do mundo fora da Grã-Bretanha, não pode se apontar um ganhador assim. Em campo, no que poderia se pensar em um massacre Bolsilludo, se transformou em mais uma vitória do Peñarol no duelo, e que de alguma forma, ''salva'' o tenebroso segundo semestre do ano.

Rodolfo Arruabarrena resolveu não inventar na hora da escalação e colocou sua equipe de costume. Com Juan Manuel Díaz suspenso, o jovem Maximiliano Moreira assumiu a posição. De resto, os mesmos que estão atuando desde o início da competição. Já pelo lado aurinegro, Jorge Gonçalves retornou com Tony Pacheco entre os onze, e devolveu a lateral-esquerda para Nicolás Raguso.

Dentro do jogo, as ações eram bastante claras. Nacional tinha mais a posse de bola e ditava o ritmo do jogo, enquanto o Peñarol buscava se fechar bem pra poder sair no contra-ataque, principalmente com Mauro Fernández, e buscando os dois mais avançados: Pacheco e Rodríguez. Sem pressa pra fazer o gol, os manyas esperavam apenas o erro de seu rival para as oportunidades aparecerem.

E apesar de ter o domínio no jogo nos primeiros minutos, as falhas do Nacional começaram a aparecer muito cedo. As contantes bolas longas buscando Iván Alonso passavam pela má saída de bola no meio-de-campo, que além de pecar nesse quesito, ainda era falho tanto no apoio como na marcação, com Álvaro Fernández e Maximiliano Calzada sumidos durante todo o jogo.

Com isso, achar espaço pra poder jogar no erro do Nacional se tornou algo bem mais fácil do que o imaginado. Por isso que com apenas dezesseis minutos jogados, Jonathan Rodríguez se desprendeu, arrancou pro gol e tocou na saída de Bava, onde a bola ainda encostou na trave antes de entrar. Peñarol mostrava que do jeito em que jogava, poderia ser mortal frente ao seu inimigo.

A abertura do marcador para os aurinegros mexeu com seu adversário. Nacional sentiu o gol sofrido e passou a ter ainda menos paciência pra conseguir o seu gol. Mas, depois de tanto insistir, achou o empate da única forma que se apresentava. Cobrança de falta na área e Iván Alonso testou pro gol de Castillo e colocou novamente os tricolores no jogo.

Mas o gol de Alonso, que poderia dar um novo ânimo à equipe no jogo, não valeu de nada. E menos de dois minutos, falha geral no setor defensivo do Nacional, Luis Aguiar faz tabela com Jonathan Rodríguez, Diego Arismendi não acompanha o volante aurinegro e como no primeiro gol, outra boa definição feita na saída de Jorge Bava. Resposta imediata do Peñarol que estava mais uma vez na frente do marcador.

Já no vestiário, Arruabarrena tinha de fazer sua equipe conseguir novos jeitos de se conseguir a virada, não apostando apenas no chutão. Mas em poucos segundos a conversa que o argentino teve com a sua equipe pareceu não surtir efeito. E menos de um minuto, novamente aparece Jonathan Rodríguez se desprendendo da defesa tricolor pra aumentar a vantagem.

Sem ver uma mudança de seu time e com um gol saindo tão cedo, Arruabarrena se viu pressionado a mexer no seu time. E de uma vez só, fez as três alterações a que tinha direito. Trocou Maximiliano Moreira por Ismael Benegas, Ignacio González por Álvaro Recoba e Richard Porta por Alexander Medina. O treinador tirou dois jogadores que estavam sumidos na parte ofensiva, e mudou o esquema de jogo, colocando mais um zagueiro e puxando Álvaro Fernández pra ala-direita e Pablo Álvarez pra ala-esquerda.

As mudanças melhoraram um pouco o time, mas não o suficiente. Peñarol se mantinha atrás e não dava espaços. Nacional buscava a velocidade pelas alas e tinha uma melhor saída de bola com os três zagueiros, além de Recoba ter entrado bem melhor do que Ignacio González desde o início do jogo. Mas ainda tinha como maior objetivo sempre cruzar para Alonso e agora, Medina, no ataque, no que resultava em muito pouco.

Com a paralisação por causa de briga envolvendo a torcida do Peñarol e a polícia, o jogo ficou parado por dez minutos, e na volta, a tônica seguiu a mesma. Recoba arriscou de fora da área e deu um lindo passe para Álvarez, mas ambos os lances não resultaram em gol.

Os tricolores só voltaram a balançar as redes faltando pouco mais de cinco minutos pro jogo terminar. Após bate-rebate na área e tentativa de chute de Álvarez em duas vezes, Recoba deu lindo passe pra Arismendi tirar do goleiro e diminuir a vantagem, dando nova esperança dentro do jogo.

O gol, no entanto, não serviu de nada. Vitória do Peñarol que salva um Apertura péssimo com uma vitória no clássico. Nacional, que até pouco tempo não perdia pro seu rival, já convive há 1 ano e meio sem vencê-lo, além de perder outra chance de ser líder do torneio faltando pouco para o término.

Nacional: Jorge Bava; Pablo Alvarez, Andrés Scotti, Guillermo de Los Santos e Maximiliano Moreira (8'' Ismael Benegas); Maximiliano Calzada, Diego Arismendi e Álvaro Fernández; Ignacio González (8'′ Alvaro Recoba); Richard Porta (8'′ Alexander Medina) e Iván Alonso.
Treinador: Rodolfo Arruabarrena.

Peñarol: Juan Castillo; Baltasar Silva, Joe Bizera (8'′ Gonzalo Viera), Damián Macaluso e Nicolás Raguso; Marcel Novick e Sebastián Piriz; Mauro Fernández, Antonio Pacheco (42'′ Marcelo Zalayeta) e Luis Aguiar; Jonathan Rodríguez (12'′ Fabián Estoyanoff).
Treinador: Jorge Gonçalves.

Gols: Jonathan Rodríguez aos 16 e no primeiro minuto do 2T e Luis Aguiar aos 28; Iván Alonso aos 26 e Diego Arismendi aos 39 do 2T.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

RESUMO DA 11ª RODADA DO APERTURA 2013.


Torneio Apertura vai chegando a sua reta final e as decisões estão se aproximando. Com isso, quem está na frente não quer perder a posição que adquiriu, e quem está atrás busca o mais rápido possível a reviravolta. Nesta 11ª rodada, o maior beneficiado foi o Danubio. Manteve sua liderança, viu o River Plate se descolar, e mostra qualidade o suficiente para retomar o caminho dos títulos.

Peñarol enfrentou Fénix dentro do Centenário querendo uma vitória para respirar bons ares em uma semana antes do clássico. Sem lutar por mais nada no torneio, ainda assim os três pontos eram uma obrigação. O adversário não era dos mais fortes, já que os albivioletas lutam contra o descenso. Ainda sem mostrar algo de bom e sofrendo um pouco, os aurinegros contaram com os gols de Carlos Nuñez e Jonathan Rodríguez para vencer o confronto.

Frequentemente nas finais do campeonato, Defensor Sporting mostra uma irregularidade impressionante nesse primeiro semestre da temporada. A impressionante e movimentada vitória sobre o nacional dentro do Franzini na rodada passada poderia dar um novo ânimos aos violetas. Se esperava uma nova vitória, dessa vez frente ao El Tanque Sisley. No entanto, os verdinegros dirigidos por Raúl Möller mostraram sua força e com um gol solitário de Santiago Lamanna, arrancaram mais três pontos em uma incrível campanha no torneio.

Com alguns tropeços, o desejo do River Plate era voltar a atormentar o líder. Sempre na parte de cima da tabela, uma vitória deixaria os darseneros na briga pelo título. O adversário seria o Sud América, até então em uma campanha normal para seus padrões. Guillermo Almada viu um bom time dentro de campo e que abriu 2x0 ainda no primeiro tempo. Porém, nos últimos dois minutos de jogo, Ángel Luna e Adrián Argachá empataram o confronto e enterraram o sonho de seu rival.

Outro jogo que terminou em 2x2 foi entre Liverpool e Juventud de Las Piedras. Com ambos querendo a vitória, partida foi bastante movimentada. Juventud esteve na frente por duas vezes, mas viu o empate surgir de dois penalties marcados. No final, ninguém saiu satisfeito com o resultado obtido.

A maior surpresa no campeonato veio do Tróccoli. Até então sem ter nenhuma vitória, Miramar Misiones tinha a expectativa de uma boa exibição e talvez um empate contra o Cerro, principalmente por estar atuando fora de casa. No entanto, os liderados por Gonzalo de Los Santos reagiram á péssima colocação e conseguiram sua primeira vitória, após 11 rodadas. Ignacio Christophersen e Pablo Pallante marcaram.

Dentro de seu campo, Wanderers bateu o Rentistas por 1x0. Sem grande movimentação, partida teve apenas o gol solitário marcado por Sergio ''Chapita'' Blanco, aos 34 minutos, em cobrança de penalty.

A incrível derrota contra o Defensor fez com que o Nacional perdesse a liderança para o Danubio. E para recuperá-la, tinha de visitar o Cerro Largo na cidade de Melo e vencer de qualquer jeito. A tarefa não era difícil, e a prática só reforçou a previsão. Partida magnífica de Iván Alonso que foi autor de três gols. O outro foi de Alexander Medina, retornando ao time titular após um longo tempo afastado. Enzo Borges descontou ao time arachán.

Por último, vem o líder. Mais perto do título a cada rodada, Danubio teve pela frente o Racing dentro do Jardines del Hipódromo. Sem forçar muito, a vitória veio, para a alegria da hinchada franjeada que esteve no estádio. Jonathan Alvez abriu o marcador no início da segunda etapa enquanto Líber Quiñones mostrou seu faro de artilheiro ao fechar a conta.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

VOLTOU A VENCER! PEÑAROL GOLEIA MIRAMAR MISIONES.


Pela segunda vez no campeonato, o atual campeão vence. Vencendo até então somente o Racing dentro do Centenário e ainda comandado por Diego Alonso, o Peñarol volta a dar alegria ao seu torcedor. Goleada sobre o lanterna Miramar Misiones por 5x0, em ótima atuação de Tony Pacheco. Primeiro triunfo com Jorge Gonçalves no comando do time.

A derrota ao Cerro no final de semana passado escancaravam a crise que cobria o clube. A fase técnica teria de melhorar e muito, e uma vitória de forma imediata seria a melhor forma. E para isso, atualmente não há melhor adversário que o Miramar Misiones. Último colocado, sem nenhuma vitória, e em todos os quesitos, o pior time do torneio. Teria de vencer, e assim fez.

Tendo algumas novidades no time titular em relação à última partida como o ingresso de Maximiliano Gómez e a volta de Sebastián Píriz e Jonathan Rodríguez entre os titulares, os aurinegros não encontraram muitas dificuldades em vencer seu adversário. Começo do jogo poderia parece complicado, mas em algum momento estava claro que o gol iria sair e que naturalmente outros chegariam.

Mesmo pressionando e tendo intensidade na parte ofensiva, a abertura do placar foi dada apenas no último minuto do primeiro tempo. Em cobrança de falta, Luis Aguiar subiu mais que todo mundo e testou para o fundo das redes, abrindo o marcador dentro do Centenário.

No segundo tempo, a porteira se abriu por inteira e a goleada surgiu. Com apenas quatro minutos, Jonathan Rodríguez em grande ajeitada, fez o segundo. Pouquíssimo tempo depois, Antonio Pacheco marcou seu ''doblete'' e já anunciava o massacre. Por último, Carlos Nuñez que tratou de fechar a conta por 5x0.

Vitória boa mas não mais que obrigatória ao time manya. A exibição tem de melhorar bastante caso queira algum time de recuperação no resto do campeonato, além de uma vitória no clássico. Miramar Misiones sofre com suas próprias limitações e mostra o quão difícil vai ser sobreviver na divisão.

Peñarol: Juan Castillo; Emiliano Albin, Gonzalo Viera, Damián Macaluso e Maximiliano Gómez; Sebastián Píriz (28'′ Augusto Medina) e Luis Aguiar (23'′ Ignacio Nicolini); Mauro Fernández, Antonio Pacheco e Jorge Rodríguez; Jonathan Rodríguez (17'′ Carlos Núñez).
Treinador: Jorge Gonçalves.

Miramar Misiones: Adrián Berbia; Cristian Colman (45′ Rodrigo Schramm), Pablo Pallante, Luis Maldonado e Facundo Tealde; Marcelo Broli, Sebastián Pérez e Jonathan Ríos; Ignacio Christophersen; Ignacio Lemmo (17'′ Jhony Galli) e Federico Fernández.
Treinador: Gonzalo de Los Santos.

Gols: Luis Aguiar aos 45, Jonathan Rodríguez aos 4 do 2T, Antonio Pacheco aos 8 e 12 do 2T e Carlos Núñez aos 23 do 2T.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

PEÑAROL PERDE MAIS UMA NO CAMPEONATO: 1x0 CERRO.


Não está nada fácil para o Peñarol no momento. Depois de trocar de técnico, os resultados continuam a não aparecer e preocupam muito a todos. Jogo sofrível por parte do time carbonero e derrota fora-de-casa frente ao Cerro. Apenas uma vitória em oito jogos e na 14ª colocação, a frente apenas de Fénix e Miramar Misiones.

Jorge Gonçalves estreou como treinador efetivo do clube na rodada passada depois do empate sem gols contra El Tanque Sisley. Durante a semana, fez algumas mudanças como a estreia de Gabriel Leyes como titular e sendo o único alvo no ataque, além do retorno de Japo Rodríguez. Se esperava algo mais do time, tanto tecnicamente, quando taticamente e em termos de vontade. Mas contra o Cerro não foi nada de diferente do que se tinha visto no final de semana passado.

O início até parecia promissor, com Peñarol tendo mais atitude e ficando mais no campo de ataque enquanto Cerro procurava mais se defender do que atacar. Mas com o passar dos minutos, isso foi se mostrando algo que não duraria, tendo nenhuma bola chegado ao gol de Rodrigo Odriozola e os mandantes começarem a melhorar no campo.

Apostando muito na velocidade de Matías Abisab pelo lado direito e de Gustavo Varela pelo lado esquerdo, Cerro passou a ter muito mais vantagem. Laterais manyas não conseguiam de nenhum jeito parar as investidas albicelestes e cada jogada pelos flancos era uma grande ameaça de gol.

Ainda assim, estava difícil para ambos jogar a bola dentro do gol. Primeiro tempo foi um pouco agitado mas não teve grandes momentos técnicos. No entanto, com apenas um minuto do tempo complementar, o gol da vitória saiu. Daniel Leites pareceu tentar um cruzamento, mas a bola foi se encaminhando ao gol e encobriu Danilo Lerda que até tentou se esticar, mas não conseguiu.

Com um gol repentino em um momento totalmente inesperado ao Peñarol, a solução teria que ir direto à área adversária. Jorge Gonçalves colocou Mauro Fernández, e mais tarde, Jonathan Rodríguez e Carlos Nuñez para tentar furar a retranca que o Cerro fazia para segurar o placar. Porém, poucos lances foram criados e a vitória parecia algo impossível de acontecer.

Resultado não poderia ter sido diferente: mais uma derrota. Uma das piores campanhas de toda a história do Peñarol. Apenas uma vitória sofrida contra o Racing no Centenário há algumas rodadas fazem o time carbonero não estar na última colocação do campeonato. A expectativa para o restante do ano é uma leve melhora, e claro, vencer o clássico.

Cerro: Rodrigo Odriozola; Gabriel de León, Pablo Melo, Alejandro Lago e Daniel Leites; Juan Ramón Curbelo, Rodrigo de Oliveira (17'′ Javier Méndez), Matías Abisab (27'′ Juninho) e Gustavo Varela; Héctor Acuña (39'′ Carlos Grossmüller) e Hugo Silveira.
Treinador: Danilo Baltierra.

Peñarol: Danilo Lerda; Emiliano Albin, Damián Macaluso, Gonzalo Viera e Nicolás Raguso; Marcel Novick (11'′ Mauro Fernández) e Sebastián Píriz; Luis Aguiar, Antonio Pacheco e Jorge Rodríguez (33'′ Jonathan Rodríguez); Gabriel Leyes (28'′ Carlos Núñez).
Treinador: Jorge Gonçalves.

Gol: Daniel Leites no primeiro minuto do 2T.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

ESCALAÇÕES E HORÁRIOS DA OITAVA RODADA DO APERTURA.


SEXTA-FEIRA, 25 DE OUTUBRO.
20h30
Defensor Sporting: Martín Campaña; Ramón Arias, Mario Risso, Matías Malvino e Gastón Silva; Mauro Arambarry e Felipe Gedoz; Aníbal Hernandez, Nicolás Olivera e Adrián Luna; Ignacio Risso.

Danubio: Salvador Ichazo; Hugo Soria, Jadson Viera, Emiliano Velázquez e Pablo Lima; Gonzalo Porras, Angel Cayetano, Camilo Mayada e Ignacio González; Horacio Sequeira (Jonathan Alvez) e Líber Quiñones.

SÁBADO, 26 DE OUTUBRO.
17h00
Sud América: Javier Irazún; Maximiliano Pereiro, Jorge Viotti, Rodrigo Mieres (Edgar Martínez) e Adrián Argachá (Fernando Pascual); Richard Pellejero, Ángelo Paleso (Javier Favarel), Federico Gallego e Ángel Luna; Santiago González e Juan Manuel Cobelli.

Racing: Jorge Contreras; Gonzalo Aguilar, Rodrigo Brasesco, Mauricio Fernández e Enzo Ruíz; Carlos Díaz, Ernesto Dudok e Agústin Gutiérrez; Diego Zabala; Luis Gorocito e Carlos Acosta (Jesús Trindade).

17h00
Juventud de Las Piedras: Martín Góngora; Alejandro Reyes, Marcelo Rodríguez, Darío Flores, Rodrigo Cabrera e Silvio Dorrego; Emiliano Romero, Cristian Latorre, Rodrigo Viega e Gastón Otreras; Marco Antônio.

Nacional: Jorge Bava; Pablo Alvarez, Andrés Scotti, Guillermo de Los Santos e Juan Manuel Díaz; Maximiliano Calzada, Diego Arismendi e Álvaro Fernández; Gonzalo Ramos; Iván Alonso e Richard Porta.

DOMINGO, 27 DE OUTUBRO.
17h00
Liverpool: Guillermo de Amores; Agústin Peña, Martín Bonjour, Andrés Lamas e Christian Almeida; Gonzalo Sena, Gonzalo Freitas e Jonathan Barboza; Paulo Pezzolano; Facundo Barceló e Rodrigo Aguirre.

Cerro Largo: Ramiro Bentancur (Álvaro García); Raúl Echandía, Adrián Romero, Jonathan Souza Motta, Alejandro Acosta; Mauricio Ruiz, Rodrigo Álvez e Bruno Silva; Adolfo Lima; Rino Lucas e Fabricio Nuñez.

17h00
El Tanque Sisley: Nicola Pérez; Guillermo Díaz, Bruno Piano, Carlos Santucho e Yefferson Moreira; Andrés Aparicio, Jonathan Iglesias e Gastón Martínez; Juan Ignacio Marcarié; Santiago Lamanna e Gastón Puerari.

Rentistas: Guillermo Reyes; Sebastián Ramírez, Ignacio Ithurralde, Sebastián Sellanes e David Terans; Gonzalo Bazallo, Rodrigo Sebastián Vázquez, Andrés Silva e Danilo Cóccaro (Bruno Piñatares); Santiago Barán e Guillermo Maidana.

17h00
Miramar Misiones: Adrián Berbia; Cristian Colman, Martín Cardozo, Luis Maldonado e Pablo Pallante; Sebastián Pérez, Marcelo Broli, Jonathan Ríos e Juan Ignacio Guardado (Facundo Tealde); Ignacio Colombini e Federico Fernández.

Fénix: Rafael García; Juan Alvez, Maximiliano Perg, Fabricio Silva e Rodrigo Rojo (Davies Banchero); Christian Silveira e Gonzalo Papa; Leonardo Melazzi, Hernán Novick e Cecilio Waterman; Maximiliano Pérez (Marcos Mansulino).

17h00
Wanderers: Federico Cristóforo; Mauricio Gómez, Gastón Bueno, Gérman Duarte, Emiliano Díaz (Martín Díaz) e Martín Rivas; Santiago Martínez, Guzmán Pereira e Adrián Colombino; Pablo Lavandeira; Rodrigo Pastorini e Sergio Blanco.

River Plate: Damián Frascarelli; Luis Torrecilla, Cristian González, Flavio Córdoba e Lucas Olaza; Gabriel Marques, Hamilton Pereira, Janderson Pereira e Cristian Techera; Leandro Rodríguez e Diego Casas.

17h00
Cerro: Rodrigo Odriozola; Gabriel de León, Pablo Melo, Aejandro Lago e Daniel Leites; Juan Ramón Curbelo, Rodrigo de Oliveira, Matías Abisab e Gustavo Varela; Héctor Acuña e Hugo Silveira.

Peñarol: Danilo Lerda; Emiliano Albín, Damián Macaluso, Gonzalo Viera e Nicolás Raguso; Marcel Novick e Sebástian Píriz; Luis Aguiar, Antonio Pacheco e Jorge Rodríguez; Gabriel Leyes.

sábado, 19 de outubro de 2013

PEÑAROL TEM DESEMPENHO FRACO E APENAS EMPATA EM ESTREIA DE TÉCNICO.


Agora com Jorge Gonçalves no comando, se esperava uma mudança de atitude e um melhor futebol, sendo uma resposta de toda a equipe. Mas o que se viu em campo não foi muito diferente do que era apresentado anteriormente. El Tanque Sisley foi melhor durante todo o jogo e se tivesse um vencedor, com certeza seriam os verdinegros.

Início foi muito ruim do novo Peñarol, colocado no 4-2-3-1 por Gonçalves. El Tanque Sisley tinha o controle e domínio do confronto durante os vinte minutos iniciais. Daí, a equipe começou a dar alguma resposta, tendo maior habilidade na distribuição em campo. Muito por causa da boa partida de Antonio Pacheco, que foi o responsável pela realização de praticamente todas as jogadas ofensivas. Acertou o travessão aos 23, quase abrindo o marcador.

A resposta para as boas investidas de Tony eram a velocidade da dupla ofensiva além da boa criação de jogadas de seu enganche. Santiago Lamanna e Gastón Puerari deram grande sufoco na defesa aurinegra. Além deles, Juan Ignacio Marcarié também mostrou sua qualidade, organizando e armando alguns bons lances de perigo.

Após melhorar na parte final do primeiro tempo, Peñarol retornava para a etapa final com a expectativa de ao menos uma vitória. Tendo mais ofensividade em campo após o treinador manya retirar Baltasar Silva e colocar Mauro Fernández ainda no primeiro tempo, se esperava um time igual ou melhor dentro de campo.

No entanto, a realidade foi bastante diferente. El Tanque Sisley não tinha dificuldades em achar seus espaços na defesa, e via seu adversário não ter reação nenhuma. Com Tony Pacheco cansado e substituído por Marcel Novick, as coisas só pioraram. Luis Aguiar tinha mais liberdade ofensiva, mas não conseguiu nada de produtivo. Carlos Nuñez (substituira Fabián Estoyanoff), Mauro Fernández e Jonathan Rodríguez, jogadores de grande podes ofensivo e de velocidade, não acrescentavam nada.

O final foi decepcionante. Estreia fraca e um futuro breve sem perspectiva ao atual time campeão nacional. O título já era impossível e a cada rodada mostra o porquê. A liderança da Tabla Anual que poderá ajudar em uma possível final fica bastante comprometida com essa péssima campanha.

Peñarol: Danilo Lerda; Baltasar Silva (40′ Mauro Fernández), Damián Macaluso, Gonzalo Viera e Nicolás Raguso; Sebastián Piriz e Luis Aguiar; Fabián Estoyanoff (23'′ Carlos Núñez), Antonio Pacheco (18'′ Marcel Novick) e Emiliano Albin; Jonathan Rodríguez.
Treinador: Jorge Gonçalves.

El Tanque Sisley: Nicola Pérez; Guillermo Díaz, Carlos Santucho, Bruno Piano e Juan Pablo Fagúndez (35'′ Guillermo López); Andrés Aparicio, Gastón Martínez e Jonathan Iglesias; Juan Ignacio Marcarié (25'′ Luis Machado); Santiago Lamanna e Gastón Puerari (41'′ Felipe Rodríguez).
Treinador: Raúl Möller.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

ESCALAÇÕES E HORÁRIOS DA SÉTIMA RODADA DO APERTURA.


SÁBADO, 19 DE OUTUBRO.
17h00
Peñarol: Danilo Lerda; Baltasar Silva, Damián Macaluso, Gonzalo Viera e Nicolás Raguso; Fabián Estoyanoff, Sebástian Píriz, Luis Aguiar e Emiliano Albín; Antonio Pacheco e Jonathan Rodríguez.

El Tanque Sisley: Nicola Pérez; Juan Pablo Fagúndez, Bruno Piano, Carlos Santucho e Yefferson Moreira; Andrés Aparicio, Jonathan Iglesias e Gastón Martínez; Juan Ignacio Marcarié; Santiago Lamanna e Gastón Puerari.

17h00
Fénix: Rafael García; Juan Alvez, Maximiliano Perg, Fabricio Silva e Rodrigo Rojo; Agústin Olivera e Gonzalo Papa; Nicolás Royón, Hernán Novick e Cecilio Waterman; Maximiliano Pérez.

River Plate: Damián Frascarelli; Luis Torrecilla, Cristian González, Flavio Córdoba e Lucas Olaza; Gabriel Marques (Claudio Inella), Hamilton Pereira, Janderson Pereira e Cristian Techera; Leandro Rodríguez e Diego Casas.

17h00
Liverpool: Guillermo de Amores; Agústin Peña, Martín Bonjour, Andrés Lamas e Christian Almeida; Gonzalo Sena, Gonzalo Freitas e Jonathan Barboza; Paulo Pezzolano; Facundo Barceló e Rodrigo Aguirre.

Sud América: Javier Irazún; Maximiliano Pereiro, Rodrigo Mieres, Edgar Martínez e Adrián Argachá; Richard Pellejero, Javier Favarel, Federico Gallego e Ángel Luna; Martín Correa e Juan Manuel Cobelli.

DOMINGO, 20 DE OUTUBRO.
14h30
Miramar Misiones: Adrián Berbia; Cristian Colman, Martín Cardozo, Luis Maldonado e Pablo Pallante;  Sebastián Pérez, Marcelo Broli, Jonathan Ríos e Juan Pablo Guardado; Ignacio Colombini e Federico Fernández.

Danubio: Salvador Ichazo; Hugo Soria, Jadson Viera, Emiliano Velázquez e Pablo Lima; Gonzalo Porras, Angel Cayetano, Camilo Mayada e Ignacio González; Jonathan Alves e Líber Quiñones.

17h00
Nacional: Jorge Bava; Pablo Alvarez, Andrés Scotti, Ismael Benegas e Juan Manuel Díaz; Maximiliano Calzada, Diego Arismendi e Álvaro Fernández; Ignacio González; Iván Alonso e Richard Porta.

Wanderers: Martín Rodríguez; Mauricio Gómez, Gastón Bueno, Martín Díaz e Maximiliano Olivera; Santiago Martínez, Guzmán Pereira e Adrián Colombino; Pablo Lavandeira; Gastón Rodríguez e Rodrigo Pastorini.

17h00
Cerro: Rodrigo Odriozola; Mitchell Duarte, Pablo Melo, Eduardo Mieres e Daniel Leites; Juan Ramón Curbelo, Rodrigo de Oliveira, Matías Abisab e Gustavo Varela; Héctor Acuña e Hugo Silveira.

Defensor Sporting: Martín Campaña; Federico Gino (Juan Carlos Amado), Mario Risso, Matías Malvino e Gastón Silva; Mauro Arambarry e Felipe Gedoz; Giorgian de Arrascaeta, Aníbal Hernandez e Adrián Luna; Ignacio Risso.

17h00
Cerro Largo: Ramiro Bentancor; Marcos Otegui, Adrián Romero, Alejandro Acosta e Mauricio Ruiz; Hernán Fenner, Bruno Silva, Guillermo Moretti e André Nunes; Fabricio Nuñez e Enzo Borges.

Rentistas: Guillermo Reyes; Sebastián Ramírez, Ignacio Ithurralde, Sebastián Sellanes e David Terans; Gonzalo Bazallo, Rodrigo Sebastián Vázquez, Andrés Silva e Danilo Cóccaro; Gabriel Costa e Guillermo Maidana.

17h00
Juventud de Las Piedras: Martín Góngora; Marcelo Rodríguez, Darío Flores, Darwin Torres e Silvio Dorrego; Cristian Latorre, Emiliano Romero, Rodrigo Viega e Marco Antônio; Gastón Otreras e Nestór Silva.

Racing: Jorge Contreras; Gonzalo Aguilar, Rodrigo Brasesco, Pablo Lacoste e Enzo Ruíz (Manuel Fernández); Ernesto Dudok, Carlos Díaz e Agústin Gutiérrez; Diego Zabala; Luis Gorocito e Cristian Tabó (Mauricio Affonso).

terça-feira, 8 de outubro de 2013

DIEGO ALONSO É DEMITIDO E JORGE GONÇALVES EFETIVADO.


Os maus resultados já na sexta rodada do Torneio Apertura fazem treinadores perderem seus empregos. Diego Alonso já estava na corda bamba e sabia que uma não-vitória significaria sua saída do Peñarol. E o empate com Wanderers, fez com que isso fosse oficializado.

Após o título uruguaio da temporada passada, a diretoria do Peñarol buscou reforçar ainda mais seu plantel para os campeonatos a seguir. E com a saída de Jorge da Silva, foi escolhido Diego Alonso para que o trabalho continuasse no bom seguimento. Sua boa passagem salvando Bella Vista do rebaixamento e levando o Guaraní-PAR a lutar pelo título o credenciaram para assumir tal posto.

Porém, a trajetória de Alonso no comando do clube não foi dos melhores desde o início. Começo foi na Copa Sulamericana, competição que o Peñarol não participava há 3 anos. E os resultados não foram bons já neste início de temporada. Jogando muito mal em ambos os jogos, foi rapidamente desclassificado pelo Cobreloa-CHI, finalizando com o sonho de poder levantar uma taça internacional novamente.

Nas competições nacionais onde o clube exercia seu direito de atual campeão, o começo também não foi nada bom. Sem um bom desempenho dentro de campo e sem os resultados necessários, além de problemas extra-campo, Alonso conseguiu apenas uma vitória em seis jogos. Após o empate contra Wanderers, era claro sua saída, deixando nenhuma opção ao treinador de entregar seu cargo ao presidente.

Para ocupar seu lugar já havia tido uma definição de quem seria. Auxiliar-técnico durante grande período de tempo no clube, Jorge Gonçalves ganhará sua primeira chance como efetivo no Peñarol. Após algumas vezes como interino, ele terá sua chance de provar sua capacidade. No Apertura o título parece impossível, mas talvez uma reviravolta no Clausura pode levar o clube a mais uma conquista.